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Planos
23.01.17
ED. 5544

Inframérica joga duro para arrancar o waver da Anac

Além da dificuldade em colocar as PPIs na rua, o governo ainda tem de se desdobrar para manter as concessões já em vigor. Responsável pelo Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana de Natal (RN), a Inframérica, leia-se a argentina Corporación América, está jogando pesado para pressionar a Anac a autorizar o reequilíbrio econômico-financeiro da operação, no valor de R$ 1 bilhão. A companhia ameaça devolver a concessão se a agência não aceitar o pedido, na prática uma licença para atrasar investimentos, diferir o pagamento da outorga por um prazo maior e reajustar tarifas em um cronograma diferente do previsto no edital. A Inframérica usa de todos os instrumentos de pressão. Os argentinos teriam congelado o plano de investimentos do aeroporto à espera de uma resposta da agência. O argumento é que, como está, a conta não fecha. Procurada pelo RR, a Anac disse desconhecer o risco de devolução da licença, mas não respondeu se concorda ou não com o pleito da Inframérica. Esta, por sua vez, afirmou que “não pretende entregar a concessão do aeroporto”. Mas confirmou o pedido de reequilíbrio financeiro, “um direito assegurado no contrato de concessão”.

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23.01.17
ED. 5544

Custo-Comperj

Desde setembro de 2015, quando as obras foram paralisadas, a Petrobras gasta por mês R$ 8 milhões com a manutenção do Comperj. Só o valor de um ano (R$ 96 milhões) daria para pagar mais de três vezes a remuneração dos executivos e conselheiros da empresa em 2016 – R$ 28 milhões. O custo do Comperj cobre uma equipe de 600 pessoas, entre engenheiros, técnicos, funcionários de limpeza e segurança.

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23.01.17
ED. 5544

Enigma do enigma do desconcerto monetário

Acertou Alexandre Tombini por ter dado, em 2015, a maior puxada da Selic, para 14,25% – por pouco não foi a 14,75% –, a viga mais pesada na edificação da atual ancoragem das expectativas inflacionárias.

Errou Alexandre Tombini por não ter baixado a taxa mais cedo, soltando em 2015 um pouco a carretilha da economia e evitando a brutal recessão do ano passado.

Errou Ilan Goldfajn porque manteve as taxas siderais mais tempo do que o necessário com o intuito de precipitar o recuo da inflação para a meta de 4,5% ainda em 2017, pagando o preço de praxe do desemprego, recessão, elevação da dívida bruta, entre outros fundamentos deteriorados.

Acertou Ilan Goldfajn, porque o seu BC focou intramuros uma meta de 4%, inferior à anunciada, de 4,5%, o que justificaria a política monetária ortodoxa de terra arrasada, que levou à maior recessão já assistida pelos brasileiros com mais de 90 anos, mas ancorou firmemente as expectativas inflacionárias.

Erraram Alexandre Tombini e Ilan Goldfajn, porque ignoraram o estado de dominância fiscal em que os juros muito altos são deletérios, produzindo as piores sinalizações para o fiscal e gerando uma resistência inercial à queda da inflação por conta da indexação que ainda grassa na economia.

Acertaram os dois economistas, pois com esse Fort Knox de reservas cambiais – US$ 376 bilhões – o Brasil não está em dominância fiscal nenhuma, e a política adequada era essa mesmo, ou seja, enquanto o fiscal não estivesse assegurado, o jeito era mandar a ripa nos juros, restringindo a atividade produtiva, salgando os salários e sangrando o emprego.

Erraram muito os dois, pois a meta poderia ser estendida, os juros, rebaixados e o target passaria ser a dívida bruta, uma política que pouparia o sacrifício de milhões de empregos.

Cartas para a Redação

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23.01.17
ED. 5544

Um gigante do varejo a caminho do Brasil

Maior rede varejista de móveis e artigos de decoração da Europa, a Ikea negocia a compra de um terreno na região metropolitana de São Paulo para instalar sua primeira loja no país. A fonte do RR informou que o projeto do grupo varejista sueco é fazer da unidade uma vitrine e, então, abrir mais dez lojas no período de dois anos. Coincidência ou não, no ano passado a companhia lançou uma coleção inspirada no Rio de Janeiro. A Ikea tem 400 pontos de venda em 34 países e fatura mais de US$ 35 bilhões por ano.

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23.01.17
ED. 5544

Britvic tem sede de aquisição

A inglesa Britvic, segunda maior fabricante de sucos do Brasil com as marcas Maguary e Dafruta, partiu sedenta na direção da terceira do ranking, a Wow Nutrition. A empresa estaria avaliada em aproximadamente R$ 500 milhões. Para os ingleses, ela vale cada mililitro dessa cifra. Com a aquisição da Wow Nutrition, fabricante da marca Su Fresh, a participação da Britvic no país subiria para 16% e seu faturamento local saltaria de R$ 450 milhões para mais de R$ 800 milhões. Procurada, a Wow nega a venda do controle.

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23.01.17
ED. 5544

Eterno candidato

A fábrica de marketing de João Doria prepara mais uma. A ideia, nada original, é que o prefeito visite regularmente áreas pobres da cidade e converse com os moradores sobre os problemas da região. No dia seguinte, uma equipe da Prefeitura desembarca no local, tampa os buracos de praxe e, voilá, estão garantidas as imagens para a TV e as redes sociais.

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23.01.17
ED. 5544

Eletrobras em curto

Contas feitas por uma fonte muito próxima da Eletrobras apontam para um balanço de 2016 inesquecível. No pior dos sentidos. Somente com Angra 3, Amazonas Energia e o empréstimo compulsório sobre grandes consumidores de energia, criado nos anos 70, as perdas devem chegar a R$ 10 bilhões.

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23.01.17
ED. 5544

Silêncio temporário

A defesa de Sérgio Cabral e de Adriana Ancelmo prepara um novo pedido de habeas corpus para os próximos dias. Se não sair, vai ser difícil a dupla manter o voto de silêncio.

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23.01.17
ED. 5544

Revival no BB

O presidente do BB, Paulo Rogério Caffarelli, tem se empenhado para que Dan Conrado volte para a instituição financeira. Parece até que o PT segue no governo: o retorno de Conrado, ex-no 1 da Previ, significaria o “regresso” de Aldemir Bendine.

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23.01.17
ED. 5544

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras e Britvic.

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