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Planos
19.04.17
ED. 5602

Forças Armadas cobram da Anac regulamentação de drones

O Alto-Comando das Forças Armadas e o general Sergio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), estão mobilizados em torno de uma questão aparentemente prosaica, mas que se tornou algo estratégico para a área de Defesa: a regulamentação do uso de drones no país. Há uma pressão do estamento militar para que a Agência Nacional de Aviação (Anac) acelere a criação do projeto de lei que normatiza a venda e utilização dos equipamentos. Até o momento, este é mais um caso em que a burocracia se sobrepõe ao interesse nacional. A minuta do PL já foi aprovada pelo Decea – Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

No entanto, há mais de três anos o assunto ricocheteia entre os gabinetes da Anac como um objeto voador não tripulado. O Exército considera prioritário coibir a comercialização indiscriminada de drones no país. Hoje, a maior parte dos modelos é vendida praticamente como se fosse brinquedo. Menores de 18 anos têm livre acesso aos equipamentos, mesmo os de maior porte.

O que causa apreensão entre os militares é o crescente uso de drones pelo crime organizado. Os dispositivos têm sido cada vez mais adotados por traficantes de drogas e contrabandistas, especialmente em áreas de fronteira, para monitorar a movimentação da Polícia Federal e de tropas do próprio Exército. A preocupação das Forças Armadas vai além: já há registros de drones, sem procedência identificada, sobrevoando instalações militares.

Em fevereiro, o Comando Militar do Oeste interceptou aeronaves não tripuladas próximas ao quartel de Amambaí, em Campo Grande (MS). Desde então, o Exército intensificou os exercícios, sobretudo noturnos, para monitorar a circulação de drones. Não é uma tarefa das mais simples. Muitos destes equipamentos conseguem “furar” sofisticados sistemas de rastreamento. Um exemplo crasso: em 2015, um drone caiu nos jardins da Casa Branca antes que o Serviço Secreto norte-americano tivesse acusado sua presença nas proximidades.

A legislação que hiberna na Anac divide os dispositivos em três categorias. A classe 3, a mais comum, engloba os drones usados para recreação ou no agronegócio. A classe 2 abrange equipamentos mais modernos, de maior alcance. É a regulamentação da classe 1, no entanto, que mais mobiliza as Forças Armadas. São drones de mais de 150 quilos, com maior autonomia de voo e capacidade de carregar objetos de razoável peso. Podem perfeitamente funcionar como uma espécie de “correio particular” para traficantes de drogas e contrabandistas de armas.

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19.04.17
ED. 5602

Os novos alvos de Slim

Em meio às mudanças na gestão da Claro, Carlos Slim vai ampliar seu raio de ação no Brasil. A espanhola Fomento de Construcciones y Contratas (FCC), controlada pelo mexicano, prepara seu desembarque no país. Na mira, concessões aeroportuárias e ativos na área de saneamento. Em 2011, a FCC disputou o leilão do aeroporto de Natal, mas perdeu para a argentina Corporación America.

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19.04.17
ED. 5602

Não é coincidência

Desde março, o GIC, fundo soberano de Cingapura, estaria reduzindo gradativamente sua participação na BRF. Qualquer semelhança com a Carne Fraca não seria mera coincidência.

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19.04.17
ED. 5602

As startups da Whirlpool

A norte-americana Whirlpool, leia-se Consul e Brastemp, vai montar um cinturão de startups no Brasil. Na mira, empresas que desenvolvam desde tecnologias industriais a aplicativos na área comercial. A primeira investida se deu em março, com a aquisição da catarinense UpPoints pela Embraco, controlada da Whirlpool.

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19.04.17
ED. 5602

Capitalização à vista na BR Properties

A GP Investimentos prepara um aumento de capital na BR Properties, seu tentáculo na área de real estate. Segundo o RR apurou, a operação será realizada no início do segundo semestre. A injeção de recursos terá como objetivo viabilizar a execução de projetos no segmento de galpões e armazéns industriais, além de aquisições. É como se a crise tivesse lançado a companhia no túnel do tempo.

Em 2014, a BR Properties se desfez de praticamente todo o seu portfólio na área industrial: no total, foram mais de R$ 6 bilhões em ativos vendidos para GLP, Brookfield e Blackstone. Hoje, o segmento responde por menos de 10% de toda a Área Bruta Locável (ABL), em torno de 650 mil metros quadrados. Mais do que um foco estratégico, avançar no segmento industrial tornou-se uma necessidade da BR Properties diante da brutal retração do mercado de escritórios, disparadamente o seu maior negócio.

Só no Rio de Janeiro, a BR Properties tem 36 andares, ou 41 mil metros quadrados, encalhados. Entre 2010 e 2016, sua taxa de vacância na cidade saltou de 3% para quase 20%. Em tempo: de acordo com informações filtradas da própria BR Properties, a empresa permanecerá aberta em bolsa. Desde o fim de março, quando a companhia anunciou um programa para a recompra de ações, circulam no mercado rumores de que a operação seria uma antessala para o fechamento do capital.

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19.04.17
ED. 5602

Se os elevadores falassem…

Entre os procuradores da Lava Jato, o tradicional Edifício Depaoli, no Centro do Rio, já ganhou a jocosa alcunha de “Propinão”. O prédio abriga escritórios do ex-deputado Eduardo Cunha, do senador Lindbergh Faria e da UTC Engenharia. Nos últimos meses, a presença de agentes da Polícia Federal no condomínio virou rotina.

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19.04.17
ED. 5602

Crivella a caminho de Israel

Os cariocas ainda vão acabar se acostumando a uma cidade sem prefeito. Entre os bispos da Igreja Universal, já se dá como certa a presença de Marcelo Crivella em um dos principais eventos do ano: a Fogueira Santa do Monte Sinai, excursão religiosa a Israel que será realizada entre os dias 27 de novembro e 18 de dezembro. A Terra Santa sempre foi um dos destinos prediletos do pregador Crivella.

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19.04.17
ED. 5602

Anhembi

A francesa GL Events surge como forte candidata à concessão do Anhembi, que será privatizado pelo prefeito João Doria. A empresa já administra o Riocentro, na Zona Oeste do Rio. Consultada, a GL confirmou o interesse no Anhembi.

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19.04.17
ED. 5602

Primeira voz

Uma forte evidência de que Antonio Palocci está prestes a abrir o bico: as negociações para a delação de Branislav Kontic, braço direito do ex-ministro da Fazenda, foram suspensas. Em português bem claro: quem tem Palocci não precisa de intermediários.

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19.04.17
ED. 5602

A crise tem remédio

Entre os múltiplos negócios do Grupo Ultra, proporcionalmente nenhum outro terá um salto tão expressivo no plano de investimentos deste ano quanto o varejo farmacêutico. O desembolso para a expansão da Extrafarma deverá bater nos R$ 180 milhões, quase 50% a mais do que o valor do ano passado. A cifra, ressalte-se, não inclui possíveis aquisições.

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19.04.17
ED. 5602

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Ultra, Whirlpool e GP Investimentos.

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