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Planos
30.01.17
ED. 5549

Cabral: do Glória para Bangu

Eike Batista e Sérgio Cabral quase viraram sócios. Formais. O RR tem certeza do que diz. No auge da popularidade do então governador do Rio, Eike ofereceu ao amigo do peito uma opção para participar minoritariamente do Hotel Glória. Tratava-se de um mimo.

Os secretários mais próximos de Cabral souberam da proposta, assim como a entourage de Eike. A operação se consumaria após sua saída do governo do estado. As conversas entre ambos não excluíam a manutenção da carreira política de “Serginho”, àquela altura um potencial candidato à presidência da República. Muito pelo contrário. A essência era juntar um dos mais bem avaliados governantes e o mais pop empresário do Brasil para criar um cinturão de empatia em torno do Glória.

Seria o início de um take over do estado do Rio. O Glória era um dos mais caros presentes de Eike Batista para o Rio: a reforma do hotel estava orçada em mais de R$ 100 milhões. Hoje é um sarcófago à beira da Baía de Guanabara. As obras estão paradas há mais de três anos. A batata quente está nas mãos do Mubadala, o fundo de Cingapura que herdou o hotel. Não por falta de tentativa de se livrar do problema. Em 2014, a suíça Acron comprou o empreendimento para devolvê-lo aos asiáticos poucos meses depois.

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30.01.17
ED. 5549

O eterno pára-raios de Mr. Batista

Preso na semana passada, o advogado Flavio Godinho – sócio minoritário de Eike Batista em quase todos os negócios e também seu melhor amigo – tinha a incumbência de assumir formalmente a culpa por desatinos de toda ordem do mano querido. Mesmo assim não escapou da temporada na geladeira à que Eike submetia invariavelmente todos os “amigos”. A própria secretária de Godinho, quando alguém perguntava por ele nesses períodos, respondia: “Eike o enviou para a Sibéria”. Uma das vezes, Eike mandou despejar todos os papéis e objetos do escritório de Godinho no hall do elevador. Se havia algo que deixava Mr. Batista fora de si era a lembrança de que fora o amigo quem o convencera a não convidar o já falecido Marcio Thomaz Bastos para assumir a defesa dos seus casos. Eike, com suas pedras, cristais e patuás, cismou depois que Bastos teria resolvido todas as suas pendências. Godinho foi para o exílio algumas vezes. Na última, foi chamado de volta por ocasião das investigações da Polícia Federal nos negócios na ferrovia do Amapá, que por pouco não levaram Eike a debutar no xadrez. Quem assumiu a culpa? Flávio Godinho.

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A delação dos irmãos Renato e Marcelo Chebar, operadores financeiros de Sérgio Cabral, promete azedar de vez a situação do cervejeiro Walter Faria. A dupla conhece de cor e salteado os caminhos que ligavam Cabral ao dono da Petrópolis.

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30.01.17
ED. 5549

Looking forward

O ministro Henrique Meirelles afirmou a um empresário paulista que está mirando uma inflação de 3% em 2018.

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30.01.17
ED. 5549

Terra infértil

O Incra tem sofrido com as seguidas tesouradas no orçamento. Os maiores cortes para 2017, na casa dos 40%, estão reservados para a compra de terras destinadas à reforma agrária. Não custa lembrar que, desde o ano passado, o Incra está sob a alçada da Casa Civil.

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30.01.17
ED. 5549

Pé na soleira

A Amazon, que insiste em ter uma estrutura física no Brasil, monitora de perto os percalços financeiros da Livraria da Cultura.

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30.01.17
ED. 5549

Crueldade digital

As mídias sociais não perdoam nem seus mitos. Luciano Huck (12 milhões de seguidores) está bombando no Twitter desde a última quinta-feira. Milhares de internautas já reproduziram, com os comentários sarcásticos de praxe, tweet postado pelo apresentador em 2009 rasgando elogios à dupla Sérgio Cabral e Eike Batista.

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30.01.17
ED. 5549

Urgência urgentíssima

A defesa de Marcelo Odebrecht esperou até o último instante que a ministra Cármen Lucia homologasse a delação do empresário na sexta-feira. Como isso não ocorreu, os advogados de Marcelo não vão aguardar pelo fim do recesso do STF – a Corte só retoma suas atividades na quarta-feira. Hoje mesmo, pretendem pedir urgência e encaminhar ao ministro Celso de Mello, revisor da relatoria na Segunda Turma, o pleito para que ele próprio homologue a delação. Preso desde junho de 2015, Marcelo não aguenta mais nem meia hora esse tormento.

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30.01.17
ED. 5549

CSM sabe onde pisa

A inglesa CSM, parceira do Flamengo, está jogando duro para assumir a gestão do Maracanã. A empresa só entrará nesse gramado se tiver garantias firmes de que não herdará qualquer dívida da atual concessionária. No limite, o clube carioca que arque com o prejuízo.

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30.01.17
ED. 5549

A hora e a vez de Marcelo Caetano

Passada essa temporada na qual a prioridade do governo é equacionar a vacância do STF e a relatoria da Lava Jato, quem está escalado para protagonizar a próxima pauta da vez é o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano. Tanto Michel Temer quanto Henrique Meirelles acham que ele tem um papel importante para desempenhar na batalha pela reforma da Previdência. Ou seja: quem vai para mídia é Caetano. O secretário é um dos maiores especialistas do país na matéria e foi colocado no cargo por Meirelles para dar uma clara sinalização da prioridade do tema para o governo. Portanto, com a palavra, Marcelo Caetano.

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30.01.17
ED. 5549

Entra e sai

A maior parte dos R$ 370 milhões que a BR Pharma pretende capar por meio de uma emissão de debêntures não vai sequer esquentar no caixa. Será usada para aliviar as dívidas de curto prazo, na casa dos R$ 500 milhões.

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30.01.17
ED. 5549

Horário nobre

Segundo informações que circulam no SBT, o apresentador Ratinho tem se aproximado do empresário Carlos Sanchez, dono do laboratório EMS e de jornais e emissoras de TV em Santa Catarina. Em pauta, a compra de ativos na área de mídia. Procurados, Sanchez e Ratinho negam a associação.

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30.01.17
ED. 5549

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Amazon, Cultura, BR Pharma e Incra.

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