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Planos
08.02.17
ED. 5556

Mexicano GAP tira seu bilhete para as licitações do PPI

O Grupo Aeroportuario del Pacífico(GAP) está aterrissando no Brasil em busca de uma espécie de seguro para a “Era Trump”. A companhia mexicana vai disputar o leilão de licenças aeroportuárias previsto para março. Deverá chegar de braços dados com um grande operador europeu do setor já presente no país.

Segundo o RR apurou, representantes do GAP estiveram reunidos recentemente com o agora ministro Moreira Franco, controlador de voo das PPIs. Os “destinos” preferidos dos mexicanos são os terminais de Salvador e de Porto Alegre – também estão sobre o balcão as licenças de Fortaleza e Florianópolis. A aposta do GAP no Brasil é um hedge à perda de altitude do mercado aeroportuário no México, que deverá se acentuar com as restrições econômicas e as barreiras imigratórias impostas por Donald Trump.

Em 2016, o fluxo de passageiros no país cresceu 13%. Para este ano, a estimativa é que a taxa chegue a 9%, caindo para perto de 5% até 2020. Hoje, o GAP está inteiramente indexada aos altos e, neste momento, baixos da economia mexicana. Todas as 12 concessões sob o seu guarda chuva estão localizadas no país, com destaque para as duas maiores: os aeroportos de Guadalajara e Tijuana.

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08.02.17
ED. 5556

Uma Libra a menos no carnaval carioca

Este ano não vai ser igual àquele que passou, aliás, aos outros que passaram: o Carnaval carioca não terá o camarote Libra/Grande Rio, um dos mais babilônicos da Marques de Sapucaí. Pode ser até que o empresário Jayder Soares, patrono da escola de samba e apontado como dono do jogo do bicho em Duque de Caxias, toque o barco sozinho. Mas dificilmente terá a tradicional parceria com o amigo Gonçalo Torrealba, manda-chuva do Grupo Libra, que transformou o camarote em uma passarela de autoridades, parlamentares e empresários daqui e do exterior. Neste ano, com o enredo nacional da Lava Jato, não parece boa ideia ser o anfitrião da boca livre no Sambódromo. Melhor reduzir a exposição da imagem. A título de ilustração: o falecido ministro Rodolpho Tourinho compareceu uma vez a essa folia momesca. Quando chegou ao camarote e viu a promiscuidade entre o público e o privado, se mandou, ressabiado, não sem antes comentar: “Cruzes, eu não sabia do que se tratava. Não volto nunca mais aqui”.

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08.02.17
ED. 5556

Grana para startups

A alemã Bertelsmann, gigante dos setores de mídia e editorial, e a norte-americana Redpoint e.ventures estão se unindo para investir em startups no Brasil. Entre outros negócios, os germânicos são sócios no país do site JusBrasil e da plataforma de produtos financeiros Bidu.

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08.02.17
ED. 5556

Domínio completo

A Dynamo e a Squadra Investimentos não entraram nos shoppings da BR Malls a passeio. Além de trabalhar pela saída de Carlos Medeiros da presidência, conforme adiantou o RR na edição de 17 de janeiro, a dupla também pressiona por mudanças na área financeira, hoje nas mãos do executivo Frederico Villa. Procurada, a Dynamo nega. Já a Squadra não se pronunciou.

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08.02.17
ED. 5556

Luta de classes

Nessas horas, o andar de baixo não perdoa: entre os carcereiros, as refeições de Eike Batista já ganharam o apelido de “Mr. Lam”.

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08.02.17
ED. 5556

Bolsa-Mercosul

A BM&F Bovespa prepara um novo aporte de capital na Bolsa de Santiago. Sua participação societária deverá subir de 10,4% para algo perto de 15%.

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08.02.17
ED. 5556

Será 2018 o ano consecratio de Temer?

A proposta do economista Aloisio Araujo (FGV) de fazer uma reforma tributária em 2021, virtual segundo ano de superávit primário, tocou fundo os corações e mentes do alto comando peemedebista. Eis aí a potencial bandeira da campanha presidencial de Michel Temer. Ela foi hasteada no alto do mastro do Palácio do Planalto. Os ministros da casa, Eliseu Padilha e Moreira Franco, fizeram o presidente Temer ler duas vezes o artigo de Aloisio Araujo, segundo fonte do RR. Mas o que parece um achado é, na verdade, a algaravia de reformas, com reações alternadas em tempos distintos, que levariam o país ao crescimento sustentado. Seria o dia em que a oposição diria: “Ok, Temer! Com seus truques vampirescos, você venceu”.

O primeiro passo veio com a PEC 241. Foi pouco. No projeto do professor Aloisio Araújo, o governo tem que mostrar sua força e aprovar as reformas da previdência e trabalhista. Essas mudanças nas regulamentações permitiriam um forte choque de expectativa capaz de aumentar a arrecadação em 2018, ano chave para o enlace de todos os fatos. Segundo a FGV, o PIB no último trimestre de 2017 estará crescendo 3% na margem, o que vai puxar o índice acima de 1,5% – a projeção mais otimista para 2018.

O PIB maior traz recursos tributários provenientes do aquecimento da economia, que interagem com a PEC do Teto por meio da geração de superávit primário. Em 2020, o país já estaria com folga fiscal. Em 2021, o superávit permitiria a estabilização da dívida bruta/PIB. A ideia é o governo marcar previamente este período como aquele da reforma tributária, que seria a pedra de toque do programa político eleitoral. Quando ouvem falar em reforma tributária, empresários, governadores e prefeitos tendem a sacar a pistola.

O que Temer oferece é um bombom: repartir algum dinheiro do primário para os estados e municípios e reduzir a carga tributária, agraciando os empresários. Aloisio Araujo, o matemático, garante que vai ter dinheiro, aliás quem garante é a PEC 241, a tal do Teto, que vai blindar o orçamento, liberando verba tributária novinha em folha. Como a dívida estará paralisada e os juros, mais baixos, o abatimento do passivo interno poderia ser feito sem pressa, com apenas uma parte do resultado primário. A outra iria para o desenvolvimento, ou seja, redução do custo empresarial e aumento dos repasses condicionados às obras de estados e municípios.

E o povaréu nesta equação? Ó, xente, até meados de 2018, o governo estima que voltem entre 500 mil e 700 mil empregos, mais ou menos lá por outubro. É um número pequeno se confrontado com a projeção de 13 milhões de desempregados em 2017. Mas a partir daí o crescimento das vagas seria exponencial. Em 2021, o Brasil voltaria novamente a nadar em pleno emprego. Os recuos de conquistas sociais e direitos seriam o preço a ofertar no altar do mercado. Não é impensável, portanto, imaginar Michel Temer candidato, um “andador que no tiene otra solución si no seguir el camiño que ha elegido”. O professor Aloisio Araujo já terraplenou um trecho para que o mordomo de vampiro prossiga sua assombração.

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08.02.17
ED. 5556

Um inimigo íntimo no caminho da Ale e da Ipiranga

Antes mesmo da pressão de concorrentes diretos, como a Raízen, a cruzada contra a venda da Ale para a Ipiranga começa “dentro de casa”. Um bloco com mais de uma centena de proprietários de postos da própria Ale foi ao Cade reivindicar a suspensão do negócio. Com uma razoável estrutura jurídica por trás, os insurretos têm municiado o Conselho com informações e documentos para comprovar a concentração de mercado.

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08.02.17
ED. 5556

Vivo party

“Festa” na Vivo: na última semana, a companhia bateu as 600 demissões em seis meses.

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08.02.17
ED. 5556

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Vivo, Ale, Bertelsmann e Redpoint e.ventures.

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