Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
pezao-rr-5572
07.03.17
ED. 5572

MP do Rio investiga “contrabando” de benefícios fiscais

O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu mais uma frente de investigação contra o governo do estado. O MP tem indícios de que o governador Luiz Fernando Pezão estaria usando a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude para “contrabandear” benefícios fiscais a empresas, descumprindo a legislação que ele próprio sancionou em dezembro – a Lei 7.495/16 proibiu a concessão de incentivos tributários no Rio pelos próximos dois anos. As investigações do MP levam de arrasto a Claro. Em fevereiro, a operadora recebeu cerca de R$ 8 milhões em benefícios direcionados ao patrocínio do torneio de tênis Rio Open 2017. O MP está escarafunchando todos os pedidos de incentivos semelhantes em tramitação na Secretaria de Esporte. Em tempo: não custa lembrar que Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, comandou o órgão até janeiro deste ano. Procurada, a Secretaria afirmou que “os incentivos fiscais concedidos a empresas parceiras do Estado se pautam pelo rigoroso respeito às leis e aos critérios técnicos previstos na Lei de Incentivo ao Esporte”. Já a Claro não quis se pronunciar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

petros-rr-5572
07.03.17
ED. 5572

Marcopolo “ajuda” a reduzir o rombo da Petros

A Petros prepara-se para saltar do ônibus da Marcopolo. O fundo de pensão deverá vender, por meio de um leilão em Bolsa, sua participação na empresa – 9% do capital total. Que outra escolha? A operação faz parte da estratégia da Petros de se desfazer de ativos em renda variável para cobrir seu déficit atuarial – conforme antecipou o RR na edição de 19 de janeiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

Uma cerveja que vale ouro

Há apenas quatro meses no cargo, a vice-presidente de marketing da Pepsico no Brasil, Daniela Cachich, tem sido intensamente cortejada por head hunters. De onde vêm os caçadores? No setor, há quem diga que a AmBev pagaria o que fosse para ter a executiva que até outubro do ano passado comandava toda a estratégia de vendas da Heineken no Brasil. Ainda mais agora que os holandeses compraram a Brasil Kirin.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

Nissan pisa fundo

A Nissan vai investir R$ 700 milhões no Brasil neste ano. Tem planos ainda de produzir um novo veículo popular a partir de 2018. Procurada, a Nissan confirma o investimento, mas nega a produção de outro modelo além do crossover Kicks, previsto para este ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Os nove processos de investigação abertos pela Caixa Econômica para apurar irregularidades no FI-FGTS perigam acabar em pizza. Por ora, todos apontam em uma única e conveniente direção: o ex-vice-presidente e delator Fabio Cleto. Consultada, a Caixa diz apenas que “está em contato permanente com as autoridades”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

Morte anunciada

A Elekeiroz, braço petroquímico dos Setubal, fechou sua unidade de plastificantes e anidrido ftálico no Pólo de Camaçari. A pedra já estava cantada desde o ano passado, quando a empresa fez uma baixa contábil de R$ 50 milhões referente ao ativo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

A Meirelles, a maré mansa da economia; a Temer, as bombas da Lava Jato

Michel Temer, ao mesmo tempo em que se enrola no arame farpado da Lava Jato, começa a colher bons resultados na economia. Corre o risco, contudo, de ver diluída sua autoria no conjunto da obra. No momento, a visibilidade está toda voltada para Henrique Meirelles, tornado primeiro-ministro pelas circunstâncias. É ele quem decide tudo. Mas digamos que Temer, por direito, foi quem semeou melhorias nos fundamentals, aumentando a previsibilidade das políticas monetária e fiscal.

Não resta dúvida de que colaborou. Se bem que, pelo menos nessa fase, a conjuntura melhoraria por suas próprias pernas – e quem acompanha o RR já sabia – em decorrência da “teoria perversa da economia”, a mesma tese do fundo do poço que apregoa a recuperação estatística após um declínio profundo. A boa novidade, entretanto, é a brisa que sopra os preços das commodities, pressionando em favor da desvalorização do dólar, a melhoria dos termos de troca e um saldo bem mais favorável na balança comercial. Ou seja: um ambiente externo mais amigável para o Brasil. No mais, a inflação desce abaixo da meta de 4,5% – na previsão mais otimista chega a 4% em dezembro – e a Selic cai entre 9% e 9,5% no final do ano.

Por sua vez, o PIB encerra 2017 também em perspectiva mais alvissareira, na faixa de 1%, mas com a expansão da atividade produtiva rodando entre 2,5% e 3% no último trimestre. A aprovação das reformas da Previdência e trabalhista altera pouco o cenário do curtíssimo prazo. Ambas já estão precificadas. No entanto, uma eventual votação contrária no Congresso, especialmente no caso da Previdência, teria um forte impacto sobre as expectativas. Os investidores continuam regidos pela insegurança decorrente da Lava Jato, que voltou a subir elevados decibéis, e pela mais do que provável desmontagem do carry trade devido à queda dos juros.

As empresas e as famílias continuam padecendo as agruras da desalavancagem, depois de baterem o recorde de endividamento da história do país. As bolsas permanecem com tendência de alta ao sabor dos ventos das commodities, aguardando, entretanto, uma sinalização mais firme da política monetária norte-americana. E o desemprego? Ele desafina a maré de números positivos de 2017.

Por uma lógica inercial própria, a taxa de desocupação é a última a se recuperar com um atraso de quatro a cinco meses. Antes disso pode subir, ultrapassando os 14%. A percepção da melhoria do cenário econômico, portanto, fica nublada sem uma queda nítida do nível de desemprego. Vale anotar que o ministro Henrique Meirelles assumiu uma posição confortável no xadrez político: fatura o que der certo na política econômica e deixa deslizar por gravidade para Temer tudo aquilo que der errado. Hoje, Meirelles posa de âncora e o presidente de goma arábica. O que colar em Temer colou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

Algar Telecom: debêntures à vista

A mineira Algar Telecom, uma ilha entre as grandes operadoras de telefonia do país, está saindo à caça de recursos. A empresa da família Garcia prepara uma emissão de debêntures da ordem de R$ 320 milhões. A prioridade da Algar é acelerar a instalação de uma rede de fibra ótica em toda a Região Sul. O ponto de partida do projeto foi a recente aquisição da catarinense Optitel, dona de uma malha ótica de 10 mil quilômetros.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

Gospel in Rio

No próximo dia 13 de julho, o Parque Olímpico do Rio sediará um grande evento de música evangélica. Dessa vez, é bem provável que o prefeito Marcelo Crivella caia na “folia”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17
ED. 5572

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Algar Telecom, Petros, Marcopolo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.