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Planos
08.03.17
ED. 5573

Cencosud põe a rede Prezunic na gôndola

Os dois maiores grupos varejistas do Chile trilham caminhos opostos no Brasil. No momento em que a Falabella disputa a aquisição da ViaVarejo, o Cencosud, seu grande rival, estaria preparando a venda de uma de suas bandeiras no país: o Prezunic, cadeia de supermercados com 31 lojas no Rio de Janeiro. Segundo o RR apurou, a Goldman Sachs já teria sido contratada para conduzir a operação. A rede carioca estaria avaliada em aproximadamente US$ 500 milhões.

A recente estratégia de converter alguns dos pontos de venda para o modelo atacarejo, com a bandeira Prezunic Desconto, não tem rendido os resultados esperados. Pelo contrário. Teria ocorrido aumento dos custos operacionais e redução das margens. Além disso, a rede sofre na disputa direta com seus grandes concorrentes regionais, a exemplo do Guanabara e do Mundial, que mantêm políticas de preço extremamente agressivas. Procurado pelo RR, o Cencosud nega a venda do Prezunic.

O que não dá para negar são os maus resultados e a queda da participação da operação brasileira nos negócios do grupo. Em 2011, o Brasil representava 32% de todo o faturamento da companhia. Em 2016, esse número chegou a 23%. Projeções internas indicam que este índice deve beirar os 20% ao longo deste ano. No ano passado, a receita consolida no país caiu 5,3%.

A margem Ebitda recuou 48%. A família Paulmann, controladora do Cencosud, já não consegue mais explicar aos demais acionistas as razões para as seguidas perdas no Brasil – país onde o grupo desembolsou cerca de R$ 4 bilhões em investimentos. No balanço do terceiro trimestre do ano passado, a culpa foi da Olimpíada, que dificultou o acesso às lojas do Prezunic no Rio de Janeiro. No relatório anual de 2016, os maus resultados foram atribuídos “à moratória do Rio e de Minas Gerais”.

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08.03.17
ED. 5573

Uma luz de emergência no caixa da Cemig

A operação da hidrelétrica de São Simão poderá representar a entrada de até R$ 5,2 milhões por dia no combalido cofre da Cemig. O fluxo de caixa excepcional será gerado com a venda da capacidade da usina (1.281 MW médios) no mercado à vista, graças à liminar concedida na última segunda-feira pela Justiça autorizando a estatal mineira a manter a licença até decisão final do STJ sobre a data de expiração da concessão (referente à Medida Provisória 579/2012). Até então, a estatal mineira obtinha uma remuneração fixa quase irrisória com a comercialização da capacidade da São Simão aos distribuidores.

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08.03.17
ED. 5573

Mapa da mina

A H. Stern entregou ao Ministério Público do Rio um relatório de todas as vendas feitas a Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo ao longo de quase uma década. O valor total passaria dos R$ 5 milhões. Trata-se de um passo decisivo para a joalheira fechar seu acordo de leniência.

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08.03.17
ED. 5573

Livro caixa 1

Sergio Herz, acionista e presidente da Livraria Cultura, estaria conduzindo pessoalmente negociações com os grandes credores da companhia. Só com as editoras, as dívidas já passariam dos R$ 40 milhões. Procurada, a Cultura nega as tratativas.

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08.03.17
ED. 5573

Livro caixa 2

Por sinal, as especulações sobre a possível fusão entre a Cultura e a Saraiva têm feito muito bem aos acionistas desta última. Em cinco dias, as ações da Saraiva subiram mais de 15%.

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08.03.17
ED. 5573

Funai entre o índio e o general

Para todos os efeitos, a presidência da Funai foi entregue ao dentista e líder evangélico Antonio Fernandes Toninho Costa. No entanto, dirigentes e funcionários da autarquia já perceberam que o poder está efetivamente nas mãos do general de brigada da reserva Franklimberg Rodrigues de Freitas, empossado no aparentemente menor cargo de diretor de Desenvolvimento Sustentável. Trata-se de uma camuflagem.

O militar assumiu as questões mais sensíveis que orbitam em torno da Funai, a começar pela demarcação de terras e pelo monitoramento de eventuais tensões entre comunidades indígenas e proprietários rurais. São os olhos e ouvidos do general Sergio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), entre os Yanomámi, Xikrins, Xavantes etc. Entre os handicaps do Franklimberg Rodrigues para a função destaca-se o profundo conhecimento da Região Norte, que concentra quase 40% da população indígena brasileira.

O oficial comandou a 1.a Brigada de Infantaria de Selva em Roraima e foi chefe do Centro de Operações do Comando Militar da Amazônia. Sua presença na linha de frente da autarquia neste momento ganha maior importância diante do acirramento dos ânimos causado pelos seguidos cortes orçamentários na Fundação e o consequente risco de protestos e conflagrações em áreas de ocupação indígena – ver RR edição de 6 de janeiro.

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08.03.17
ED. 5573

Um Guaravita para a matar a sede da Britvic

Sedentos por aquisições no Brasil, os ingleses da fabricante de bebidas Britvic estão debruçados sobre os números da Viton 44. Entre outras marcas, a companhia carioca controlada pelo empresário Neville Proa produz o Guaravita e o Guaraviton. A Viton 44 ganhou visibilidade no início desta década com o patrocínio a clubes de futebol do Rio – em cinco anos, gastou mais de R$ 110 milhões. A crise veio, o caixa secou e Neville Proa foi obrigado a suspender os contratos. A aquisição permitiria à Britvic entrar em um novo segmento no Brasil, o de bebidas naturais prontas. A companhia inglesa é dona das marcas de sucos Maguary e Dafruta e fatura aproximadamente R$ 500 milhões por ano no país.

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08.03.17
ED. 5573

Jaguar vs. Cotia

Uma das maiores credoras da Cotia Trading, a Jaguar Land Rover se recusa a discutir A proposta de deságio do passivo superior a 50%. Em recuperação judicial, a Cotia carrega uma dívida de R$ 700 milhões. Só com a montadora inglesa o passivo soma R$ 194 milhões.

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08.03.17
ED. 5573

Um tucano contou

Comentário de um tucano de alta plumagem: “Se a Lava Jato avançar para o seu lado, o que o Aécio fará com o seu ́Eliseu Padilha ́, que atende pelo nome de Andreia Neves?”

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08.03.17
ED. 5573

“Os piores do mês”

O Gabinete de João Doria já fez sua cruel interpretação da decisão do prefeito de premiar o “Secretário do Mês”: mais do que escolher o melhor colaborador do período, Doria vai constranger e expor publicamente os não-eleitos. A cada mês, serão 21 secretários na berlinda.

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08.03.17
ED. 5573

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: H. Stern, Cotia, Jaguar Land Rover, Britvic e Viton 44.

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