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Planos
13.04.17
ED. 5599

SBT, Record e Rede TV cabem cada vez mais numa só tela

O mais novo reality show da TV brasileira exibe os esforços de três emissoras para ganhar fôlego e algum poder de resistência diante não apenas de sua maior concorrente, mas também de outras mídias. SBT, Record e RedeTV pretendem dar um escopo mais amplo à Simba Content, joint venture criada para negociar a venda de seus respectivos conteúdos entre as operadoras de TV paga. As tratativas passam pelo compartilhamento de infraestrutura (estúdios e equipamentos) e produções conjuntas (tanto para TV aberta quanto fechada).

Outra medida cogitada é uma parceria na venda de publicidade, notadamente para o conteúdo produzido de forma associada. SBT, Record e RedeTV enxergam esse comensalismo como uma forma de reduzir a abissal distância para a Globo e, ao mesmo tempo, frear a perda de receita para novos meios, como TVs a cabo, redes sociais, serviços de streaming etc. Ainda que este nível de compartilhamento mais avançado provoque, como efeito colateral, alguma perda de individualidade e autonomia nas decisões e estratégias.

No ano passado, o trio faturou aproximadamente R$ 3,2 bilhões. A Globo, por sua vez, teve uma receita cinco vezes superior à soma das concorrentes: R$ 15 bilhões. Se bem que, a esta altura, talvez a emissora dos Marinho seja o menor dos problemas. No ano passado, a Netflix faturou cerca de R$ 1,3 bilhão, 30% a mais, por exemplo, do que o SBT. Consultada, a Simba informou que sua prioridade “é negociar com as operadoras para que elas remunerem a joint venture, assim como já fazem com outras emissoras nacionais e estrangeiras.” Posteriormente, a companhia vai definir como investir a receita em conteúdo. Segundo a Simba, o percentual será superior aos 20% do faturamento fixados pelo Cade.

Silvio Santos, Edir Macedo e a dupla Marcelo de Carvalho e Amilcare Dallevo têm mantido conversas quase semanais desde o início de março, quando o “homem do Baú” retornou de sua temporada de férias na Flórida. Na paralela, ocorrem também reuniões entre os executivos das emissoras e o ex-BTG Marco Gonçalves, que assumiu o comando da Simba Content. A ideia é que todas as operações em parceria fi quem penduradas na joint venture. Neste momento, SBT, Record e Rede TV estão no meio de uma batalha com as operadoras de TV por assinatura. A Vivo já concordou em pagar pelo conteúdo. As negociações com Net, Claro, Embratel e Oi prosseguem. Segundo a Simba, a Sky foi a única que, até agora, não aceitou negociar.

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13.04.17
ED. 5599

Apólice da Techint

A Techint teria incluído no contrato de compra da CSA uma espécie de cláusula “anti-Lava Jato”. O dispositivo permitiria ao grupo ítalo-argentino cancelar a operação sem multa caso a siderúrgica seja condenada no processo movido pelo Ministério Público do Rio. O MP acusa a CSA de ter recebido incentivos fiscais indevidos do governo Cabral na gestão da ThyssenKrupp. A Thyssen afirma que todos os benefícios atenderam às contrapartidas legais.

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13.04.17
ED. 5599

Loteria privatizada

A Caixa Econômica está com tudo pronto para privatizar suas loterias a partir de julho. A previsão mais otimista de receita bate nos R$ 4 bilhões.

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13.04.17
ED. 5599

“Mendonção” na boleia

A chinesa Foton começou a vender na semana passada seus primeiros caminhões produzidos no Brasil, em uma unidade arrendada da Agrale no Rio Grande do Sul. Se os chineses soltarem o dinheiro, a fábrica própria que está sendo construída em Guaíba começará a produzir ainda neste ano. Todo o projeto leva a assinatura de Luis Carlos Mendonça de Barros, sócio da Foton no Brasil.

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13.04.17
ED. 5599

Saudades de Andrea Neves

Em tempos de crise, o tradicional Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), criado por Juscelino e Sara Kubitschek, tem penado para obter doações da iniciativa privada. Nada que se compare ao período alvissareiro de 2003 a 2014, quando a entidade paraestatal era comandada por Andrea Neves, irmã de Aécio Neves. Mas, vá lá, a economia era outra…

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13.04.17
ED. 5599

Um pouco de disclosure faria bem a Gilmar Mendes

Pelo que se viu até agora, um ministro do STF não deve satisfações a ninguém. Mas seria de boa índole republicana que Gilmar Mendes divulgasse a soma dos seus proventos com pró-labore e dividendos do Instituto Brasiliense de Direito Público, no qual participa como acionista atuante. Ele poderia até publicá-la na mídia para demonstrar o quão irrisórios são os números e que não há qualquer conflito de interesse com sua missão como togado. É tão pouquinho!

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13.04.17
ED. 5599

Alexandre de Moraes é o “ruralista” do STF

Em menos de dois meses no cargo, o novo ministro do STF, Alexandre de Moraes já se credencia como o principal interlocutor do agribusiness na Corte. Moraes tem sido seguidamente procurado por entidades do agronegócio, notadamente a CNA, e pela bancada ruralista no Congresso para tratar de uma causa de grande impacto sobre o setor: as regras para a cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). Consta, inclusive, que o assunto chegou a ser tratado na inusitada reunião entre Moraes e congressistas em um barco em fevereiro, antes de sua sabatina no Senado. Na ocasião, havia vários parlamentares da bancada ruralista. Os ruralistas já perderam a primeira batalha: no fi m de março, o STF decidiu que o Funrural é constitucional. O desafio agora é persuadir o Supremo a não decretar a cobrança retroativa da contribuição previdenciária. Seria uma hecatombe. A dívida acumulada de empregadores rurais que deixaram de contribuir para o fundo soma mais de R$ 80 bilhões. O difícil é separar o joio do trigo. Nessa lavoura há, sim, sonegadores contumazes. No entanto, boa parte deste contingente é composta por pequenos proprietários de terra que contrataram um ou dois ajudantes e não conseguiram arcar com os custos do Funrural.

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13.04.17
ED. 5599

Idas e vindas

O empresário Nelson Kaufmann estaria em busca de um sócio para a Etna, rede de móveis e artigos de decoração com 14 lojas. Há dois anos, Kaufmann conversou com fundos de investimento, mas as negociações ficaram pelo caminho.

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13.04.17
ED. 5599

A voz do apocalipse

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos últimos seguidores fiéis de Eduardo Cunha, ganhou nos corredores da Câmara o apelido de “Mensageiro da morte”. Marun sempre tem na ponta da língua um alerta ou uma lembrança do ex-presidente da Câmara feita sob medida para cada um de seus antigos correligionários.

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13.04.17
ED. 5599

Casa de ferreiro…

Apenas a título de registro: desde que foi eleito, João Doria já esteve por duas vezes no Roda Viva, da TV Cultura, emissora vinculada ao governo de São Paulo. O “chefe” Geraldo Alckmin não comparece ao programa desde 2002.

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13.04.17
ED. 5599

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Caixa Econômica, Techint e Etna.

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