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Planos
secretaria-rr-5561
15.02.17
ED. 5561

BR, Raízen e Ipiranga deixam Fazenda paulista de tanque seco

Com as devidas ressalvas, as grandes distribuidoras de combustíveis talvez sejam o que existe de mais próximo do setor de construção pesada no Brasil. Operam em oligopólio, massacram concorrentes menores, passam por cima dos órgãos antitruste e atropelam até mesmo o Fisco. É o caso da BR Distribuidora, Raízen e Ipiranga, ases do volante na arte de desviar da Secretaria de Fazenda de São Paulo.

O trio acumula cerca de R$ 570 milhões em autuações pelo não recolhimento de impostos estaduais, segundo dados disponibilizados no site (http://www.dividaativa.pge.sp.gov.br/ da-ic-web/inicio.do). Dever ao Fisco, como bem se sabe, não é crime. Muito menos contestar a cobrança de tributos, seja na esfera administrativa ou judicial. No entanto, aos olhos da Fazenda de São Paulo, BR, Raízen e Ipiranga têm se utilizado de uma série de chicanas não só para não recolher os impostos, mas também para não serem inscritas no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados (CADIN) – quem está na lista não pode fazer negócios com governos, por exemplo.

Consultada, a Secretaria de Fazenda preferiu não se pronunciar, alegando que “informações relativas a autuações são protegidas por sigilo fiscal”. BR, Raízen e Ipiranga não quiseram comentar o assunto. O RR também entrou em contato com o Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes), que representa as distribuidoras. A entidade declarou que “só responde sobre temas comuns a todas as associadas”. Curiosamente, em novembro do ano passado o próprio Sindicom lançou, nas mídias impressa e digital e nas redes sociais, uma alentada campanha publicitária contra fraudes e sonegação de impostos. Casa de ferreiro, espeto de pau. Alguns dias depois, a ANP multou postos da BR Distribuidora, Raízen e Ipiranga no Rio de Janeiro ao encontrar combustível adulterado.

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17/03/17 9:55h

Distribuidoras de combustíveis são experts na sonegação de impostos | JBr.

disse:

[…] Elas operam em oligopólio (poucos vendedores para muitos compradores), arrasam concorrentes menores e passam por cima até do fisco. As grandes distribuidoras de combustíveis no Brasil, BR Distribuidora, Raízen e Ipiranga são experts na sonegação de impostos à Secretaria de Fazenda de São Paulo. As informações são do portal Relatório Reservado. […]

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15.02.17
ED. 5561

Meirelles monitora o troca-troca das reformas

Henrique Meirelles já identificou movimentos subterrâneos para mudar a ordem de votação das reformas no Congresso. A reforma do Trabalho iria para a pauta antes da Previdência. O troca-troca seria amparado pela confusão nos estados, ou seja, a nova regulamentação do trabalho se misturaria com um novo ordenamento constitucional para o instituto da greve. A reforma da Previdência, mais complicada, ficaria para o segundo tempo. Meirelles já cantou para suas hostes que, se a novidade prosperar, não fica no governo.

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15.02.17
ED. 5561

Indiano no Teuto

Uma das maiores farmacêuticas da Índia, a Lupin estaria negociando a compra das participações da Pfizer e da família Melo no laboratório Teuto. A pedida gira em torno de R$ 1,2 bilhão.

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15.02.17
ED. 5561

Candidata a imortalidade

A jornalista Míriam Leitão é candidatíssima à Academia Brasileira de Letras (ABL).

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15.02.17
ED. 5561

Carro difícil de pegar

Os executivos da Jaguar Land Rover no Brasil se perguntam até quando os ingleses vão digerir os prejuízos da fábrica de Itatiaia (RJ), inaugurada há menos de um ano. A montadora desembolsou cerca de 200 milhões de euros para produzir dois mil veículos por mês. Em média, tem vendido apenas 700 por mês no país. Procurada, a empresa diz que a produção subirá gradualmente.

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15.02.17
ED. 5561

Kroton inicia o ano com notas baixas no Fies

Rodrigo Galindo, CEO da Kroton, começa o ano letivo com notas baixas. No momento em que o Cade ameaça dar um zero para a fusão com a Estácio, Galindo enfrenta também números frustrantes em relação ao Fies. Neste primeiro semestre, a Kroton registrou o menor volume de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil dos últimos cinco anos.

Foram 15.004 novos alunos, praticamente a metade dos 29.789 contabilizados no início de 2016. A um tíquete-médio mensal de R$ 794,30 por estudante, significa uma perda de faturamento de R$ 145 milhões ao longo de um ano. Procurada pelo RR, a Kroton confirma o número de inscrições pelo Fies. Mas afirma que “a taxa de conversão de matrículas (que mede a relação entre o número de potenciais candidatos a uma vaga e o de alunos efetivamente inscritos) foi positivo”. Está feito o registro.

O Fies representa aproximadamente 10% da receita da Kroton. Poderia ser mais se a empresa não tivesse perdido tanta participação na divisão do bolo. Em relação a janeiro do ano passado, sua participação sobre o número total de inscritos no Fies recuou de 11,9% para 9,8%. Se alguém perde, outro vem e acha. Foi o caso da Ser Educacional, que saiu de 6% para 8%. Esse pêndulo reflete uma fragilidade geoeconômica da Kroton. Os critérios para a divisão de vagas do Fies têm privilegiado os pedidos de financiamento em regiões mais carentes como o Norte e Nordeste, áreas onde o grupo tem uma operação modesta se comparada à sua estrutura no Sudeste e Sul do país.

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15.02.17
ED. 5561

Ex-chefão da F-1 estaciona no Brasil

O inglês Bernie Ecclestone, recentemente ejetado da Fórmula-1 após mandar e desmandar na categoria por mais de 40 anos, vai passar boa parte da sua “aposentadoria” no Brasil. Ecclestone está garimpando novas lavouras de café no interior de São Paulo, onde já possui uma propriedade, a Fazenda Ycatu. Tem planos também de investir no setor imobiliário, com a construção de condomínios de luxo. Ecclestone, 86 anos, é casado com uma brasileira, a advogada Fabiana Flosi. É também muito amigo do ex-piloto Nelson Piquet, com quem deve dividir o cockpit de alguns de seus investimentos no Brasil.

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15.02.17
ED. 5561

Usiminas

Em breve, mais um capítulo inédito da novela “A perseguição da Techint a Rômel de Souza”. O episódio promete fortes emoções.

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15.02.17
ED. 5561

Secretaria da alegria

Ricardo Amaral, Boni e Roberto Medina, que conhecem como ninguém a vocação festeira do Rio, defendem que a melhor e mais barata iniciativa para esquentar o turismo é criar dezenas de eventos animados em todos os pontos da cidade, publicizados pela Prefeitura. A questão agora é fazer Marcelo Crivella cantar como a Ivete: “E vai rolar a festa…”.

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15.02.17
ED. 5561

Fora de campo

Segundo informações filtradas junto à própria empresa, a OAS está tentando empurrar sua participação de 50% na Arena Fonte Nova para a Amsterdam Arena, gestora do estádio baiano. A empreiteira nega.

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15.02.17
ED. 5561

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Teuto e Lupi.

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