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Planos
06.04.17
ED. 5594

Forças Armadas são a instituição mais confiável do país; Congresso, a mais corruptível

Parece até que o Brasil voltou no tempo: as Forças Armadas são a instituição mais confiável do país, enquanto o Congresso Nacional é visto como a mais propensa de todas a corrupção. É o que revela sondagem realizada pelo Relatório Reservado junto a uma parcela da sua base de assinantes. A enquete, no modelo de respostas espontâneas, foi feita entre 27 e 31 de março.

Entre os 142 assinantes que participaram do levantamento, 67% apontaram a tríade Exército, Marinha e Aeronáutica como o estamento de maior credibilidade. A boa imagem das Forças Armadas não chega a ser uma novidade. O que chama a atenção é a diferença para os demais. A segunda instituição mais lembrada foi o MP, com distantes 10%. STF e Polícia Federal ficaram em terceiro e quarto, respectivamente com 7% e 5%. A seguir, a Igreja (4%), a imprensa (3%) e o TCU, com 2%. Por fim, apareceram o governo federal e o Congresso, cada um com apenas 1%. A reputação do Parlamento está mesma em baixa.

O Congresso foi citado por 36% dos entrevistados como a instituição mais propensa a atos de corrupção. O governo do Rio ficou em um nada honroso segundo lugar, com 13%. A Petrobras veio logo a seguir, com 10%, um indício de que a estatal ainda terá de trabalhar muito para recuperar sua imagem. Receita Federal e Polícia Militar empataram, cada uma com 6% dos votos. Ressalte-se a presença da própria Presidência da República na relação das instituições mais suscetíveis a corrupção, com 5%, mesmo percentual de citações ao Judiciário.

Na sequência, apareceram o Detran, a Polícia Civil e o governo de Minas Gerais, cada um com 4%. Com 3% surgiu o BNDES, possivelmente por conta das ilações que cercaram algumas operações do banco no governo do PT. Foram votados ainda a Fazenda, 2%, e o BB e a Polícia Federal, cada um com 1%. O RR também perguntou: “Qual é a autoridade que mais honra seu cargo?” Pule de dez: deu Sérgio Moro na cabeça, com 34%. Cármen Lucia ficou em segundo, com 17%. João Doria recebeu 15%; Jair Bolsonaro, 9%. Logo a seguir, Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato (7%).

O top five é uma evidência de que o Brasil está cada vez menos “político” e mais “judicializado”. Se não vinculados ao Judiciário, Doria e Bolsonaro personificam em seus discursos o “político que não é político”. Os assinantes do RR mencionaram ainda o presidente da Petrobras, Pedro Parente, com 5%, e ACM Neto (4%). Apenas 2% citaram Henrique Meirelles como um personagem que honra seu cargo público, certamente um reflexo da crise econômica.

Os entrevistados mencionaram ainda Rodrigo Janot e Geraldo Alckmin, com 2% cada um, além da presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, e de Gilmar Mendes, cada um com 1%. E Michel Temer? Ele aparece no rodapé da enquete, também com 1%. Michel Temer “brilhou” também na quarta e última pergunta: “Se possível, quem você tiraria de um cargo público?”. Entre os entrevistados, 38% cravaram o nome de Temer, mais do que o dobro do segundo colocado, Eliseu Padilha (15%).

Aliás, o Planalto pontificou nos três lugares mais altos do indesejável pódio: Moreira Franco chegou em terceiro, com 11%. Logo atrás, Luiz Fernando Pezão, com 10%. A relação dos “impeacháveis” seguiu com Romero Jucá e Aécio Neves, cada um com 5%. Henrique Meirelles recebeu 4% das respostas. Certamente por outros motivos, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, também foi citado por 4%. Entre os assinantes, 3% disseram que gostariam de ver Maria Silvia fora da presidência do BNDES. Rodrigo Maia foi outro lembrado por 3% dos consultados. Por fim, um fato curioso. Para 2% dos entrevistados, Sérgio Moro é que deveria ser afastado de suas funções. Devem ter lá seus motivos.

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06.04.17
ED. 5594

É tempo de engorda no McDonald ́s

O colombiano Wood Staton, da Arcos Dorados, quase fritou de tão quente que a chapa estava, mas, depois de uma dura negociação, conseguiu fechar um novo acordo com a Mc Donald ́s Corporation. Staton, dono da marca de fast food na América Latina, vai abrir de 45 a 50 restaurantes no Brasil neste ano. Só recebeu o sinal verde após se comprometer em pagar a fatura do próprio bolso, sem nem um pedacinho de pickles ou um pão com gergelim na conta dos norte-americanos. O investimento previsto até o fi m de 2019 gira em torno dos US$ 500 milhões. No Brasil, serão de 45 a 50 novos restaurantes, ao custo de US$ 180 milhões. Para isso, Staton vai usar boa parte dos US$ 265 milhões que a Arcos Dorados acaba de captar com a emissão de títulos com vencimento em 2027.

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06.04.17
ED. 5594

Cabify joga alto, mas fica a pé

A espanhola Cabify, uma das maiores concorrentes internacionais do Uber, usou as armas que tinha à mão. Poucas horas antes do Congresso votar o projeto de lei que regulamenta o uso de aplicativos de transporte, anunciou investimentos de R$ 625 milhões no Brasil – sem dar muitos detalhes de como o dinheiro será usado. Se o objetivo do timing era persuadir ou, até mesmo, constranger os parlamentares, o tiro saiu pela culatra. À noite, os deputados excluíram do projeto a emenda que transformava o serviço de transporte individual como atividade privada. Ou seja: Cabify, Uber e congêneres terão de bater de prefeitura em prefeitura em busca de concessões. Vai custar mais caro.

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06.04.17
ED. 5594

Com açúcar e afeto

Rubens Ometto, da Cosan, e Luis Roberto Pogetti, da Copersucar, estariam usando de toda a sua influência no governo para arrancar da Camex uma taxação de 16% para o etanol importado. Com essa linha de frente, é bem provável que o carimbo seja dado.

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06.04.17
ED. 5594

Escândalo Cabral

Desgastado com o escândalo Sérgio Cabral, o renomado Antonio Bernardo tem pensado com seus brilhantes se não seria hora de passar à frente a joalheria que leva seu nome.

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06.04.17
ED. 5594

#VivaoChuchu

A comunicação de Geraldo Alckmin trabalha 25 horas por dia para intensificar sua presença nas redes sociais. O governador não suporta mais a goleada de “likes” e “compartilhamentos” que tem levado de João Doria.

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06.04.17
ED. 5594

O “dono” do Palestra

Carlos Lamacchia, dono da Faculdades da América e da Crefisa, quer não só comprar o Allianz Parque da WTorre como topa até assumir sozinho a gestão do estádio do Palmeiras, sem parceiros. Coisas de Lamacchia, híbrido de torcedor, patrocinador e “dono” do clube paulista.

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06.04.17
ED. 5594

O garoto da capa

Comentário de um tucano de quatro costados: “O noticiário do último fim de semana contra Aécio Neves é a prova definitiva de que a fila andou no PSDB“.

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06.04.17
ED. 5594

Ponto final

Procurada pelo RR, a seguinte empresas não não comentou o assunto: McDonald ́s.

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