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Planos
28.03.17
ED. 5587

As boas novas de Michel Temer

Nos próximos dias, o presidente Michel Temer anunciará, em cadeia televisiva, um conjunto de medidas voltadas para o aquecimento dos negócios, redução do endividamento das famílias e desburocratização. A ideia é que as boas novas enfeixem o pedido de apoio para a reforma da Previdência. O governo quer condicionar as notícias positivas à reforma e, por consequência, o pior dos mundos à ausência dela.

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O governo colocou uma pá de cal no projeto de antecipar a reforma trabalhista. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já tinha até recebido sinal verde para defender essa troca de cronograma. Depois da péssima comunicação do projeto de lei da terceirização, o governo quer postergar qualquer bola dividida com a regulamentação do trabalho. Sai a reforma da Previdência na frente, e seja o que Deus quiser.

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Por falar em Previdência, aviso aos aposentados: o Ministério da Saúde vai anunciar o reajuste dos medicamentos na próxima sexta-feira, dia 31 de março – data confirmada ao RR pela própria Pasta. A tendência é que o aumento seja dividido em três partes ao longo do ano – em 2016, a paulada veio de uma só vez. Entre os próprios laboratórios, a expectativa é que a conta final seja inferior aos 12% do ano passado. Talvez seja o caso de o próprio Michel Temer, tão em baixa com os aposentados, anunciar a boa notícia.

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28.03.17
ED. 5587

Cimento da Camargo

A chinesa Huaxin, sexta maior fabricante de cimento do mundo, entrou na disputa pelos ativos da Camargo Corrêa no setor. Também estão no páreo a mexicana Cemex e a colombiana Argos. Procurada, a Camargo Corrêa afirma que “atualmente não está buscando novas alienações de ativos”.

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28.03.17
ED. 5587

A vez do Banestes

Discretamente, o governo de Paulo Hartung tem feito estudos para a privatização do Banestes.

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28.03.17
ED. 5587

Sulgás na mira chinesa

Os chineses da Beijing Gás estão vasculhando com palitinhos os números da estatal gaúcha Sulgás, que deverá ser privatizada até 2018 como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul. A Beijing, não custa lembrar, tentou fisgar a Gaspetro, mas perdeu o duelo para a Mitsui.

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28.03.17
ED. 5587

Fracasso de público

Os líderes do MBL passaram o dia de ontem culpando a mídia pelo fracasso das manifestações de domingo. Para eles, a cobertura televisiva deixou a desejar.

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28.03.17
ED. 5587

Crônicas das miudezas determinantes

Em algum dia em um passado não muito distante, o então Advogado Geral da União, Dias Toffoli, aguardava pachorrentamente o final uma reunião do presidente Lula para, então, despachar alguns pareceres. De repente, de dentro do gabinete presidencial surgiram a ministra Dilma Rousseff e outro ministro manda-chuva. Ao se defrontar com o chefe da AGU, a “mãe do PAC” explodiu. O diálogo foi mais ou menos o seguinte: – Ô, Toffoli, eu li o seu parecer sobre aquele assunto tal. Tem que mudar. Não foi o que pedimos. Tem que alterar.

– Ministra, eu interpreto a lei.

– Mas, está errado, tem que modificar.

– Ministra, se a Sra. quer um outro parecer peça ao presidente que me destitua.

Dilma perde o controle e empurra Toffolli com as duas mãos espalmadas contra a parede.

O advogado bate com violência, ricocheteia, se desvencilha elegantemente da ministra enraivecida e adentra a sala presidencial.

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Antes de prosseguir com o episódio, é bom situar Toffolli na História. Seu DNA petista é respeitável. Para se ter uma ideia do histórico do doutor, ele começou como consultor jurídico na Central Única dos Trabalhadores. Seguiu como assessor parlamentar na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo e assessor jurídico da liderança do PT da Câmara dos Deputados. E, antes de entrar para a AGU, atuou como advogado de três campanhas presidenciais de Lula, nas eleições de 1998, 2002 e 2006. Entre 2003 e 2005, foi sub-chefe para assuntos jurídicos da Casa Civil da Presidência.

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Pois bem, Toffoli entra no gabinete da Presidência e comenta com Lula o episódio com a ministra. O presidente, com seu jeito gaiato, pergunta: “Ela reclamou de que parecer? Me dá aqui que eu assino embaixo. O resto eu vejo depois”. Risinhos.

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Pouco tempo depois, Lula estava apoquentado com a lista de candidatos à uma vaga do Supremo. Recebia pressões de todos os lados para indicação de um dos nomes, mas a insistência maior partia de José Sarney. O presidente, com seu jeito manhoso, mandou chamar o ministro Nelson Jobim para conversar sobre o assunto. Queria dividir o peso da escolha. Apresentou a lista e perguntou:”Jobim, indica um nome aí, que eu aprovo”. O ministro da Defesa pensou, pensou e disse: – Presidente, todos os nomes são bons, todos são preparados, mas o melhor nome mesmo está bem próximo do Sr., é o mais qualificado de todos e lhe acompanha há muito tempo. Dito e feito. Dias Toffolli assumiu a vaga decorrente do falecimento do juíz Carlos Alberto Menezes Direito no STF. O resto fica para uma futura crônica sobre o “mensalão”.

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28.03.17
ED. 5587

Risco jurídico do Maraca joga CSM para escanteio

A inglesa CSM desistiu da concessão do Maracanã menos pelos termos e valores da negociação e mais pelo alto risco jurídico. Os britânicos foram aconselhados por seus advogados a pular fora do barco devido à falta de blindagem em relação ao passado. Ressalte-se que o Ministério Público do Rio já pediu à Justiça o cancelamento da concessão, o que automaticamente tornaria nula a transferência do estádio para a CSM. Prestes a fechar o negócio, a francesa Lagardère, que estava na disputa com os ingleses, parece ter mais estômago para o risco.

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28.03.17
ED. 5587

Velha estrada

Mesmo com a Lava Jato nos seus calcanhares, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, tem se empenhado em indicar nomes para a diretoria do DNIT. Não custa lembrar que, entre as acusações que pesam sobre o partido, está o repasse de recursos ilegais da autarquia por meio de um contrato com a Queiroz Galvão.

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28.03.17
ED. 5587

Ponto final

A seguinte empresa não retornou até o fechamento da edição: Banestes.

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