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Planos
06.03.17
ED. 5571

Ferrovia do Pará busca seu bilhete para o PPI

Um grande projeto estruturante, desses que só aparecem no Brasil de 30 em 30 anos, está pedindo passagem no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Trata-se da Ferrovia do Pará (Fepasa), um empreendimento importante não apenas per si, mas também pelo seu potencial de viabilizar economicamente outros braços do sistema logístico na Região Norte. O investimento previsto é da ordem de R$ 14 bilhões.

Há avançadas negociações entre o governador do Pará, Simão Jatene, e o ministro Moreira Franco para que o projeto seja incluído no PPI e ofertado em leilão já na primeira leva de concessões de infraestrutura, ainda no primeiro semestre. O anúncio oficial deverá sair em até 30 dias. A expectativa é que a licitação da Fepasa ocorra até mesmo antes da concessão da Ferrogrão, um dos projetos originais do PPI.

Grupos nacionais e estrangeiros já demonstraram interesse pela operação da ferrovia paraense. A Fepasa tem a marca registrada do ex-presidente da Vale Eliezer Batista, mentor do projeto – como, aliás, de algumas das maiores engrenagens logísticas do país. Os estudos de viabilidade técnica e econômica, de responsabilidade da Pavan Infraestrutura, já estão concluídos. São 1.312 quilômetros que ligarão Santana do Araguaia ao porto de Vila do Conde, em Barcarena, no Pará.

A ferrovia será destinada, notadamente, ao escoamento de minério. Ela está projetada para atingir, gradativamente, a capacidade de transporte de 120 milhões de toneladas/ano, uma meta absolutamente exequível com base nas 32 minas já em operação ou que entrarão em produção ao longo do seu traçado nos próximos anos. Ao todo, a ferrovia cortará 23 municípios – o governo paraense, por sinal, já iniciou os procedimentos para as 760 desapropriações que terão de ser feitas em toda a sua extensão.

Além da sua relevância para o escoamento da produção de minério no Pará, a Fepasa poderá dar maior economicidade à Norte-Sul, uma ferrovia cheia de pontilhados. São vários trechos atrasados, alguns que sequer saíram do papel e outros que, mesmo construídos, ainda sofrem com o baixo volume transportado. Bastarão cerca de R$ 500 milhões para a construção de um ramal de 58 km entre a Fepasa e a Norte-Sul, um pequeno trecho que dará à esta última uma saída portuária por Vila do Conde.

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06.03.17
ED. 5571

Repatriação ao cubo

Nem sequer rolou a repatriação 2.0 e a Receita Federal já cogita uma terceira rodada para o final do ano. É para catar o milho que ainda sobrou lá fora. Qualquer insinuação sobre o assunto, o secretário da Receita, Jorge Rachid, desmente com as duas mãos sobre a Bíblia.

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06.03.17
ED. 5571

Bye, bye, Eike

O Mubadala já se movimenta para ficar com os 35% da CCX Carvão, na Colômbia, que ainda pertencem à EBX.

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06.03.17
ED. 5571

O calvário da Leader

Fabio Carvalho, novo dono da Leader Magazine, está penando para obter a adesão de bancos e fornecedores ao plano de recuperação extrajudicial da rede varejista. Até agora, conseguiu renegociar pouco mais de R$ 300 milhões em dívidas. O passivo total da Leader supera R$ 1,1 bilhão.

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06.03.17
ED. 5571

Homenageado

Articula-se uma grande homenagem de oficiais da reserva ao comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Boas.

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06.03.17
ED. 5571

Crise do Rio deixa BR Properties com dois elefantes brancos

A BR Properties, braço de empreendimentos comerciais da GP Investimentos, foi atingida em cheio pela crise econômica do Rio de Janeiro. Nem mesmo a estratégia comercial de guerra adotada pela empresa tem sido suficiente para povoar as 137 salas comerciais e 37 lojas do Passeio Corporate, seu maior empreendimento na cidade – o custo total beirou os R$ 400 milhões. A BR Properties já baixou o valor do metro quadrado dos escritórios de R$ 120 para algo em torno de R$ 80. Ainda assim, não conseguiu encontrar uma corporação disposta a alugar integralmente as salas comerciais, como seu foi a sua pretensão. No limite, a empresa vai ser obrigada a fazer o que não queria: locar separadamente os espaços. Ressalte-se que o Passeio Corporate não é um espécime isolado na carteira da BR Properties. A empresa tem outro elefante branco na cidade: a Torre do Almirante. A companhia pena tentando achar substitutos para o vazio deixado pela Petrobras, que devolveu o edifício no ano passado. Não poderia haver momento mais perverso para isso. Em meio à maior crise econômica do estado do Rio, a BR Properties tem 36 andares ou 41 mil metros quadrados encalhados.

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06.03.17
ED. 5571

Sócios do BTG desembarcam da Mitsubishi

A BTG MB, uma espécie de country club que reúne investimento sortidos dos sócios do BTG Pactual, estaria em busca de um comprador para a sua participação de 20% na MMC Automotores do Brasil, que representa a Mitsubishi no país. O negócio nasceu, sobretudo, da relação de amizade entre André Esteves e o empresário Eduardo Souza Ramos, a face da montadora japonesa no país. Procurado, o BTG nega a venda. Já a Mitsubishi não quis se pronunciar. Em tempo: a MMC também tem seus percalços com a Justiça, guardadas as devidas proporções em uma escala até maior. Dois de seus executivos, Robert de Macedo Rittcher e Paulo Arantes Ferraz, já foram condenados a quatro anos e dois meses de prisão no âmbito da Operação Zelotes por participar do esquema de pagamento de propinas a conselheiros do Carf.

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06.03.17
ED. 5571

Ao pé do ouvido

Grandes usineiros paulistas foram ao presidente Michel Temer pedir que o governo freie as importações de etanol anidro. Embora a produção de cana esteja na entressafra, as usinas ainda dispõem de expressivos estoques. Com o aumento das importações, os preços do etanol anidro já caíram quase 5% desde dezembro.

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06.03.17
ED. 5571

A caminho da bolsa

O laboratório farmacêutico Biotoscana, controlado pelo fundo norte-americano Advent, vai seguir a bula do mercado de capitais: prepara seu IPO para o segundo semestre.

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06.03.17
ED. 5571

Onipresente

A Mitsui já destacou uma equipe para mergulhar nos números da Sulgás, a distribuidora gaúcha que será privatizada como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul.

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06.03.17
ED. 5571

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mubadala, BR Properties, Leader Magazine e Biotoscana.

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