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Planos
10.03.17
ED. 5575

Prudential e Chubb avançam sobre participação do BTG

O frustrado acordo com a francesa CNP Assurances é página virada. O BTG Pactual já teria retomado as negociações para a venda da sua participação de 51% na Pan Seguros e na Pan Corretora. Segundo o RR apurou, o banco estaria em conversações com as norte-americanas Prudential e Chubb, que recentemente se uniu à suíça Ace. A operação gira em torno dos R$ 700 milhões.

O BTG já teria também acertado os ponteiros com a sócia Caixa Econômica, dona dos 49% restantes nas duas instituições. Os dois bancos deverão vender conjuntamente suas ações na seguradora e na corretora. Procurados, BTG e Prudential negaram as negociações. Já a Chubb não quis comentar o assunto.

A exigência de tag along feita pela Caixa Econômica teria inviabilizado o acerto entre o BTG Pactual e a CNP Assurances, que se recusou a comprar os 49% do banco estatal na Pan Seguros e na Pan Corretora. Neste caso, tudo leva a crer que o BTG pagou o preço pela conturbada relação entre os franceses e a própria Caixa. A CNP é controladora da Caixa Seguridade, com 51,75% do capital.

Desde o ano passado, tenta antecipar a renovação do contrato que lhe dá exclusividade na venda de seguros nas agências da CEF – o atual vence em 2021. Consta que a Caixa Econômica pediu mais do que os R$ 10 bilhões oferecidos pelos franceses para a renovação do contrato, R$ 2 bilhões a mais do que o valor do acordo em vigor. O banco estatal teria exigido ainda o pagamento antecipado de metade da cifra. A CNP discordou das condições impostas pela Caixa e interrompeu as tratativas.

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10.03.17
ED. 5575

Dose elevada

A norte-americana Advent apresentou uma oferta cheia de zeros pelas participações da Pfizer e da família Melo no laboratório goiano Teuto.

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10.03.17
ED. 5575

A “voz” de Palocci

Branislav Kontic, unha e carne de Antônio Palocci, mantém tratativas com a Lava Jato para uma delação premiada. Com problemas de saúde, Kontic cumpre prisão domiciliar depois que tentou o suicídio na cadeia.

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10.03.17
ED. 5575

Time desfalcado

O Flamengo tem sentido muita falta de Flavio Godinho nas negociações com a inglesa CMS e a francesa Lagardère para assumir a concessão do Maracanã. Godinho sabe tudo sobre o estádio. Foi ele, por exemplo, que convenceu o sócio Eike Batista a ficar com um pedacinho de 5% do Maraca.

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A força tarefa da Operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio de Janeiro, avança a passos largos sobre a área de transporte do governo de Sérgio Cabral.

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10.03.17
ED. 5575

Concórdia, Spinelli e Planner podem somar seus valores

A luta pela sobrevivência no mercado de capitais brasileiro poderá ter um novo capítulo, protagonizado por três das mais tradicionais instituições do país. As corretoras Concórdia, Spinelli e Planner estariam mantendo conversações guardadas a sete chaves para uma fusão. Na prática, são três corpos que já têm um só coração.

Em setembro, do ano passado, a tríade criou uma empresa de infraestrutura de dados, a Nucleos. Desde então, todas as suas operações financeiras estão integradas em uma mesma plataforma digital. Procuradas, Concórdia e Planner negam as negociações e a Spinelli não se pronunciou. Está feito o registro. O que não dá para negar é que praticamente todas as corretoras de valores têm sido atropeladas pelos grandes bancos ou por instituições independentes com estratégias extremamente agressivas, como a XP Investimentos.

É o caso da trinca. Juntas, as três somam pouco menos de R$ 300 milhões em recursos administrados. A Planner ainda tentou desempenhar o papel de consolidadora – entre 1999 e 2009, comprou outras três corretoras, Sanvest, DC e Theca. Ainda assim, não conseguiu ganhar massa crítica suficiente. Do trio que negocia a fusão é a menor, com cerca de R$ 86 milhões sob sua gestão.

Nem mesmo a Concórdia, que nasceu de uma costela da antiga Sadia e carrega a grife Furlan – por um período, o ex-ministro Luiz Fernando Furlan chegou a dividir a gestão do negócio com o filho Luiz Gotardo Furlan e o genro Caio Villares – tem resistido à desigual concorrência com os grandes conglomerados financeiros. No ano passado, não chegou sequer a R$ 20 milhões em receitas com intermediação financeira. Em junho de 2016 (último balanço disponível), a Concordia amargava um prejuízo de R$ 204 mil. No ano anterior, já havia contabilizando cerca de R$ 700 mil em perdas.

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10.03.17
ED. 5575

Efeito Porcão

A maior preocupação do empresário Lucas Zanchetta, dono da finada Porcão, é evitar que a falência da churrascaria contamine a carne mais saudável do seu prato, a Vento Haragano. Credores da rede carioca, à frente o Hard Rock Café, estão pleiteando que a Justiça bloqueie os bens de Zanchetta e de suas empresas. Ou o que sobrou deles. A Vento Haragano é o principal ativo ainda de pé da Brazcarnes Participações, antiga Brasil Foodservice Group. A holding de Luchetta chegou a ter mais de 20 churrascarias. Depois de fechar todos os seus restaurantes, a Porcão teve sua falência decretada pela Justiça do Rio por conta de uma dívida de R$ 4,8 milhões exatamente com o Hard Rock Café.

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10.03.17
ED. 5575

Papel-moeda

A Suzano está prestes a tirar do forno uma emissão de bônus no mercado internacional no valor de até US$ 500 milhões. Será um bom termômetro da confiança dos investidores em relação ao Brasil no longo prazo: os papéis terão vencimento de 30 anos. Boa parte dos recursos será aplicada pela Suzano no segmento de tissue.

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10.03.17
ED. 5575

Questão de lógica

José Anibal, que acaba de devolver a cadeira no Senado ao titular José Serra, poderá ganhar uma secretaria no governo de São Paulo. Prova de que Geraldo Alckmin considera Serra fora do páreo na corrida presidencial. Caso contrário, dificilmente daria essa colher de chá a um colaborador histórico do senador.

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10.03.17
ED. 5575

A volta do gordo

Jô Soares pretende voltar às telas no início de 2018. Mas, a princípio, os planos da Globo para o ex-apresentador passam por trás das câmeras, com a encomenda de uma minissérie.

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10.03.17
ED. 5575

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Suzano, Advent, Teuto, Brazcarnes.

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