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Planos
05.04.17
ED. 5593

Planalto troca a reforma da Previdência “ideal” pela possível

O governo decidiu aceitar uma reforma da Previdência mais light. A mudança de rota, que vinha sendo defendida pelos ministros políticos do Planalto, ganhou a concordância de Henrique Meirelles e a bênção de Michel Temer. A concepção de que a reforma era um fato consumado pelo impeachment deu muitos passos atrás. Mesmo a publicização da tragédia econômica decorrente da fórmula atual da Previdência não resistiu à versão tupiniquim da célebre frase do marqueteiro norte-americano James Carville: “É a voz do bolso do povo, estúpido!”.

O argumento é que é preciso passar a reforma já nesse primeiro semestre, pois a partir daí o calendário estará contaminado pelas eleições de 2018. Há ainda o risco do texto da PEC ser tão mutilado a ponto de transformar o projeto em um Frankenstein indefensável. Ou pior ainda: sequer haver votação. O governo precisa de 308 votos. Chegou a considerar que tinha 246 praticamente certos. Ou seja: faltavam 62 deputados para “trabalhar”.

Ontem, esse número subiu para 78. Portanto, caíram votos considerados garantidos. Há preocupação com o excesso de emendas parlamentares apresentadas (147) e a probabilidade de diversas delas obterem as 171 assinaturas necessárias para a alteração do texto enviado ao Congresso. Na verdade, não é mais o texto, mas sim os “textos”, que o próprio governo enviou offline. A ideia é encaminhar em off outras propostas.

São essas “alternativas”, a exemplo da idade da aposentadoria das mulheres, o busílis da reforma light. Uma proposta esperada é a alteração da emenda mais perversa de todas, a que estabelece um teto abaixo do mínimo para o auxílio a idosos deficientes. E todos os cálculos atuariais que foram feitos visando reordenar as contas públicas? Continuam valendo – em parte. A fórmula de acomodação do retalhamento do texto original com o projeto de longo prazo é tão singela quanto óbvia: incluir na PEC a previsão de que alguns pontos serão rediscutidos em um prazo posterior com objetivo de que as metas sejam atingidas. O governo ainda ganha muito aprovando uma reforma meia-bomba. E acaba, de fato, se a Previdência não sofrer modificações.

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A Iguatemi, dos Jereissati, teria apresentado uma oferta firme pelos shoppings Pátio Higienópolis e Pátio Paulista, da Brookfield. Os dois empreendimentos estariam avaliados em aproximadamente R$ 2 bilhões.

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05.04.17
ED. 5593

“Lava Jatinho”

Entre dirigentes e ex-dirigentes de fundos de pensão e empresários e executivos da iniciativa privada, já passa de 100 o número de citados e investigados na Operação Greenfield.

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05.04.17
ED. 5593

AmBev segura preço com rédea curta

Nada como a concorrência. Segundo relatório recém-elaborado pelo Bradesco, ao longo de 2016 a AmBev reajustou seus preços em apenas 1%. O índice ficou abaixou do aumento promovido pela Heineken (2%) – ambos bem inferiores à inflação de 2016 (6,29%). Como se não bastasse este confronto direto, que ganhou mais levedura com a venda da Brasil Kirin para os holandeses, a empresa de Jorge Paulo Lemann está segurando seus preços na tentativa de recuperar o terreno perdido em 2016. No ano passado, a AmBev amargou uma redução das vendas de 6,6% e uma queda de market share de 67,5% para 66,3%. Parte do mercado que deixou pelo caminho foi absorvida pela própria Brasil Kirin, que aumentou o volume de cerveja comercializado em 1,3%. Vale lembrar que cada pontinho percentual perdido representa mais de R$ 800 milhões de receita anual que escorrem pelo ralo.

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05.04.17
ED. 5593

Quebra-cabeça

A investida da CCR sobre a Invepar tem três alvos já definidos: Metrô Rio, Linha Amarela e ViaRio. Neste último caso, a companhia mira o controle integral da operação. Recentemente, a CCR comprou a fatia da Odebrecht e pulou de 33,3% para 66,6% da ViaRio, que administra 13 dos 26 quilômetros da Transolímpica. Falta o terço que está nas mãos da Invepar.

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05.04.17
ED. 5593

Maluf não se mistura

O deputado Paulo Maluf iniciou o calendário parlamentar de 2017 como terminou o de 2016, sendo um dos parlamentares mais faltosos da Casa. Até o início desta semana, havia comparecido a apenas oito das 32 sessões em plenário. Ou seja: faltou a 75% delas – ressalte-se que, segundo o site da própria Câmara, nenhuma das ausências foi justificada. Por ora, Maluf vai batendo com folga o seu índice de gazeta registrado em 2016 – 55%. Vai ver que o ex-governador de São Paulo não tolera mais dividir o plenário com tanto ficha-suja.

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05.04.17
ED. 5593

Cisne branco

O presidente Michel Temer segue soltando calculadamente o orçamento das Forças Armadas. Além da encomenda já confirmada de quatro corvetas, ao valor de US$ 1,8 bilhão, a Marinha deverá receber o sinal verde para contratar mais oito embarcações semelhantes.

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05.04.17
ED. 5593

Gigante do varejo

A norte-americana Home Depot estaria preparando seu desembarque no Brasil. Gigante do varejo de material de construção, com mais de duas mil lojas nos Estados Unidos, o grupo fatura cerca de US$ 90 bilhões por ano e tem como meta bater a barreira dos US$ 100 bilhões em 2018. De repente, o Brasil ajuda com alguns tijolinhos nessa construção.

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05.04.17
ED. 5593

Vai chover na horta do agronegócio no MS

Em meio à grave crise fiscal, a cadeia do agronegócio no Mato Grosso do Sul não tem do que reclamar. O Fundo Constitucional para Financiamento do Centro-Oeste (FCO) deverá injetar, ao longo deste ano, cerca de R$ 1,3 bilhão no setor agrícola no estado. É um pouco mais do que a estimativa original, de R$ 1,1 bilhão, e quase o dobro do valor liberado no ano passado, de R$ 748 milhões.

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05.04.17
ED. 5593

Os reforços da Kroton

O presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, montou uma tropa de ex-conselheiros do Cade para defender a fusão com a Estácio. Mas o maior reforço atende por José Eduardo Cardoso e tem a assinatura de Walfrido Mares Guia, um dos controladores da Kroton e desafeto de Galindo.

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05.04.17
ED. 5593

O artilheiro de Furnas

Os colegas de Furnas só se referem ao novo diretor de Administração da estatal, Julio Cesar Andrade, como “Peixe”, uma alusão a Romário, responsável pela nomeação.

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05.04.17
ED. 5593

Sobre a privatização da Copasa

A Aegea acompanha com especial interesse os preparativos do governo mineiro para a privatização da Copasa. A empresa tem trânsito livre com Fernando Pimentel.

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05.04.17
ED. 5593

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CCR, Invepar, Iguatemi e Brookfield.

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