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Planos
20.03.17
ED. 5581

Alckmin tem licença para privatizar a Cesp

O governador Geraldo Alckmin já teria a garantia firme do governo federal de que a renovação antecipada da licença da usina Porto Primavera sairá nas próximas semanas – o contrato atual vence em 2028. Esta é a condição sine qua non para a privatização da Cesp. Porto Primavera é a maior das três hidrelétricas que restaram à estatal, com potência de 1.540 MW. Responde por 95% da capacidade da geração da companhia.

A expectativa do governo é arrecadar acima de R$ 5 bilhões no leilão. A privatização da Cesp está sendo tratada no Palácio Bandeirante como uma espécie de “reforma da Previdência” do governo Geraldo Alckmin. A analogia se aplica à importância da operação, tanto do ponto de vista simbólico quanto fiscal, e ao timing. A ordem é acelerar o processo e colocar o edital na rua até agosto, considerado o prazo limite para que o leilão ocorra ainda neste ano.

A percepção é que, se a licitação for empurrada para 2018, cresce a probabilidade de que ela sequer venha a ocorrer – mais ou menos como a reforma da Previdência. Para atender à Lei 13.360, que permitiu a renovação antecipada das concessões, a transferência do controle das usinas tem de ser concretizada até fevereiro de 2018. Há ainda um fator de mercado que obriga o governo de São Paulo a apertar o passo.

O Palácio Bandeirantes teme a concorrência com as geradoras que serão ofertadas ao mercado no âmbito do PPI – cinco hidrelétricas na fila que deverão ser leiloadas até o fim do ano. Há, portanto, uma corrida pela primazia da preferência dos investidores. No Palácio Bandeirantes, o receio é que, se ficar para depois, a privatização da Cesp seja um fracasso de público e de bilheteria. Até porque as outras duas hidrelétricas da estatal são dois ativos meio lusco-fusco. Paraibuna tem capacidade de 87 MW; Jaguari, ainda menos: 27,6 MW.

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20.03.17
ED. 5581

O exílio de um executivo cansado

Enquanto João Doria se credencia como um forte candidato à presidência, seu velho companheiro Paulo Zottolo parece ter cansado do Brasil. Hoje, passa a maior parte do seu tempo em Miami, de onde comanda a startup Amazon Waters, fabricante de bebidas. Em 2007, quando era presidente da Philips, Zottolo se uniu a Doria e outros personagens para liderar o movimento “Cansei”, uma espécie de “Vem pra rua” pré-redes sociais. Acabou se notabilizando pela desastrosa declaração de que “se o Piauí não existisse, ninguém ficaria chateado”. Zottolo saiu de cena e ninguém ficou chateado.

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20.03.17
ED. 5581

Açúcar na Bolsa

A Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus, prepara uma oferta de ações. Espera captar cerca de R$ 1,5 bilhão.

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20.03.17
ED. 5581

A biografia de Luiza

Luiza Brunet tem propostas para escrever uma autobiografia, com ênfase na relação com Lírio Parisotto. É o capítulo que vai vender o livro.

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20.03.17
ED. 5581

Concha fechada

A Shell determinou que a filial brasileira cancele investimentos no setor elétrico. Com a ordem, a empresa suspendeu um grande negócio que estava prestes a ser assinado, o que, inclusive, causou profundo mal-estar na Aneel.

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20.03.17
ED. 5581

Lar, doce lar

Está explicado por que Adriana Ancelmo era vista cantarolando na prisão, conforme informou o RR na última sexta-feira.

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20.03.17
ED. 5581

Bolsonaro cola ainda mais sua candidatura no eleitorado de farda

Jair Bolsonaro irá menos aonde o povo está do que aonde a soldadesca se reúne. A decisão não é oriunda de uma estratégia rasa: como Bolsonaro tem o contingente das forças nacionais de segurança como sua base de sustentação eleitoral, nada mais natural do que fortalecer sua candidatura junto a esse segmento. O raciocínio é um pouco mais sofisticado.

Bolsonaro identifica dois pontos críticos para galvanização do eleitorado de massa: a vacância de autoridade e a brutal crise de credibilidade. Quanto mais o parlamentar se aproxima do seu grupo de apoio mais a sociedade tende a identificá-lo como detentor da franquia. A lógica do capitão-candidato é intensificar sua programação de viagens por diversos estados para participar de encontros, eventos e ações organizadas por policiais militares e civis, bombeiros e guardas municipais.

A prioridade, é claro, serão as Forças Armadas, consideradas hoje o estamento mais confiável pela sociedade. No último dia 13, durante a audiência entre representantes da Polícia Civil do Rio, em greve desde 20 de janeiro, e a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, um dos filhos de Jair Bolsonaro, portou-se como se fosse um dos líderes da greve da Polícia Civil. Em vários momentos, chegou a defender a continuidade da paralisação. No momento oportuno, Bolsonaro espera que esse engajamento resulte em manifestações de apoio e crescimento nas pesquisas eleitorais. Suas bandeiras são o desenvolvimento, a moralização e o resgate da autoridade, através da presença democrática do representante das forças de segurança como comandante em chefe da Nação.

Em 2016, Bolsonaro esteve presente ou foi mencionado em diversos dos movimentos e protestos da área de segurança, tais como o da PM e bombeiros de Pernambuco; bombeiros, policiais civis e militares na área de desembarque do Aeroporto do Galeão, onde foi estendida uma faixa com os dizeres “Welcome to hell”; e PM de Minas Gerais. Neste ano, pontificou na greve da PM no Espírito Santo e no protesto de mulheres de policiais militares, que atingiu 27 dos 39 batalhões do Rio de Janeiro. Em conversa com o RR, Flavio Bolsonaro negou que o pai fará uma campanha de uma nota só, voltada prioritariamente ao eleitor de farda.

No clã, o entendimento é que hoje a candidatura de Bolsonaro tem representatividade e eco nos mais diversos segmentos da sociedade. Se as redes sociais são o palanque do século XXI, talvez essa observação não esteja de todo errada. Com 3.927.748 seguidores até a noite de ontem, o capitão Bolsonaro está a apenas 400 mil pessoas de se tornar o político brasileiro com a maior comunidade no Facebook, superando Aécio Neves. Para se ter uma ideia do seu poder de alcance nas mídias sociais, uma publicação postada pelo deputado federal no último dia 12 de fevereiro saudando a passagem do Exército pela cidade de Vitória teve quase dois milhões de visualizações.

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20.03.17
ED. 5581

Silêncio dos inocentes

No quesito “indignação”, Eliseu Padilha está muito atrás de Lucio Funaro. Além da queixa-crime já formalizada, o doleiro vai processar José Yunes, que o acusou de ter ido ao seu escritório para pegar um “pacote”. Já Padilha, que na versão de Yunes seria o destinatário do embrulho, ainda não externou qualquer reação à deduragem.

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20.03.17
ED. 5581

Gospel no SBT

Ao pé do ouvido, Edir Macedo tenta convencer Silvio Santos a quebrar um tabu e, pela primeira vez, vender espaço no SBT para programas religiosos.

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20.03.17
ED. 5581

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Biosev e Cesp.

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