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Planos
20.01.17
ED. 5543

Reforma da Tecnisa avança em clima de guerra fria

A reestruturação da Tecnisa tem sido extraída a fórceps pelos minoritários. É cada vez maior o incômodo com o empresário Meyer Joseph Nigri, fundador e principal acionista da construtora. As críticas, por ora feitas à boca pequena, vêm principalmente de Elie Horn, dono da Cyrela, que, desde junho do ano passado, já aportou mais de R$ 200 milhões na construtora.

Com 13,6% do capital, Horn tem o apoio de outros investidores pesos-pesados, a Dynamo e a Geração Futuro, de Lírio Parisotto, para mudar a gestão arcaica da Tecnisa. Nesse caso, sua força duplica: junto, o trio detém 26% da companhia. Mas todos esbarram em uma rocha: Meyer Nigri e suas idiossincrasias.

Nos últimos meses, meio que premido pelos números, pelas circunstâncias do mercado e pela pressão dos minoritários, Nigri fez algumas concessões. A Tecnisa fechou o escritório de Fortaleza e, em breve, fará o mesmo com as representações de Curitiba, Brasília e Manaus. Devolveu um andar inteiro na sede da Faria Lima, que estava ocioso. Boa parte dos projetos previstos para fora de São Paulo foi cancelada – a ordem é dar prioridade a empreendimentos na capital paulista voltados ao público de mais alta renda.

Como quem tomou um remédio amargo e não quer repetir a dose, Meyer Nigri acha que as decisões adotadas já estão de bom tamanho. Só que, do lado oposto, Elie Horn e os fundos de investimento querem muito mais, como a redução do banco de terrenos da empresa, hoje da ordem de R$ 6,5 bilhões. Se neste momento tal possibilidade estivesse ao seu alcance, o dono da Cyrela já teria partido para o take over da Tecnisa.

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20.01.17
ED. 5543

IBP abre fogo contra Alerj

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) arrumou mais uma encrenca para o governo Pezão: um contencioso com a cadeia produtiva de petróleo e gás. O IBP vai entrar na Justiça com o objetivo de derrubar um decreto aprovado pela Casa ao apagar das luzes de 2016. O projeto, do deputado André Ceciliano (PT), revogou os efeitos de decreto anterior, no 41142/2008.

Este, por sua vez, trata da isenção e redução da base de cálculo do ICMS em operações no âmbito do Repetro – o regime tributário especial para a exportação e importação de bens destinados a pesquisa e lavra de petróleo e gás. Na prática, a medida aniquila com isenções fiscais para a circulação de equipamentos da indústria do petróleo no Rio em vigor desde 1999. Procurada pelo RR, o IBP confirmou que “estuda as medidas judiciais cabíveis e tomará todas as providências necessárias” contra o decreto.

Na matemática dos deputados, a medida poderá gerar uma arrecadação tributária para o estado superior a R$ 4 bilhões por ano. O número beira a propaganda enganosa, para se dizer o mínimo. A projeção se baseia em uma fotografia congelada, leia-se o volume de investimentos registrado em 2015, que embutia um carry over de projetos aprovados antes do agravamento da crise econômica. Além disso, provavelmente a estimativa não leva em consideração seu efeito autodestrutivo sobre a própria arrecadação fiscal: o corte da isenção automaticamente tira a competitividade da cadeia de fornecedores instalada no estado, inibindo novos desembolsos.

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20.01.17
ED. 5543

É inverno no balanço da Hering

O RR filtra, em primeiríssima mão, números do balanço da Hering que serão divulgados na próxima segunda-feira. As notícias não são boas: a empresa fechou 2016 com um receita bruta da ordem de R$ 1,7 bilhão, 8% a menos do que em 2015 – no último trimestre do ano, com Natal e tudo, a queda foi ainda pior e chegou a 15%. Quanta diferença em relação à empresa que aproveitou tão bem o aumento do consumo na saudosa década passada: entre 2007 a 2012, a Hering praticamente quadriplicou suas vendas.

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20.01.17
ED. 5543

Itochu separa o joio do trigo na Naturalle

A Itochu não quer mais deixar a gestão da Naturalle nas mãos da sócia Axial Participações. A fonte do RR, próxima dos nipônicos, informou que a proposta da trading é fazer um aporte de R$ 120 milhões. Mas a condição é ficar com o controle do negócio – hoje, Itochu e Axial têm cada uma 50%. Os japoneses estão convictos de que o aporte é fundamental para a produtora e comercializadora de grãos expandir o volume destinado ao mercado asiático e, assim, virar o jogo. A Naturalle opera no vermelho há três anos.

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20.01.17
ED. 5543

Que Deus a ouça…

As empreiteiras tiveram uma rara boa notícia, vinda da vice-presidente da Moody ́s Cristiane Spercel. Ontem, durante café da manhã com executivos do BTG, Cristiane afirmou com todas as letras que os projetos paralisados em função de atrasos de pagamento serão retomados. E cravou que as construtoras voltarão aos leilões de concessões.

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20.01.17
ED. 5543

XP na guerrilha

A XP Investimentos vai torrar R$ 50 milhões em publicidade. Na conta estão inclusos os gastos com a desconstrução da imagem da concorrência.

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20.01.17
ED. 5543

Os giros de Klein

Michael Klein roda feito um pião na ViaVarejo. Ora, diz que fica na empresa; ora, oferece sua participação de 27% para os grupos que negociam a compra do controle.

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20.01.17
ED. 5543

Primeiro ato

O projeto da China Brazil Xinnenghuan International Investment (CBSteel) de construir uma siderúrgica no Maranhão começa a sair timidamente do papel. Ao menos os serviços de terraplenagem da área cedida pelo governo já foram iniciados.

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20.01.17
ED. 5543

Caminho livre

Benjamin Steinbruch já negocia com o governo um novo financiamento para a Transnordestina – em dezembro, recebeu R$ 430 milhões. Benjamin não sabe o que lhe trouxe mais sorte: se a chegada de Michel Temer ao Planalto ou a saída de Ciro Gomes da companhia?

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20.01.17
ED. 5543

Porto das PPPs

Aviso aos navegantes: o governo do Ceará está em busca de sócios privados para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém. A ideia é montar um colar de PPPs.

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20.01.17
ED. 5543

Ideia fixa

A Adidas, que já patrocina o Flamengo, está decidida a abrir o cofre para vestir mais um grande clube do Rio de Janeiro.

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20.01.17
ED. 5543

Aqueles 10%

A Statoil quer beliscar 10% do Campo de Libra. O caminho é a Petrobras, dona de 40%.

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20.01.17
ED. 5543

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Tecnisa, CSN e Hering.

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