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Planos
06.01.17
ED. 5533

Só Tupã para aliviar a crise financeira da Funai

A Funai está pintada para a “guerra”. Dirigentes e técnicos da estatal, com o apoio de lideranças indígenas, articulam uma série de manifestações por conta dos expressivos cortes orçamentários que ameaçam engessar as atividades da autarquia. Uma das medidas é a retomada, em escala ainda maior, do “Ocupa, Funai”. Em meados do ano passado, em um protesto contra a suspensão na demarcação de terras indígenas, o movimento alcançou 32 escritórios da instituição em todo o país, além de rodovias e áreas próximas a aldeias indígenas.

Os funcionários da Funai discutem ainda a convocação de uma greve geral. Como praticamente tudo que envolve a questão indígena, as mobilizações trazem um componente de risco para a própria segurança nacional. Ações como essas costumam carregar um razoável potencial de transtorno, para se dizer o mínimo, para atividades de infraestrutura e logística, em especial para empresas com operações próximas a regiões indígenas. Que o diga a antiga Ara-cruz, hoje Fibria.

Os executivos mais antigos da companhia ainda se lembram da tensão vivida há cerca de dez anos, quando tupiniquins e guaranis invadiram instalações industriais e um terminal portuário da fabricante de celulose no Espírito Santo. A Funai entra em 2017, ano do seu cinquentenário, sem motivos para celebrar. A autarquia vive o que talvez seja a mais grave crise financeira da sua história. O orçamento, de R$ 110 milhões, é o menor em uma década e meia. O cobertor é curto, insuficiente para garantir o custeio da estatal até dezembro. Para tanto, estima-se que seriam necessários pelo menos R$200 milhões.

Os próprios dirigentes da Funai tratam como inevitável o fechamento de escritórios e representações – são cerca de 250 em todo o país. Segundo o RR apurou, eles têm feito seguidas tentativas de agendar uma audiência com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para pleitear um maior volume de recursos, até o momento sem sucesso. Procurado pelo RR, o Ministério afirma que funcionários da instituição já foram recebidos duas vezes pelo secretário executivo da Pasta e atual presidente da Funai, Agostinho Neto, para tratar sobre o orçamento. Consultado também sobre a possibilidade de fechamento de escritórios da instituição e a iminência de novos protestos, o Ministério da Justiça não se pronunciou.

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06.01.17
ED. 5533

Capítulos finais na sucessão da Claro

José Formoso Martínez, antigo braço direito de Carlos Slim no Brasil, prepara-se para deixar a América Móvil. O executivo deverá se aposentar até o fim do ano. Ex-presidente da Embratel, Formoso ocupa atualmente o cargo de CEO da área de Mercado Empresarial da Claro. Se confirmada, sua saída será o epílogo do processo de sucessão do grupo no país. Mais do que isso: será o xeque-mate de José Antônio Félix na disputa pelo comando dos negócios de Slim no Brasil, um enredo marcado por surpreendentes reviravoltas.

Tido como a terceira força nesse duelo doméstico, Félix, ex-presidente da NET, acabou assumindo o comando do grupo no país, superando dois mexicanos: o próprio Formoso e o então CEO da Claro, Carlos Zenteno. Este último, aliás, já nem está mais no país: foi designado para dirigir as operações do grupo na Colômbia. Formoso, ao contrário, deve ficar no Brasil. Hoje, o executivo passa a maior parte do tempo em São Paulo, mas pretende comprar um novo imóvel no Rio, onde já tem residência.

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06.01.17
ED. 5533

Bonança

O primeiro grande teste do Grupo Lide sem João Doria na linha de frente se dará em abril, com a realização do Fórum Empresarial. Teste, em termos. Alguns dos seus antigos colaboradores no Lide apostam que este ano, o primeiro de Doria na Prefeitura, será um dos melhores da história do Grupo.

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06.01.17
ED. 5533

Tudo a seu tempo

Após o IPO do Carrefour Brasil, previsto para o primeiro semestre deste ano, a próxima tacada dos franceses, já decidida, será a abertura de capital do Atacadão, o braço de “atacarejo” do grupo no país.

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O chinês Clai Fund, que se associou à conterrânea Three Gorges na Geração Paranapanema, vai investir também em logística ferroviária no Brasil. Em parceria com a China Railway, deverá disputar a licitação da Ferrovia de Integração Oeste Leste, um dos projetos do PPI.

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06.01.17
ED. 5533

A volta de Soros

George Soros, que, em meados de 2015, chegou a zerar sua posição em Petrobras, voltou com tudo ao papel. Desde novembro, já teria comprado cerca de 3% da estatal.

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06.01.17
ED. 5533

Passagem de volta

O nonagenário Camilo Cola não quer saber de aposentadoria. Mesmo com a iminente venda da Viação Itapemirim – antecipada pelo RR no dia 15 de dezembro –, pretende tocar outros negocitos, como a divisão de transporte de carga e investimentos no agribusiness.

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06.01.17
ED. 5533

Baixa voltagem

No calendário da Electrolux, 2017 e 2018 já eram. A fabricante sueca projeta, em média, uma queda de 5% em suas vendas de eletrodomésticos no Brasil ao longo dos próximos dois anos – a recuperação só viria em 2019. Desde já, a ordem na companhia é cortar os custos no osso para salvar o que der das margens de lucro, que estão no menor patamar em cinco anos.

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06.01.17
ED. 5533

Agência de Águas sofre desidratação

O governo Temer pretende tirar poder da Agência Nacional de Águas (ANA). Pelo projeto, a autarquia não terá mais ingerência sobre a construção de hidrelétricas em rios da União. Os estudos sobre bacias hidrográficas serão apenas referência para a definição das novas usinas e não mais impedimento.

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06.01.17
ED. 5533

Afastamento?

José Yunes se afastou do Palácio do Planalto tanto quanto Romero Jucá está longe do Ministério do Planejamento.

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06.01.17
ED. 5533

2018 é logo ali

Com a cidade de Salvador dominada – seu índice de aprovação beira os 90% –, ACM Neto quer aproveitar o segundo mandato para pedalar sua exposição em nível nacional. Em pauta, a atração de grandes eventos para a capital baiana, uma maior presença na TV e uma blitzkrieg nas mídias sociais. O Carnaval está aí para isso.

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06.01.17
ED. 5533

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Carrefour, Claro e Electrolux.

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