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Planos
08.12.16
ED. 5512

A novela da Vivo está apenas começando

O próximo capítulo do rumoroso episódio trabalhista protagonizado pela Vivo está previsto para o próximo dia 15 de dezembro. Nessa data, a 33ª Vara do Trabalho de São Paulo vai julgar a ação de reintegração da ex-diretora de imagem e comunicação da operadora, Cristina Duclos, demitida em junho. Vai apreciar também o pedido feito pela executiva para a abertura de uma sindicância interna na companhia, com o objetivo de investigar as circunstâncias que cercaram seu afastamento.

O mais recente round desta disputa, travado em setembro, foi vencido por Cristina. A Justiça decretou a quebra do sigilo imposto pela Vivo que impedia a divulgação de detalhes da rescisão do contrato de trabalho. Ficou claro que a executiva não foi demitida por justa causa e ainda teve direito a indenização. Para a Justiça, trata-se de uma evidência de que sua dispensa não teve relação com eventuais desvios de recursos na área de marketing, diferentemente de informações vazadas à mídia logo após a sua saída.

Procurada por meio de sua assessoria, Cristina Duclos não se pronunciou. A Vivo, também não quis se manifestar sobre o assunto. Pouco depois da demissão de Cristina Duclos, surgiram outras versões para a sua saída, envolvendo uma suposta rixa com Heloisa Genish, ex-diretora de gestão responsável e sustentável da Vivo e esposa do então CEO da empresa, Amos Genish. Para aumentar ainda mais a névoa que cerca este enredo, o próprio Genish e Heloisa acabariam afastados da Vivo. Os próximos capítulos da série prometem fortes revelações.

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08.12.16
ED. 5512

A nova “carta-bomba” do Postalis

O Postalis estuda a criação de um fundo exclusivo para abrigar ativos podres de sua carteira. O problema é que esta possibilidade já abriu uma nova frente de conflito entre os associados e a diretoria da fundação. Escoltados por seus representantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal, funcionários e aposentados dos Correios já estariam se mobilizando para brecar a medida tanto na esfera administrativa quanto, se necessário, na jurídica.

O receio dos beneficiários do Postalis é que as participações penduradas nesse fundo sejam vendidas a terceiros a preços aviltados, com enormes deságios sobre a cifra original lançada em balanço. Fundos especializados na compra de junk bonds teriam sondado o Postalis, oferecendo pagar, no máximo, 5% sobre o valor de face dos títulos. Procurado, o Postalis nega a criação do fundo, mas confirma que “estuda alternativas para a recuperação dos seus ativos provisionados”. A fundação afirma ainda desconhecer qualquer mobilização dos beneficiários contra a direção.

A eventual criação de um fundo com ativos podres ainda dependeria da anuência da Previc, o órgão regulador do setor, mas os associados da Postalis querem furar esse balão de ensaio antes que ele ganhe altitude. Em tese, a proposta até faz sentido: os recursos arrecadados com a venda dos ativos podres seriam destinados a amortizar o déficit acumulado da fundação, próximo dos R$ 6 bilhões. De boas intenções, no entanto, os beneficiários do Postalis já estão fartos. Eles temem que a medida seja usada para justamente encobrir irregularidades e, sobretudo, evitar a responsabilização jurídica de ex-dirigentes que aprovaram investimentos sob suspeita.

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08.12.16
ED. 5512

Profissão de fé

Com o perdão da metáfora, Marcelo Crivella é rápido no gatilho. Na própria terça-feira, fez chegar à Cúria Metropolitana sua indignação com a cena de um atirador da polícia flagrado na sacada da Igreja de São José, próxima à Alerj, durante as violentas manifestações no local. No dia seguinte, como se sabe, a cúpula da Segurança Pública e a própria primeira-dama do estado, Maria Lúcia Horta Jardim, pediram desculpas publicamente ao Arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta.

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08.12.16
ED. 5512

Voz paterna

O ex-presidente José Sarney não é só um dos interlocutores mais frequentes de Renan Calheiros. É também a voz que mais o acalma. Um verdadeiro pai.

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08.12.16
ED. 5512

Reconhecimento

Se depender da Mitsui, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, emplaca mais um mandato no cargo – o atual vence em maio.

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08.12.16
ED. 5512

Hierarquia

A Justiça deu um “castigo extra” para Katia Rabello, acionista do antigo Banco Rural. Entre os executivos do Rural condenados no “mensalão”, Katia foi a última a ter sua pena flexibilizada. A decisão do STF para que ela passe ao regime aberto só veio dois meses após a concessão de igual benefício ao ex-vice-presidente do banco José Roberto Salgado. Melhor sorte teve o ex-diretor Vinícius Samarane. Condenado a oito anos e nove meses, foi perdoado pelo STF em março.

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08.12.16
ED. 5512

Fogo na roupa

Após uma longa queda de braço com os credores, os irmãos Alvaro e Paulo Jabur Maluf estão se despindo das vestes de controladores da Camisaria Colombo. É o alto preço pago pela dívida de R$ 1,5 bilhão acumulada pela rede varejista, em recuperação extrajudicial. Consumado o processo de conversão do passivo, os credores, notadamente Itaú e Santander, terão quase 80% do controle.

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08.12.16
ED. 5512

Vem cá, Luiza

Agora que deixou a gestão executiva do Magazine Luiza, a empresária Luiza Helena Trajano está dando asas a um velho projeto: entrar na vida pública.

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08.12.16
ED. 5512

“Google chinês”

O Baidu, gigante chinês da internet, prepara sua entrada no Brasil. O site de buscas promete artilharia de guerra para deslocar mercado do Google no país. Um seleto grupo de executivos brasileiros da área digital, que viajou recentemente para Pequim a convite da companhia, teve uma pequena mostra dos planos. Consultado, o Baidu confirmou que “está analisando sua implementação no Brasil”

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08.12.16
ED. 5512

Arroz de pato

O pato de Paulo Skaf virou codorna. A Fiesp decidiu se jogar de corpo, alma e bolso no lobby pró-Refi s.

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08.12.16
ED. 5512

Ponto final

As seguinte empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Camisaria Colombo, Itaú e Santander.

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