Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
05.01.17
ED. 5532

Votorantim e Santander lideram um pelotão eólico

Os ventos estão empurrando a Votorantim, o Santander e os fundos de pensão canadenses Ontario Teacher’s Pension Plan e Public Sector Pension Investment Board em direção à geração de energia eólica. Em tratativas guardadas a sete chaves, o quarteto discute a criação da segunda maior empresa do setor – abaixo apenas da CPFL Renováveis – com ativos de R$3 bilhões e nove parques eólicos no Nordeste. A fonte do RR, próxima de um dos investidores, informou que as gestões começaram no mês passado.

A iniciativa teria partido da família Ermírio de Moraes, interessada em diversificar a carteira de ativos da Votorantim Energia, quase que integralmente concentrada em hidroeletricidade. Procurado, o Grupo Votorantim nega as negociações. Está feito o registro. A Cubico Sustainable Investments, que concentra os ativos de energia eólica do Santander e dos fundos canadenses, não se pronunciou. A nova empresa tem previsão de uma capacidade instalada da ordem de 821 MW – 615 MW referentes às usinas da Cubico e o restante, da Votorantim.

O plano é que os projetos estejam todos operacionais no mais tardar em 2019. Os acionistas prometem colocar o pé no acelerador para atingir uma produção equivalente a 10% da geração de energia eólica do Brasil. A proposta dos Ermírio de Moraes é dividir o controle da nova empresa com a Cubico. O grupo brasileiro aportaria capital, além dos sete parques eólicos no Nordeste.

A associação dos pesos-pesados desata um nó da estratégia da Votorantim: o aumento da escala de geração de energia eólica sem a responsabilidade do investimento total nas usinas. Os planos dessa “empresa vendaval” somente estariam começando com a fusão. Votorantim e Cubico selariam a associação com o compromisso de investir R$ 3 bilhões em novas usinas eólicas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Carta aberta à diretoria do BNDES

Uma dica para a megacompetente diretoria do BNDES em 2017: apoie a indústria, porque ela precisa. Não se sintam melindrados porque alguns dirão que essa guinada estratégica representa um retorno ao passado. Quem retornou ao passado e de lá precisa ser içado de volta para o futuro é o setor secundário da economia. É a indústria que emula a formação do melhor capital humano do país. É a indústria, o berço da esmagadora maioria das inovações. É a indústria que agrega valor às exportações.

O BNDES tem se preocupado muito com os atributos dos projetos que financiará – meio ambiente, impacto social, geração de divisas etc. Está correto. São condicionalidades transversais a qualquer que seja a política de empréstimos da instituição. O RR chegou a sugerir diretamente ao ex-presidente Luciano Coutinho que todo projeto fosse acompanhado de um relatório sobre o retorno propiciado à sociedade. Infelizmente, a proposta não foi acolhida. Mas a obsessão pela horizontalidade da política de financiamento preocupa, assim como a definição ainda imprecisa do que são “bons projetos” – pelos critérios do Bird? Do JP Morgan? Do Itaú? O foco em um setor não é nenhum pecado, principalmente quando ele representa a referência do maior ou menor estágio de desenvolvimento da economia.

Na década de 80, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação da indústria de transformação no PIB alcançou 21,6%. Em 2015, desabou para cerca de 11% do PIB, voltando ao patamar de 1947. Em 2016, a expectativa é de que o setor tenha mergulhado ainda mais fundo, situando-se em torno dos 9% do PIB. Com um detalhe: a participação do componente importado na indústria de transformação não para de subir. Em 2003, era de 16,5%; em 2015, passou para 23,6%. É simplesmente pavoroso! De todos os setores do PIB só a indústria mergulhou no precipício. O recado do RR para a diretoria do banco segue a linha da provocação. Que, em 2017, ela não se esqueça de que o banco é de desenvolvimento e não de investimento; o BNDES não deve nem pode se transformar em “BTGndes”.

Obs: Aliás, por que cargas d ́água o BNDES investe e tanto se ufana em possuir uma carteira de participações em bancos?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Fezinha

O fundo norte-americano Redpoint eVentures, que recentemente fez um aporte no Nubank, tem cerca de US$ 150 milhões para “brincar” no segmento de startups no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Aço derretido

A expansão da usina da ArcelorMittal em João Monlevade (MG), que começou e foi interrompida por três vezes, parou de vez. Compreensível. A queda no volume de vendas da empresa no país já passa dos 40% nos últimos dois anos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Bola fora

Em conversas reservadas, João Adibe Marques, dono do laboratório farmacêutico Cimed, não esconde seu desapontamento com os resultados do contrato de patrocínio firmado com a CBF. É muito escândalo para pouco recall da marca. O problema é que ainda faltam três anos para o fim do acordo. Ou não. Procurada, a Cimed nega o descontentamento e a possibilidade de ruptura do acordo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Ministro da controvérsia

As declarações do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, minimizando a participação de facções criminosas no massacre do presídio de Manaus, caíram muito mal no Planalto. A comunicação da Presidência já se prepara para uma nova enxurrada de ataques ao boquirroto ministro. No passado, Moraes teve clientes vinculados ao PCC – o temido Primeiro Comando da Capital.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

“Não te disse, meu filho?”

Mesmo com o fantasma da Lava Jato, o senador Edison Lobão começou 2017 aliviado. A dança das cadeiras que atingiu o Banco do Brasil na virada do ano poupou o seu rebento, Marcio Lobão, presidente da Brasilcap desde 2008. Ao menos, por ora.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Réveillon 1

O réveillon pode ter selado uma nova parceria nos negócios: entre um carinho de Angélica e um chamego com Bruna Marquezine, Luciano Huck e Neymar trocaram alguns dedinhos de prosa sobre investimentos conjuntos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Réveillon 2

No vai e vem entre Curitiba e Rio de Janeiro, Claudia Cruz e as filhas de Eduardo Cunha tiveram um réveillon discreto. Bem diferente da passagem de 2015 para 2016, quando desfrutaram do conforto e luxo de um resort em Cuba, com direito às imagens de praxe nas redes sociais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.01.17
ED. 5532

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Redpoint e Ventures e ArcelorMittal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.