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Planos
20.12.16
ED. 5520

Brasil é o novo ringue de Sam Zell e Jaguar Partners

A venda de 30% da Tenda para a norte-americana Jaguar Growth Partners é o pano de fundo de uma acirrada rivalidade entre dois dos maiores investidores de real estate dos Estados Unidos, uma disputa figadal que agora chega ao Brasil. A gestora nova-iorquina desembarca no setor justo no momento em que o magnata Sam Zell, dono da Equity International, também se movimenta para a compra de ativos no país.

Segundo o RR apurou, seu alvo é a paulista Viver (controlada pelo fundo norte-americano Paladin), que entrou em recuperação judicial. O timing da investida da dupla no Brasil chama a atenção: nada que envolva a Jaguar e a Equity International deve ser encarado como coincidência. Uma gestora nasceu da costela da outra. O principal sócio da Jaguar, Garry Garrabrant, era o executivo-chefe da Equity International até 2012, quando saiu da sombra de Zell para montar a sua própria gestora. A ruptura não foi nada amigável.

Consta que Garrabrant carregou consigo importantes investidores da antiga casa e entrou em negócios que havia mapeado quando ainda estava ao lado de Zell. Em pouco tempo, teria sob o seu guarda-chuva cerca de US$ 7 bilhões em ativos, não muito longe das cifras da Equity Internacional (cerca de US$ 9 bilhões). Desde então, não por coincidência, os desafetos têm esbarrado em vários mercados: recentemente disputaram a compra de ativos imobiliários na China e na Índia. Até a porta de entrada da Jaguar Growth Partners no setor de real estate no Brasil parece ter sido escolhida a dedo por Garry Garrabrant. Ainda que indiretamente, a Tenda Construtora já foi a casa de Sam Zell: até 2010, ele era um dos maiores acionistas da Gafisa, controladora da companhia.

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A XP Investimentos partiu com tudo na direção do Banco Indusval & Partners, que tem entre seus acionistas o fundo Warburg Pincus.

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20.12.16
ED. 5520

Viva Zapata

Um head hunter informal do mercado garantiu ao RR que o presidente da CVM, Leonardo Pereira, está de malas prontas para o grupo América Movil. A CVM nega.

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20.12.16
ED. 5520

Fundo perdido

O executivo André Laloni, recém-saído do banco UBS, gastou suas verbas de representação como se fosse um xá da Pérsia. As despesas com cartão de crédito – hotéis, restaurantes e passagens no período de um ano – chegaram próximo a R$ 3 milhões.

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20.12.16
ED. 5520

Com açúcar e afeto

A Louis Dreyfus prepara uma oferta pública de ações da Biosev para o raiar de 2017.

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20.12.16
ED. 5520

Os esqueletos da Nidera

A compra da Nidera, uma das maiores empresas de agribusiness do mundo, só tem trazido dor de cabeça para a chinesa Cofco. Os asiáticos contrataram uma auditoria externa para fazer uma devassa na operação brasileira e descobrir a causa do rombo contábil de US$ 150 milhões revelado na semana passada. Além disso, no ano passado, quando ainda pertencia a investidores holandeses, a Nidera contabilizou uma perda de US$ 200 milhões por irregularidades em contratos para a venda de biocombustíveis.

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20.12.16
ED. 5520

Picciani alegra o Natal do Paraguai

Em meio à gastança desenfreada e à criminalização sem limites o Rio de Janeiro está prestes a se tornar uma província tabagista do Paraguai. Quem quiser fumar que procure os camelódromos da cidade. O entusiasta desse estado de contrabando crescente é o presidente da Alerj, Jorge Picciani. Sob seu comando, os deputados da Alerj aprovaram o aumento de dez pontos percentuais na alíquota do ICMS, que passou de 27% para 37%.

O projeto original do governo do estado previa um acréscimo de dois pontos percentuais. Que o cigarro é escalado para pagar uma carga tributária superior, todo mundo sabe. Mas impostos em doses tresloucadas dizimam a arrecadação, o que também todo mundo sabe – e finge não saber. Um exemplo didático: em 1998, o governo do Rio também aumentou a alíquota do ICMS do cigarro exatamente em dez pontos percentuais. Voltou atrás quatro meses depois, quando já contabilizava uma queda na receita fiscal com o produto de 43%.

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20.12.16
ED. 5520

Cesta de Natal

O fundo escocês Aberdeen avança sobre o Grupo Almeida Junior, que administra seis shoppings na Região Sul. As negociações seriam conduzidas pelo Banco Rothschild. Procurados, Aberdeen e Almeida Junior negam a negociação. O grupo, no entanto, reconhece “que estuda a venda minoritária de até 20%” na plataforma de seus 6 shopping centers.

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20.12.16
ED. 5520

Conta conjunta

José Sarney levou todo o crédito sozinho, mas, justiça seja feita, a permanência de Fabio Lenza na vice-presidência de Negócios Emergentes da Caixa Econômica também deve ser lançada na conta de Renan Calheiros.

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20.12.16
ED. 5520

Tucano ou escorpião?

A declaração de apoio de José Serra à permanência de Aécio Neves na presidência nacional do PSDB teve o estalo do beijo da morte. Para Serra, nada melhor do que esticar a corda de Aécio e, assim, evitar que Geraldo Alckmin ganhe mais espaço no partido.

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20.12.16
ED. 5520

O fado da Lava Jato

A denúncia atribuída ao ex-executivo da Odebrecht, Leandro Azevedo, de que contas do Banco Banif em paraísos fiscais foram usadas para o pagamento de propina a políticos aflige duplamente os portugueses. Além do risco jurídico, há o temor de que a Lava Jato incinere de vez as chances de venda dos ativos do Banif no Brasil. Este, inclusive, teria sido o fator primordial para o BTG ter desistido da aquisição, em julho deste ano. Procurado pelo RR, o Banif não quis se pronunciar sobre a negociação da operação brasileira nem sobre a citação no âmbito da Lava Jato.

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20.12.16
ED. 5520

Dúvida de festim

No PMDB, o que se diz é que Michel Temer vendeu o mesmo carro a duas pessoas. Garantiu tanto a Romero Jucá quanto a Eunício de Oliveira seu apoio na eleição à presidência do Senado em 2017. No partido, a aposta é que, passado o jogo de cena, Eunício ficará a pé.

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20.12.16
ED. 5520

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Viver, Cofco, UBS, XP Investimentos, Indusval e Biosev.

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