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Planos
21.03.17
ED. 5582

Postalis encontra mais uma carta-bomba na sua contabilidade

Qualquer dia, os mais de cem mil carteiros do Brasil ainda vão para as ruas protestar contra tantos maus- tratos… Em meio à maior razia da história dos Correios, os funcionários da estatal serão obrigados a engolir mais um prejuízo decorrente da desastrosa gestão do Postalis. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão deverá fazer uma baixa contábil de R$ 65,6 milhões referente à compra de debêntures do Grupo Galileo, responsável pela quebra da Universidade Gama Filho, em 2013. O Conselho Fiscal do Postalis já teria recomendado o writeoff da cifra. Dos mais de R$ 100 milhões que teria de receber, contando os juros, o Postalis embolsou apenas R$ 44 milhões. Procurado pelo RR, o fundo de pensão não quis comentar o assunto.
Em 2011, quando a Gama Filho já patinava em dívidas, o fundo de pensão comprou os papéis pelo valor de face de R$ 81 milhões. O investimento é alvo de investigação na Operação Greenfield, que apura o desvio de recursos nos grandes fundos de pensão do país. Curiosamente, a “ótima” oportunidade de negócio foi conduzida pelo atual presidente do Postalis, André Motta, à época diretor de investimentos da entidade. Não custa lembrar que, em julho do ano passado, o próprio Conselho Fiscal tentou impedir a nomeação de Motta para a presidência da fundação.

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21.03.17
ED. 5582

Sara Joias paga seus pecados

A Sara Joias, uma das preferidas de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo, terá de acertar suas contas com o erário. O Ministério Público do Rio vai entrar com uma ação para que a joalheria devolva ao estado os recursos referentes aos incentivos fiscais recebidos indevidamente entre 2013 e 2016. Levantamento preliminar indica que os incentivos nesse período totalizaram aproximadamente R$ 21 milhões. Mas essa cifra ainda pode subir mais alguns quilates. Os procuradores estão debruçados sobre os autos de todos os processos administrativos contra a Sara Joias na Secretaria de Fazenda.

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21.03.17
ED. 5582

Tapa-buraco

Cargill, Bunge, Louis Dreyfus e Maggi discutem a criação de um consórcio para disputar a concessão da BR-163, prevista para o segundo semestre. As tradings já não suportam mais perder um caminhão de dinheiro a cada safra devido às péssimas condições da rodovia. Só no ano passado, o prejuízo foi de R$ 350 milhões.

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21.03.17
ED. 5582

Reencarnação

Com a maior discrição possível, a Alumini Engenharia, leia-se Grupo Alusa, estaria em busca de um comprador para o que restou da sua carteira de contratos. Em recuperação judicial, a empreiteira foi declarada inidônea pela CGU. Procurada, a empresa nega a venda do controle.

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21.03.17
ED. 5582

Pé na estrada

Na semana passada, o diretor geral da ANP, Décio Oddone, cumpriu intensa agenda de reuniões em Houston, com o objetivo de “vender” o leilão de óleo e gás previsto para o próximo semestre. O foco foram as empresas do “Novo Mundo” do petróleo: China, Índia e Austrália.

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21.03.17
ED. 5582

Os “amigos” de Milton Lyra

Além de Renan Calheiros e Romero Jucá, o lobista e agora delator Milton Lyra tinha uma relação intestina com o também senador Valdir Raupp.

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21.03.17
ED. 5582

PF erra na dose e promove uma carnificina reputacional

A Policia Federal dessa vez não fez conduções coercitivas e vazamentos seletivos, mas exercitou todo o autoritarismo e inconsequência que poderia se imaginar na generalização e exposição irresponsável de um dos setores da economia com maior geração de empregos e inserção competitiva internacional. Todas as autoridades da área agropecuária foram desprezadas, ninguém da cúpula do governo foi consultado, desconhece-se o percentual dos desvios em relação à totalidade da produção e da exportação e ignoram-se as diferenças entre as irregularidades das empresas pode ser que haja bois de piranha nessa carnificina reputacional. Os laudos técnicos são pouco substanciosos para uma operação desse porte e as propinas pagas para calar a fiscalização ainda estão no território da suspeição em diversos casos – portanto, não há culpa decretada para todas as companhias – e o assunto viralizou na internet. A queima de riqueza com o emporcalhando das marcas das empresas é incalculável e tem um impacto redobrado em relação à imagem do país, devido ao acúmulo com o propinódromo da Lava Jato. É um caso onde não há acordo de leniência que arrume as coisas. A operação “Carne Fraca” reforça a percepção de um país sem crédito, moral e vergonha na cara. Cabe um investigação rigorosa, sem dúvida. Mas a PF não podia passar por essa sem uma admoestação pública e confissão de precipitação e mea culpa internacional na condução desastrada das investigações e divulgação como se fosse uma instituição inimiga do aparelho de Estado.

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21.03.17
ED. 5582

O velório de um porta-aviões

O comando da Marinha ainda discute o destino do A-12 São Paulo, o único porta-aviões de combate de sua frota, que será desativado. A ideia original era buscar um comprador, mas dificilmente um país vai se aventurar a adquirir uma embarcação que exige cerca de US$ 300 milhões para ser modernizada. O A-12 foi comprado à França em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique, por US$ 12 milhões. Procurada, a Marinha confirmou que a desmobilização do navio será feita em três anos. Disse ainda que estuda a “solução mais vantajosa para a União Federal”.

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O prefeito João Doria gostaria muito de ter Antonio Maciel Neto em sua equipe. A passagem do executivo pelo maculado Grupo Caoa, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, não contaminou sua reputação.

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21.03.17
ED. 5582

O cargo mais político

Não há cargo mais político do que a presidência da Antaq, entregue a um primo do ministro Gilmar Mendes. Talvez só a Companhia Docas do Estado de São Paulo. O presidente Michel Temer sabe disso.

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21.03.17
ED. 5582

Plano B da ViaVarejo

No limite, o Pão de Açúcar cogita cindir o Ponto Frio das Casas Bahia e negociar cada uma em separado para destravar a venda dos ativos da ViaVarejo.

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21.03.17
ED. 5582

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sara Joias, Louis Dreyfus, Bunge, Maggi, Cargill e Paranapanema.

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