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Planos
03.01.17
ED. 5530

BB dança seu último tango no Banco Patagonia

O Banco do Brasil pretende vender integralmente a sua participação de 58% no bloco de controle do argentino Banco Patagonia. A direção do BB trabalha com dois modelos para a operação. O primeiro deles é uma oferta de ações na Bolsa de Buenos Aires em conjunto com os demais sócios relevantes, notadamente a família Stuart Milne, dona de aproximadamente 21% do capital.

A segunda possibilidade sobre a mesa é a venda direta da sua participação. Os espanhóis do Santander e BBVA, que têm uma expressiva presença no mercado bancário argentino, surgem como potenciais candidatos ao negócio. Procurado, o BB confirmou que, “em conjunto com alguns acionistas, avalia a possibilidade de, eventualmente, propor a realização de uma oferta pública de ações” do Banco Patagonia. Consultado sobre eventuais tratativas com o Santander e o BBVA, o banco não se pronunciou.

A venda da participação no Banco Patagonia está relacionada à necessidade do BB de melhorar os níveis de capitalização para atender às novas regras de Basileia 3. Seu índice de capital próprio é de 9,07%, segundo o balanço do terceiro trimestre. A partir de 2019, o Banco Central exigirá um patamar mínimo de 10,5%. Se não partir para a desmobilização de ativos, dificilmente o BB conseguirá atingir este piso sem um aporte do Tesouro, fato, inclusive, asseverado por recente avaliação da Fitch Ratings.

Tomando-se como base o atual valor de mercado da instituição, a participação total do Banco do Brasil equivale a algo em torno de R$ 3 bilhões. O Banco Patagonia tem o correspondente a R$ 13,2 bilhões em ativos e uma rentabilidade bastante expressiva. Os números de janeiro a setembro indicam um retorno anualizado sobre o patrimônio da ordem de 38%. Para efeito de comparação, o índice de rentabilidade do BB projetado para 2016 é de 15%.

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03.01.17
ED. 5530

Terra estrangeira

Tão logo o Legislativo retome suas atividades, a Câmara dos Deputados deverá votar o projeto de lei que flexibiliza as regras para a venda de terras ao capital estrangeiro. Um dos líderes da bancada ruralista, o deputado Jovair Arantes (PTB-GO) não perde um minuto: em pleno recesso parlamentar tem feito uma série de articulações para garantir o apoio em massa de seus pares à proposta. Na tarefa, tem contado com a colaboração do deputado Newton Cardoso Junior (PMDB-MG). A família, aliás, tem vários investimentos no agronegócio, a começar pelo patriarca, o ex-governador Newton Cardoso.

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03.01.17
ED. 5530

Dono da Qualicorp esbanja saúde no réveillon

O sócio fundador da empresa de planos de saúde Qualicorp, José Seripieri Junior, comemorou a passagem do Ano Novo como se não houvesse outra. Júnior, como é mais conhecido, comandou uma queima de fogos na praia privê do condomínio Portogalo, em Angra dos Reis, de nove minutos. Foi de tirar o fôlego!

Cada um dos condôminos locais entrou com um dízimo para fazer as festas nos céus de Angra. Entre os doadores estavam ainda o ex-presidente do Banco Central Carlos Langoni e o ex-presidente do Banco Safra Carlos Alberto “Bigode” Vieira. Junior foi o grande contribuidor da vaquinha fogueteira: pagou o sétuplo de cada um dos nobres vizinhos, fração correspondente às sete casas de sua propriedade no condomínio.

Todas estão à venda, pela bagatela de US$ 2 milhões, em média, cada uma. Junior deve ter rezado com fé à Iansã para que ela ajude a transformar logo seus imóveis em liquidez, proteja seu compadre Lula e espante esse encosto curitibano para bem longe. Eparrêi!

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03.01.17
ED. 5530

Efeito cascata

Com a rumorosa saída de Amos Genish da presidência da Vivo, é incerta a permanência do vice-presidente de assuntos corporativos e relações institucionais da companhia, Gustavo Gachineiro. O executivo era o braço direito – e esquerdo – de Genish desde os tempos da GVT.

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03.01.17
ED. 5530

Air Force Two

Dificilmente German Efromovich seguirá na cabine de comando da Avianca. As três propostas de associação que recebeu – Delta, United e Copa Airlines – preveem a transferência de participação majoritária do Sinergy Group, a holding colombiana que controla a companhia aérea.

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Está reaberta a temporada de caça a cargos públicos. No governo estima-se que mais de uma centena de distintos dirigentes do Banco do Brasil, Caixa, Petrobras, Correios, Infraero etc. não atendam às novas regras da recém-promulgada Lei de Responsabilidade das Estatais.

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03.01.17
ED. 5530

O novo voo da GE

Enfim, uma empresa otimista no Brasil. Neste ano, a GE vai instalar uma fábrica de motores de avião em Três Rios e pretende ainda expandir a unidade de Petrópolis – ambas no Rio de Janeiro. O investimento total chegará a R$ 400 milhões, em termos absolutos o maior da divisão GE Aviation no mundo em 2017.

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03.01.17
ED. 5530

UTC vende seus anéis

Além da participação no aeroporto de Viracopos, a UTC Engenharia tenta se desfazer da sua fatia no Move São Paulo, o consórcio responsável pela Linha 6 do Metrô paulista. Já teriam ocorrido conversações com a Mitsui. Os demais sócios da UTC na operação são a Odebrecht e a Queiroz Galvão.

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03.01.17
ED. 5530

Goteira no telhado

Só mesmo uma ginástica contábil impedirá a Eternit de fechar o balanço de 2016 com o primeiro prejuízo anual em mais de duas décadas. A retração no setor de construção civil e a cruzada contra o amianto, matéria-prima das telhas e demais produtos da companhia, formaram uma combinação incineradora.

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03.01.17
ED. 5530

O etanol de Buffett

O Ranch Capital, gestora norte-americana que tem entre seus investidores Warren Buffett, está à caça de usinas de etanol no Brasil.

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03.01.17
ED. 5530

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Vivo, GE Aviation, Avianca, UTC e Eternit.

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