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Planos
21.12.16
ED. 5521

Votorantim Corretora é uma interrogação no mercado

A forte concorrência no mercado financeiro, mais precisamente na corretagem de valores, não poupa sequer a dobradinha dos Ermírio de Moraes com o Banco do Brasil. A Votorantim Corretora, braço do Banco Votorantim, teria desativado sua área de research, com a dispensa de todos os analistas. Segundo o RR apurou, desde o início da semana os profissionais que trabalhavam na unidade vêm comunicando informalmente aos clientes sua saída da empresa. Ressalte-se que, em fevereiro deste ano, a corretora do Banco Votorantim já havia fechado seu home broker, o “Sagaz”, encerrando o atendimento a clientes pessoa física. Não por acaso, esta sequência de fatos tem alimentado especulações sobre o próprio futuro da instituição.

No mercado, é voz corrente que os Ermírio de Moraes e o BB estariam preparando o terreno para o fechamento em definitivo da Votorantim Corretora. Procurado, o Banco Votorantim garantiu que seu braço de corretagem “segue operando normalmente”. Questionado especificamente sobre o fechamento da área de research, não se pronunciou. Hoje, praticamente todas as principais instituições em volume financeiro estão ligadas a grandes bancos, casos de Bradesco, Itaú, BTG e JP Morgan.

A exceção fica por conta das corretoras independentes que operam com agressivas estratégias comerciais e estruturas enxutíssimas, como a XP Investimentos. Para completar há a concorrência do mercado eletrônico, no qual o investidor opera diretamente, sem a necessidade de corretagem. O próprio BB migrou suas operações com títulos públicos para o ambiente eletrônico. Os números da Votorantim Corretora comprovam o quanto este mercado ficou difícil. No primeiro semestre deste ano, ela teve uma receita com intermediação financeira de apenas R$ 20 milhões. Em 2013, o faturamento total chegou a R$ 170 milhões.

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21.12.16
ED. 5521

Um dos founding fathers da Vale

O ano de 2016 foi um período de recauchutagem para o engenheiro Eliezer Batista. Dias duros. Um intervalo de tempo voltado para colocar a máquina em forma. Mas Eliezer vem aí. Com sua mente irrequieta promete trazer inovações. Dessa vez com propostas na área de educação. Enquanto 2017 não chega, é emblemático que seu nome tenha sido escolhido pelo presidente da Vale, Murilo Ferreira, para o batismo do mega projeto S11D.

Eliezer foi o Michelangelo que deu vida à Carajás, à época o maior empreendimento de mineração do mundo. O conceito logístico porto-ferro-via-mina, responsável pela enorme competitividade de Carajás, foi o mesmo que norteou a construção do S11D. A escolha de Ferreira teve um caráter institucional, mas o que pesou mesmo foi o cunho pessoal. O presidente da Vale é um dos maiores admiradores de Eliezer.

Um dos seus primeiros atos ao assumir o comando da mineradora foi convidá-lo para um almoço. O S11D, com a benção de Eliezer Batista, traz a Vale novamente para o alto do pódio das mineradoras de ferro. É o maior projeto com inauguração prevista no governo Temer. Devido à grandiosidade pode, por uma via transversa, desanuviar a vista daqueles que enxergam mais no acionista – a Vale – do que na gestão da controlada, a Samarco – a responsabilidade maior pelo desastre de Mariana. É a perigosa jurisprudência do domínio do fato aplicada à mineração. Se a marca Eliezer Batista ajudar a Vale a superar suas máculas e retomar seus dias de glória, esse terá sido mais um grande feito do notável personagem.

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21.12.16
ED. 5521

Pesos e medidas

O Sindicom tem feito marcação cerrada sobre a ANP tentando sensibilizá-la a não multar a BR, a Raízen e a Ipiranga. Valendo-se da placa do sindicato, o trio fez uma campanha multimilionária na mídia para atacar fraudes provocadas por concorrentes de menor peso. Casa de ferreiro, espeto de pau. A ANP encontrou 16 milhões de litros de álcool com percentual maior do que o permitido de metanol em postos da BR, da Ipiranga e da Raízen no Rio de Janeiro.

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21.12.16
ED. 5521

Tomografia contábil

A aprovação das contas da Unimed-Rio em 2014 e 2015, em assembleia realizada ontem, não serenou os ânimos entre os médicos. Associados da cooperativa exigiram uma perícia nos balanços. Há dúvidas – ou seriam certezas? – em relação ao real prejuízo nos últimos dois anos, oficialmente de R$ 548 milhões. Procurada, a Unimed-Rio confirmou que a perícia será feita.

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21.12.16
ED. 5521

Grampo de aço

O espírito de Bernardo Cerveró baixou na Usiminas. Na companhia corre a informação de que alguns dos principais executivos adquiriram o hábito de gravar conversas e reuniões de trabalho. Todos desconfiam de todos.

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21.12.16
ED. 5521

Natal da Lava Jato

Ontem, nos corredores do Congresso havia um forte burburinho de que o Natal da Lava Jato poderá chegar antes do dia 24.

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21.12.16
ED. 5521

Turma do guardanapo

A expectativa dos advogados de Fernando Cavendish é que o acordo de delação premiada do empreiteiro seja homologado até fevereiro. Ou seja: o inferno de Sergio Cabral e seus pares está apenas começando.

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Basta começar o zunzunzum sobre reforma ministerial para José Sarney exibir aquele brilho diferente nos olhos. O ex-presidente não vê a hora de recuperar o que é “seu”, a Pasta de Minas e Energia, nas mãos do PSB desde o início do governo Temer.

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21.12.16
ED. 5521

Reforma 2

Por falar em reforma ministerial, Michel Temer parece gostar de viver perigosamente. Um dos cotados para o novo Ministério é o deputado Aguinaldo Ribeiro, presidente do PP, partido que já teve 38 integrantes citados em inquéritos da Lava Jato.

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21.12.16
ED. 5521

Gasoduto de Alckmin evapora

As seguidas sinalizações da Petrobras de que pretende suspender a garantia firme de compra do gás a ser transportado pelo gasoduto Bacia de Santos-Cubatão está tirando do sério o tradicionalmente sereno Geraldo Alckmin. Há poucos meses era líquido e certo que a Gas Brasiliano, distribuidora controlada integralmente pela estatal, ficaria com uma parcela do insumo. Sem a participação da Petrobras, o empreendimento de R$ 2 bilhões será cancelado.

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21.12.16
ED. 5521

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sindicom, Petrobras e Usiminas.

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