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Planos
09.01.17
ED. 5534

Sondagem RR: o futuro de Lula está entre a prisão e o Palácio do Planalto

Sérgio Moro será o grande árbitro das próximas eleições. É o que mostra uma sondagem realizada pelo Relatório Reservado nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador entre os dias 18 e 29 de dezembro. Para 71% dos 418 consultados, Lula será preso neste ano ou, no mais tardar, em 2018. Mas e se ele não for para a cadeia? Bem, neste caso, em vez de Curitiba, seu destino será Brasília: a maior parte acredita que Lula voltará à Presidência da República.

Entre os entrevistados, 58% afirmaram que o ex-presidente vencerá qualquer um dos seus potenciais adversários se puder disputar as eleições. Quem mais tem chance de derrotá-lo é Marina Silva, na opinião de 17%. Para 7%, Lula perderá o duelo para Aécio Neves, o mais bem colocado entre os pré-candidatos do PSDB. Geraldo Alckmin teve 5%, José Serra, 2%, e FHC foi o lanterninha entre os tucanos, com apenas 1% – resultado que tanto pode ser atribuído a uma baixa popularidade ou a uma convicção coletiva de que ele passará longe das urnas em 2018.

Acima de Alckmin, Serra e FHC, surge Jair Bolsonaro, que, na avaliação de 6% dos consultados, superaria Lula em uma hipotética corrida eleitoral. Para 3%, uma vez candidato, o ex-presidente será suplantado por Ciro Gomes. Por fim, apenas 1% crê que o atual presidente Michel Temer venceria o petista em uma eventual disputa eleitoral. Ainda assim, a percepção da maioria é de que o nome de Lula dificilmente aparecerá na urna eletrônica.

De acordo com 42% dos entrevistados, sua prisão se dará neste ano. Outros 29% acreditam que Sérgio Moro deixará a decisão para 2018. Para 5%, o pedido de detenção ficará para o ano seguinte, portanto após as eleições. No entanto, um contingente bastante expressivo (24%) respondeu que Lula não irá para a cadeia – um grupo que certamente mistura fiéis eleitores do ex-presidente com incrédulos oposicionistas.

A pergunta que não quer calar: “Lula é culpado pelos crimes que lhe são atribuídos?”. Para 51% das pessoas ouvidas pelo RR, não há dúvidas: “Sim, as provas disponíveis são definitivas”. Outros 12% comungam da tese do domínio do fato: dizem que “Sim, uma vez que o ex-presidente era responsável por tudo que se passava no governo”. Há ainda 5% dos entrevistados que consideram Lula culpado, mas aproveitam para dar um cascudo na mídia: para eles, a maior parte das acusações é amplificada pela imprensa.

No lado oposto, 21% dos consultados afirmam que o ex-presidente é inocente e vítima de um complô para evitar seu retorno ao Planalto. Outros 7% acreditam que Lula não é culpado porque, até o momento, não há provas de que ele tenha recebido propina. Por fim, 4% dos entrevistados dizem crer na inocência do petista por não haver comprovação de que ele seja o dono dos imóveis citados na Lava Jato.

O Relatório Reservado perguntou ainda como Lula será visto pela população no caso de uma prisão antes de 2018. De acordo com 43%, a detenção reforçará a imagem de “grande corrupto”. No entanto, 29% dos entrevistados acreditam que o cárcere provocará um efeito contrário e o ex-presidente passará a ser visto predominantemente como um herói.

Na avaliação de 6%, nem tanto ao céu, nem tanto ao mar: o ex-operário que chegou ao Planalto perderá importância no cenário político e será esquecido aos poucos. Trata-se do mesmo percentual de pessoas para as quais Lula será considerado um preso político. Para um grupo ligeiramente menor (5%), o papel que caberá a Lula após uma eventual detenção é o de “vilão do PT e dos demais partidos de esquerda”. Outros 11%, no entanto, afirmam que, mesmo preso, o petista será um importante cabo eleitoral em 2018.

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09.01.17
ED. 5534

Petrópolis busca seu prêmio de consolação

A Petrópolis vem mantendo conversações para a compra da cervejaria Cerpa, do Pará, controlada pela família Seibel. A empresa está avaliada em aproximadamente R$ 600 milhões. A investida da Petrópolis é uma reação, ainda que mais modesta, à iminente venda da Brasil Kirin para a Heineken – conforme antecipou o RR na edição de 24 de agosto do ano passado. Caso a operação se confirme, os holandeses vão assumir a vice-liderança do mercado cervejeiro nacional, tomando o lugar da empresa de Walter Faria.

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09.01.17
ED. 5534

Carga pesada

A incorporação da América Latina Logística (ALL) tem custado caro à Rumo, de Rubens Ometto. Além das 147 sanções pendentes junto à ANTT, há cerca de um mês a companhia foi condenada pela 1a Vara do Trabalho de Rondonópolis a pagar R$ 1,5 milhão por dano moral coletivo a funcionários de um antigo terminal ferroviário da ALL. Consultada, a Rumo informou que já recorreu da decisão.

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09.01.17
ED. 5534

Petrobras prepara saída da Usina Bambuí

Após deixar o capital da São Martinho e da Açúcar Guarani, chegou a vez do bagaço: a Petrobras vai iniciar o processo de venda da participação de 40% na Usina Bambuí, que carrega uma dívida de R$ 450 milhões e convive com o fantasma da recuperação judicial. Há mais de um ano o acionista controlador, o usineiro José Geraldo Ribeiro, tenta, sem sucesso, se desfazer da sua parte no negócio.

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09.01.17
ED. 5534

Delação a caminho 1

Uma cruel contagem regressiva pesa sobre o casal Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Quem levantar o dedo primeiro e acertar uma delação premiada inevitavelmente reduzirá o interesse da Justiça pelas revelações do retardatário.

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09.01.17
ED. 5534

Delação a caminho 2

Entre os parlamentares, há um consenso de que 8 de fevereiro é o dia D de Eduardo Cunha. Se o STF negar seu pedido de habeas corpus, previsto para ser julgado nessa data, o ex-deputado parte para a delação.

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09.01.17
ED. 5534

Reação em cadeia

Há um cavalo encilhado passando à frente de Geraldo Alckmin. Diante dos massacres de Manaus e Boa Vista, Alckmin tem sido aconselhado por assessores a sair na frente e capitalizar o anúncio de um programa de reestruturação dos presídios paulistas.

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09.01.17
ED. 5534

Café society

O trio Lemann, Sicupira e Telles prepara o desembarque no Brasil da rede de cafeterias Tim Hortons, comprada em 2014. Se cuida, Starbucks!

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09.01.17
ED. 5534

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não quiseram comentar o assunto: Petrópolis, Cerpa, Petrobras e Bambuí.

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