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Planos
02.12.16
ED. 5508

BTG Pactual prepara seu retorno ao game das aquisições

O RR tem lá suas diferenças com o BTG Pactual, mas não se pode negar que o banco superou uma grave crise institucional, convenceu o mercado da sua capacidade de ajuste e, de quebra, recuperou a autoestima – os problemas de André Esteves já foram individualizados e serão resolvidos no devido Foro. No entanto, na percepção dos próprios sócios, o BTG só reconquistará de vez a imagem de winner quando voltar a protagonizar uma grande operação de M&A no setor. Por ora, é bom que se diga, tudo ainda está no campo das pretensões: são pensamentos embrionários que encantam particularmente o próprio Esteves. Ainda assim, nas tertúlias entre os acionistas do BTG, já começam a despontar alvos potenciais, objetos de desejo que se encaixariam com perfeição ao projeto de soerguimento do banco. Os dois nomes mais sussurrados são o Banrisul e a XP Investimentos. Procurado pelo RR, o BTG nega o interesse nas duas instituições. A XP, por sua vez, garante não ter mantido qualquer conversação neste sentido com o BTG. Já o Banrisul não quis se manifestar.

Os planos que vêm sendo anunciados pelo BTG para a sua operação digital são muito mais para constar, quase que apenas pela obrigação de acompanhar a tendência do setor, do que uma aposta na qual o banco efetivamente deposita suas expectativas de crescimento. A instituição não tem a pretensão de virar um player de peso nesse segmento. O BTG vai seguir os caminhos de sempre. Cada qual na sua raia, tanto o Banrisul quanto a XP lhe permitiriam recuperar ao menos parte da massa crítica que perdeu após o seu forçado processo de reestruturação. Com a compra do banco gaúcho, seu total de ativos pularia de R$ 128 bilhões para pouco mais de R$ 190 bilhões. Não seria o suficiente para o BTG voltar ao patamar de setembro de 2015 (R$ 302 bilhões) – última fotografia contábil antes da prisão de André Esteves. Tampouco provocaria mudanças no ranking bancário – a instituição permaneceria em quarto lugar entre os grupos privados, bem atrás do Santander (R$ 680 bilhões). Ainda assim, a aquisição daria novo fôlego à operação do BTG no varejo, seja pelos ganhos de escala, seja pelas sinergias com o Pan, do qual tem 51%.

A aquisição da XP Investimentos, por sua vez, teria um poder até maior de reaproximar o BTG do seu período de bonança, notadamente no que diz respeito à gestão de recursos de terceiros. A carteira de ativos do banco sairia dos atuais R$ 76 bilhões para algo em torno de R$ 116 bilhões, não muito distante, portanto, dos R$ 128 bilhões contabilizados em setembro do ano passado.

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02.12.16
ED. 5508

Um pedido de Setubal tem força de decreto

O futuro ex-presidente do Banco Itaú, Roberto Setubal, está dedicando uma parte do seu tempo para exercitar a atividade de lobista. E parece que um pedido de Setubal cala fundo no Palácio do Planalto e no Ministério da Fazenda. O banqueiro clamou pela redução do recolhimento compulsório para que seja aumentado o crédito – e também para mitigar a progressiva perda da rentabilidade bancária com a queda dos juros, mas isso ninguém precisa saber. Não deu outra: o governo já está estudando a medida. O RR cantou essa pedra na edição de 25 de novembro, afirmando que a nova matriz econômica – noves fora as pedaladas e barbeiragens na gestão da banca do Estado – vai deixar muitas das vivandeiras da ortodoxia com saudades. Em tempo: Lula, por motivos diferentes, está defendendo a mesma medida.

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02.12.16
ED. 5508

Contra o relógio

 Triunfo e UTC correm para fechar ainda neste ano a venda de suas participações em Viracopos – a dupla detém 90% do consórcio Aeroportos Brasil, dono, por sua vez, de 51% do negócio. A pressa se deve à nova MP que permite a rescisão e relicitação de concessões em débito com a União. A UTC confirma que vai deixar a operação e garante que já existem potenciais interessados. A Triunfo não se pronunciou.

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02.12.16
ED. 5508

Segunda tranche

 O financiamento de US$ 245 milhões para a compra dos caças Gripen pela FAB foi apenas o aperitivo. A Swedish Export Credit Corporation, agência sueca de crédito à exportação, vai disponibilizar mais US$ 300 milhões ao país para aquisição de equipamentos belgas de alta tecnologia.

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02.12.16
ED. 5508

Replantio

 A chinesa CNADC acena com um caminhão de dinheiro para a produção de grãos no Centro-Oeste. No passado, o grupo chegou a comprar terras na região, mas o negócio não andou.

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02.12.16
ED. 5508

Calor e caos

Os próximos dias vão ser bem quentes nas ruas do Centro do Rio de Janeiro. O Movimento Unificado de Servidores Públicos do Estado (Muspe) está organizando uma grande manifestação para a próxima terça, dia 6. Por sua vez, os carcereiros dos 44 presídios do Rio também se mobilizam para novos protestos. Isso porque o governo do estado só deverá depositar, na próxima segunda-feira, os salários dos agentes penitenciários da ativa. Os inativos vão para o terceiro mês sem receber – ver RR edição de 18 de novembro. Além das manifestações, os carcereiros ameaçam reduzir o efetivo destacado para cada turno de trabalho.

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02.12.16
ED. 5508

Pneu careca

 O ano está duplamente perdido para a Bridgestone no Brasil. Além da queda de 35% nas vendas de pneus às montadoras, as três lojas da CarClub, rede varejista da companhia, operam no vermelho.

• A seguinte empresa não comentou o assunto: Bridgestone.

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02.12.16
ED. 5508

Pé de apoio

Como gesto simbólico, há uma mobilização da diretoria da Caixa Econômica para antecipar a renovação do contrato de patrocínio à Chapecoense, que expira em janeiro. Procurado, o banco confirmou “ter interesse em seguir com a parceria”.

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