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Planos
24.03.17
ED. 5585

Exército inicia sua cadenciada marcha da sucessão

O nome que emerge para assumir o comando do Exército Brasileiro é o do atual Chefe do Estado-Maior da instituição, general Fernando Azevedo e Silva. Por ora, ressalte-se, a questão é tratada com muita cautela no governo. Não obstante os problemas de saúde que enfrenta – ver RR edição de 13 de março –, o general Eduardo Villas Bôas pretende seguir no posto.

Nesta semana, em entrevista postada nas páginas oficiais do Exército nas redes sociais, ele confirmou que tem se submetido a um tratamento médico em São Paulo para cuidar de uma doença degenerativa. No entanto, fez questão de tranquilizar seus comandados e reafirmar que se sente em plenas condições de cumprir todas as obrigações do cargo. De toda a forma, substitui-lo não é uma tarefa simples. O general Villas Bôas é a maior liderança do Exército em décadas. Seja pela influência que tem entre seus pares, seja por motivos simbólicos, o general Eduardo Villas Bôas será o responsável por conduzir o processo de sucessão dentro do timing mais apropriado.

Outra peça-chave na escolha do futuro comandante do Exército é o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen. Ele próprio, se quisesse, seria um candidato natural ao posto. No entanto, a tendência é que fique onde está. Esta é a sua preferência e também a do presidente Michel Temer, que o considera um personagem imprescindível na estrutura do Palácio do Planalto.

Neste momento, o comandante do GSI está no Japão, de onde regressa no próximo dia 27. De lá, tem participado de todas as discussões relativas a uma eventual mudança no comando do Exército. O general Fernando Azevedo e Silva ocupou o posto de comandante Militar do Leste até junho do ano passado, quando foi indicado para assumir a chefia do Estado Maior do Exército. Pouco antes, cumpriu um papel fundamental na realização da Rio 2016, exercendo o cargo de presidente da Autoridade Pública Olímpica.

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24.03.17
ED. 5585

ISA entra com apetite redobrado nos leilões de transmissão

A colombiana ISA está montando uma operação de guerra para o leilão de transmissão da Aneel de 24 de abril. A companhia quer arrematar o maior número possível dos sete lotes de concessões em São Paulo, um pacote que totaliza investimentos de R$ 4 bilhões. Para isso, numa postura agressiva, está disposta a receber o menor valor da Receita Anual Permitida (RAP) para as licenças, fixado em R$ 2,7 bilhões. A ISA vislumbra na operação uma oportunidade sob medida para dar ainda mais escala à controlada Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP).

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24.03.17
ED. 5585

O destino de Nildemar

Há barões na pauliceia fazendo verdadeiras exegeses para interpretar a saída de Nildemar Secches do Conselho de Administração do Itaú. Entre os achismos, ele teria saído pela incompatibilidade do cargo com uma missão maior, bem maior.

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24.03.17
ED. 5585

Prorrogação

A força tarefa da Operação Calicute está debruçada sobre contratos firmados pela Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro (EMOP) no governo Cabral. Trata-se de um derivativo das investigações sobre a reforma do Maracanã.

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24.03.17
ED. 5585

Maggi, o bombeiro

O ministro Blairo Maggi está agendando uma série de visitas a países da Europa e da Ásia para desarmar a bomba acionada pela Operação Carne Fraca. Se é para ajoelhar no milho, talvez fosse o  caso de levar junto os delegados da Polícia Federal responsáveis pela trapalhada.

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24.03.17
ED. 5585

Boa safra

O governo do Mato Grosso tenta atrair para o estado o fundo mantido pelo governo da Noruega para investimentos agrícolas em áreas sem desmatamento. Os nórdicos desembolsam por ano cerca de US$ 400 milhões em todo o mundo.

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24.03.17
ED. 5585

Uma aliança de 40 anos

Michel Temer mantém uma interlocução mais assídua com José Yunes, o delator, do que com o ministro Eliseu Padilha, o delatado. E olha que um está em São Paulo e outro, apenas um andar acima do gabinete da Presidência da República.

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24.03.17
ED. 5585

Alívio no garrote

O setor de telecomunicações está entre os maiores beneficiados pela decisão do Supremo de suspender a cobrança do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins. Estima-se um alívio de mais de R$ 1,2 bilhão por ano para as empresas de telefonia.

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24.03.17
ED. 5585

Esclarecimentos relevantes sobre matéria do Postalis

A matéria intitulada “Postalis encontra mais uma carta-bomba em sua contabilidade”, publicada na edição de 21 de março, merece uma série de esclarecimentos. O RR mantém a essência da reportagem, ou seja, o fundo de pensão dos Correios reconheceu em balanço o prejuízo de R$ 65,662 milhões decorrente da compra de títulos da Galileo Educacional. Há, no entanto, contradições, causadas em grande parte pelas diferentes terminologias. Na matéria, o RR noticiou que o Postalis estava prestes a fazer a baixa contábil do investimento.

De acordo com a fonte da informação, a provisão realizada pelo fundo no balanço de 2014 não se constituía em um writeoff, não podendo, portanto, ser considerada como o reconhecimento definitivo da perda do valor aplicado. Ou seja: “provisão” e “baixa contábil” seriam procedimentos distintos. No entanto, o Postalis procurou o RR para esclarecer que o “valor de R$ 65 milhões foi integralmente reconhecido no balanço como resultado negativo de investimentos em 2014” e, segundo a instrução no 34 da Secretaria de Previdência Complementar, o título está marcado a zero. Ou seja: a fundação fez, sim, a baixa contábil do investimento nos títulos da Galileo, em 2014.

O RR cometeu dois equívocos: um na edição da matéria; outro, mais grave, devido à apuração insuficiente de uma informação passada de maneira irresponsável por uma fonte da newsletter. A primeira falha foi ter trocado as bolas em meio ao fechamento da reportagem. O RR disse que o Postalis não havia se pronunciado sobre o assunto. Não é verdade. Foi um engano nosso. O Postalis respondeu, sim, em e-mail enviado no dia 15 de março, às 18h27. E o RR contemplou todas as informações oficialmente dadas pela entidade em seu posicionamento.

Com relação à diferença de cifras sobre o valor que o Postalis teria a receber referente à remuneração dos títulos da Galileo, registramos aqui a correção. Segundo a fundação, não foram “mais de R$ 100 milhões, contando os juros”. “O valor correto a receber, contados os juros até janeiro de 2017, seria de R$ 90 milhões.” O RR faz a ressalva de que, no e-mail enviado pela assessoria do Postalis no dia 15 de março, não consta qualquer correção à cifra de R$ 100 milhões mencionada pela newsletter em mensagem anterior, de 13h39, pedindo a confirmação de números.

O RR, no entanto, se penitencia especialmente por uma informação errada que consta da matéria. Diferentemente do que foi publicado, o presidente do Postalis, André Motta, não era diretor de investimentos da entidade em 2011, quando o fundo de pensão comprou os títulos da Galileo Educacional. Segundo esclarecimento da fundação, “O atual presidente do Postalis iniciou sua gestão no Instituto em abril de 2013, à época, como diretor de Seguridade, muito depois da data mencionada (2011) e dos aportes realizados no investimento.” Comunicamos, também, que a fonte responsável por esses lamentáveis fatos está automaticamente excluída do rol de centenas de colaboradores da publicação.

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24.03.17
ED. 5585

Ponto final

Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou: ISA/Companhia Paulista de Transmissão.

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