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Planos
09.02.17
ED. 5557

Essentium quer distância dos fantasmas da Delta

A espanhola Essentium procura um comprador para a Allianza Infraestruturas do Brasil. Para quem não associou o nome à pessoa, trata-se da casca criada para abrigar os ativos e os despojos da antiga Delta Engenharia, a célebre empreiteira de Fernando Cavendish, praticamente um irmão siamês de Sergio Cabral durante o seu governo. Segundo o RR apurou, um dos candidatos ao negócio seria a China Communications Construction Company (CCCC), gigante da construção pesada que recentemente comprou o controle da Concremat Engenharia.

Coincidência ou não, a inapetência da Essentium pela empreiteira cresce à medida que a Justiça avança sobre Sergio Cabral e seus múltiplos avatares na iniciativa privada. A troca de identidade da Delta não apagou seu passado. E, o que é pior, talvez o seu presente. De acordo com uma fonte do RR que conhece as entranhas da companhia, ainda haveria algo de Cavendish nos negócios da Allianza.

O RR fez várias tentativas de contato com a empresa por telefone e e-mail, mas não obteve retorno até o fechamento da edição. A Essentium fechou a compra da antiga Delta há menos de dois anos. Pagou cerca de R$ 450 milhões para ficar com o chamado acervo técnico, incluindo uma carteira de sete contratos – entre eles a construção de um centro de processamento de dados da Caixa Econômica em Brasília e a manutenção de uma rodovia em São Gonçalo (RJ). No entanto, a operação não deslanchou como os espanhóis esperavam, até porque eles tiveram a má sorte de pegar pela frente a grave crise financeira do Rio e a escassez de grandes obras no estado. Mas o que pesaria mesmo na decisão da Essentium é o “Risco Cavendish”.

A rigor, a Essentium nem precisava atravessar o Atlântico para se atolar em obscuros canteiros de obra. Já bastam os problemas que tem em sua terra. O grupo acumula dívidas com bancos, com trabalhadores e com a própria Seguridad Social, a previdência espanhola. Nos últimos meses, seus empregados têm feito seguidas manifestações contra a empresa. A crise do grupo chegou até o futebol. Acionista da Essentium, Susana Monje foi recentemente “convidada” pelo Barcelona a deixar o cargo de vice-presidente de finanças do clube catalão.

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09.02.17
ED. 5557

Rumo à ViaVarejo

O empresário Carlos Wizard, dono do Mundo Verde, está se unindo a outros investidores para fazer uma oferta pela ViaVarejo, leia-se Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que a operação chegue aos R$ 4 bilhões. Seria a sua grande tacada desde a venda da escola de idiomas Wizard.

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09.02.17
ED. 5557

Um facho de luz

O governo deverá marcar ainda para este semestre um leilão de energia solar e eólica. É um alento aos investidores do setor que têm gastado milhões de dólares em novos projetos e passaram 2016 em branco. Ao longo do ano, a Aneel não fez sequer uma contratação de energia eólica.

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09.02.17
ED. 5557

Mulheres no comando

Esposas de policiais militares do Rio estão se reunindo no WhatsApp para convocar protestos contra o governo do Rio. A rebelião digital é altamente organizada: os grupos foram divididos por área de batalhão e há uma espécie de hierarquia entre as participantes. A primeira amostra do seu poder de mobilização está prevista para amanhã: as mulheres dos PMs estão organizando manifestações na porta dos batalhões, com início previsto para às seis da manhã.

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09.02.17
ED. 5557

FGTS: um estalinho na economia

Em relatório enviado a grandes clientes na semana passada, o Santander rebateu o discurso do governo de que a liberação das contas inativas do FGTS dará um gás à economia. Segundo o banco espanhol, a medida terá um impacto “modesto” sobre o PIB, algo em torno de 0,25% sobre a taxa deste ano e de 0,17% sobre o resultado de 2018. Não obstante o estoque total das contas inativas, de R$ 41,4 bilhões, a instituição alerta que a liberação dos recursos será diferida ao longo de 12 meses, apenas nas datas de aniversário dos correntistas. Além disso, crava que boa parte do dinheiro não será destinada ao consumo direto, por conta do alto desemprego. O banco espanhol também se mostra cético quanto à contribuição da medida para a redução da inadimplência, como apregoa o governo. O relatório lembra que cerca de cerca de R$ 20 bilhões estão concentrados em 1% das contas e pertencem à faixa de trabalhadores com maior nível de empregabilidade, menos expostos a dívidas. Em tempo: espera-se que, desta vez, nenhum analista do Santander seja demitido por confrontar o governo.

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09.02.17
ED. 5557

BTG poda suas florestas

O BTG Pactual pretende vender seus ativos florestais na Estônia, na Hungria e na África do Sul. Coisa de US$ 200 milhões. São folhas de outono se comparadas à carteira total do banco no setor, avaliada em US$ 3 bilhões. A maior parte do 1,5 milhão de hectares sob gestão do fundo BTG Pactual Timberland está concentrada no Brasil, Estados Unidos e Uruguai.

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09.02.17
ED. 5557

Aço derretido

Benjamin Steinbruch tem sido aconselhado por executivos e advisers da CSN a se desfazer da Lusosider. A siderúrgica portuguesa é considerada uma ilha dentro do grupo. Responsável por 7% da produção total de aço da CSN, tem reduzida rentabilidade e baixíssima sinergia com as operações no Brasil. Por ora, no entanto, Benjamin trata a recomendação com a habitual empáfia.

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09.02.17
ED. 5557

Aqui se fala, aqui se paga

E o Paulo Hartung, hein? Tripudiou da gestão fiscal de todos os estados em crise. Agora, está amontando cadáveres no Espírito Santo. Já são 85 corpos na sua soleira. Pelo menos até o fechamento desta edição.

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09.02.17
ED. 5557

Mera formalidade

O Palácio do Planalto calcula que a indicação de Alexandre de Moraes ao STF já tem 60 votos líquidos e certos no Senado. Por sinal, mais um e iguala a votação de Eunício de Oliveira à presidência da Casa.

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09.02.17
ED. 5557

Carna-crise

Samba-canção da crise: há menos de um mês do Carnaval, a arrecadação com a venda de camarotes na Marques de Sapucaí é a menor em mais de uma década.

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09.02.17
ED. 5557

American arm

O Marfrig pretende realizar o IPO da Keystone, seu braço nos Estados Unidos, até setembro.

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09.02.17
ED. 5557

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: ViaVarejo, Sforza (Carlos Wizard), BTG e CSN.

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