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Planos
23.03.17
ED. 5584

Americanas traça um novo roteiro para a B2W

O anunciado aporte de R$ 1,2 bilhão na B2W é apenas a ponta do iceberg de uma operação ainda maior. A Lojas Americanas estaria preparando o fechamento de capital de sua empresa de e-commerce. A reestruturação acionária, por sua vez, abriria caminho para a entrada de um investidor institucional ou mesmo uma futura associação com outra companhia do setor. Para isso, a Americanas planeja subscrever a totalidade dos 110 milhões de ações que serão emitidas pela controlada. Dessa forma, ampliará sua participação societária de 62% para 71%.

Posteriormente, deverá lançar uma oferta pública para comprar os títulos da B2W ainda em mercado. Em um exercício meramente hipotético, tomando-se como base o valor estimado para a subscrição em andamento – em torno de R$ 13,30 por ação –, a Americanas desembolsaria pouco mais de R$ 1,3 bilhão para raspar o tacho dos papéis da controlada em bolsa e ficar com 100% do capital. Seria o último ato de uma operação que vem se desenhando há cinco anos, período no qual a holding já fez outros quatro aportes na B2W, aumentando sua fatia de 51% para os atuais 62%.

Ao dispor integralmente do capital da B2W, Jorge Paulo Lemann e cia. terão toda a margem de manobra para repensar o modelo societário da companhia entre as opções que estão sobre a mesa. Recentemente, surgiram no mercado especulações sobre uma possível fusão com o braço de comércio eletrônico do Casino no Brasil. Não custa lembrar que a Lojas Americanas é citada como uma das candidatas à compra da própria ViaVarejo. Independentemente do caminho escolhido, a Americanas está empenhada em dar um novo rumo à sua operação de e-commerce, na qual já injetou mais de R$ 2 bilhões nos últimos cinco anos sem interromper sua escalada de prejuízos. Somente nos últimos dois anos, a B2W teve uma perda em torno de R$ 900 milhões.

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23.03.17
ED. 5584

Tempos difíceis

A BR Malls está dando descontos de até 30% no aluguel de lojas em seus shoppings. Não é para menos. A taxa de inadimplência em seus empreendimentos chegou a 5,5%. Para efeito de comparação, a concorrente Multiplan conseguiu parar nos 2,5%.

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23.03.17
ED. 5584

Questão de comunicação

O BNDES oscila entre o salto alto e as sandálias da humildade. Mas a comunicação já melhorou um pouquinho.

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23.03.17
ED. 5584

Derrama atuarial

A Funcef pretende apresentar na primeira semana de abril o plano de equacionamento do fundo Reg/Replan. Os beneficiários vão entrar no mutirão para tapar o buraco de R$ 6,9 bilhões. Consultada, a Funcef disse que o plano “ainda não está finalizado”, mas confirmou que ele envolverá a “contribuição extra de participantes, patrocinadora e assistidos”.

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23.03.17
ED. 5584

O dia D para a Paranapanema

Entre os minoritários e credores da Paranapanema, cresce a expectativa de que a empresa aproveite a divulgação do balanço de 2016, no próximo dia 29, para anunciar o tão aguardado plano de capitalização. O funil é estreito. Entre as diversas hipóteses estudadas pela companhia, teriam restado duas opções sobre a mesa: uma oferta pública em bolsa ou, o mais provável, um aumento de capital conduzido pelos atuais acionistas.

Neste caso, vai sobrar para quem sempre sobrou: Previ e Petros, os dois mais importantes sócios da empresa, com 36%, além da Caixa Econômica, dona de 17% das ações. Contratada em outubro do ano passado com a missão de reestruturar o capital e o passivo da Paranapanema, a RK Partners, de Ricardo K, ainda não disse ao que veio. Literalmente, a companhia tem empurrado suas dívidas para a frente.

Em setembro, firmou com os credores um acordo de suspensão temporária de dívidas, conhecido com standstill. De lá para cá, já prorrogou o waiver por duas vezes, a mais recente no último dia 9 de março. O novo acordo vai até amanhã e, segundo o RR apurou, a Paranapanema tentará outra renovação. O passivo de curto prazo totaliza aproximadamente R$ 1,2 bilhão. Somente entre o segundo e o terceiro trimestres do ano passado, a relação dívida líquida/Ebitda passou de 2,5 para 3,6 vezes.

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23.03.17
ED. 5584

Tonon Bioenergia sem açúcar e sem afeto

Os sócios da Tonon Bioenergia estão em pé de guerra. A família Tonon, acionista controladora, com 58% do capital, quer barrar na Justiça a proposta que o fundo Terra Viva, administrado pela DGF Investimentos, tirou da cartola na semana passada. Tenta evitar, inclusive, que a medida seja votada pela assembleia de credores da companhia. Dono de 35% do grupo sucroalcooleiro, o fundo propôs converter sua participação societária em créditos extraconcursais. Na prática, significa dizer que o Terra Viva poderia receber algo em torno de R$ 400 milhões na frente dos demais credores e acionistas da Tonon, que está em recuperação judicial. Os principais cotistas do fundo são Previ, Petros e Funcef. O RR fez várias tentativas de contato com a Tonon, mas não Tonon Bioenergia sem açúcar e sem afetoobteve retorno até o fechamento da edição.

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23.03.17
ED. 5584

Queiroz Galvão promove sua “venda de garagem”

Em meio à entressafra da construção pesada, a empreiteira Queiroz Galvão colocou à venda, em seu próprio site, um lote de máquinas e equipamentos com 50 itens. O bazar vai de um conjunto de soldas da marca Bambozzi, que custa módicos R$ 5 mil, a um guindaste Peiner, de 710 toneladas, ao preço de R$ 700 mil. Se conseguir vender toda a parafernália pelo valor que está pedindo, o que é pouco provável, a Queiroz Galvão embolsará pouco mais de R$ 8 milhões.

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23.03.17
ED. 5584

Cidade-fantasma

A incorporadora norte-americana Tishman Speyer não apenas suspendeu novos investimentos na área do Porto Maravilha, no Rio, como desmobilizou a equipe que trabalhava nos projetos. Por ora, os norte-americanos vão manter os dois terrenos que têm na região à espera de dias melhores. Até porque vendê-los agora seria prejuízo na certa.

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23.03.17
ED. 5584

Emoção de verdade

Leonardo Picciani não vê a hora de deixar o Ministério dos Esportes. Com uma fornada de reformas em andamento no Congresso, Picciani não tem dúvidas de que pode ser muito mais útil ao governo – e a si próprio – se voltar à Câmara dos Deputados.

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23.03.17
ED. 5584

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Americanas, BR Malls, Paranapanema, Tishman Speyer e Fundo Terra Viva.

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