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Planos
18.11.16
ED. 5498

Raízen raspa o tacho da indústria sucroalcooleira

A Raízen, associação entre a Cosan, de Rubens Ometto, e a Shell, lançou uma blitzkrieg sobre empresas sucroalcooleiras em recuperação judicial. Logo na primeira colheita, a companhia pretende adquirir quatro usinas de três grandes grupos do setor, todos em RJ, a saber: Tonon Bioenergia, Abengoa Bioenergia e Unialco. No primeiro caso, o ativo sobre o balcão é a Usina Paraíso, localizada em Brotas (SP). A planta tem capacidade para processar 2,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra. Seu maior atrativo está na geografia: fica próxima ao polo petroquímico de Paulínia e ao Porto de Santos. Por sua vez, as conversações com a Abengoa envolvem a aquisição das duas usinas que os espanhóis colocaram à venda nas cidades de Pirassununga e São João da Boa Vista, em São Paulo. Ambas somam uma capacidade de moagem de sete milhões de toneladas por ano. Em relação à Unialco, a Raízen vai participar do leilão que o grupo pretende promover ainda neste ano para a venda da Usina Guararapes, também no interior paulista. As negociações, ressalte-se, passam não apenas pela oferta de uma quantia em dinheiro, mas também pela renegociação das dívidas das usinas com um expressivo deságio. Um fator é fundamental para a investida da Raízen: os respectivos credores da Tonon, da Abengoa e da Unialco, especialmente os bancos, não só pressionam as empresas a se desfazer de seus ativos como aceitam achatar o valor de face dos débitos. No caso da Unialco, por exemplo, estima-se que a dívida da Usina Guararapes (acima dos R$ 800 milhões) possa sofrer um desconto superior a 70%. Tomando-se como base os números, o caso mais urgente é o da Tonon, que tem um passivo total de quase R$ 3 bilhões.

• A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Raízen, Tonon, Unialco, Abengoa.

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18.11.16
ED. 5498

A dodecafonia do Rio em cinco notas

Periga faltar carcereiro no Rio. Os sete mil servidores da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) ameaçam paralisar suas atividades a partir da próxima semana caso o pagamento dos salários não seja regularizado. Há pelo menos três meses, os funcionários dos presídios do estado vêm trabalhando em menor número nos turnos de revezamento.

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 O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, pretende espremer ao máximo a Cedae. A ideia é lançar mão de uma política emergencial de distribuição de dividendos, com o repasse quase integral do lucro deste ano para o acionista controlador, o governo do Rio. No ano passado, por exemplo, do lucro de R$ 248,8 milhões, a Cedae transferiu ao estado, a título de dividendo, apenas R$ 60 milhões. Os demais R$ 168 milhões foram reinvestidos na empresa. Procurados, o governo do estado e a Cedae não quiseram se pronunciar sobre o assunto.

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 Ainda que convenientemente recluso – o que de nada lhe adiantou –, Sergio Cabral vinha participando ativamente das discussões políticas em torno da grave crise no Rio. Desde o fim de outubro, por sinal, o número de encontros com o governador Pezão caiu consideravelmente à medida que a agenda com o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani, se intensificou. Os dois se falaram praticamente todos os dias. Agora, a comunicação ficará dificultada.

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 Enquanto o duro pacote de medidas administrativas espera pela votação na Alerj, o governador Pezão pretende anunciar nos próximos dias a extinção de autarquias e superintendências estaduais, entre elas a Suderj, que ficou sem função após a privatização do Maracanã.

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 O carioca reagiu com o habitual tom de chacota à decisão de Jorge Picciani de cercar todo o prédio da Alerj para evitar invasões de manifestantes: “Os deputados estão onde merecem: atrás das grades”.

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18.11.16
ED. 5498

Tabuada

 A gestora britânica Actis deverá anunciar em dezembro a venda de sua participação de 37% na rede de ensino Cruzeiro do Sul. Há três fortes candidatos: Advent, Carlyle e Gávea. Será, de longe, o mais rentável dos negócios feitos pela Actis no país. O valor da operação deverá girar em torno de R$ 1,2 bilhão, quase sete vezes o que os britânicos pagaram pela participação em 2012 (R$ 180 milhões).

• A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Actis.

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18.11.16
ED. 5498

Poço seco

Poço seco Ibsen Flores Lima, que assumiu a presidência da Pré-Sal S/A no lugar de Oswaldo Pedrosa – cuja saída foi antecipada pelo RR em 5 de outubro –, terá de fazer mais com menos. Estima-se que o orçamento da estatal para 2017 será 20% inferior ao deste ano. Em tempo: a PPSA conta com algo em torno de 30 funcionários, uma média aproximada de sete subordinados para cada um dos quatro diretores.

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18.11.16
ED. 5498

Dono da pista

Prestes a deixar as pistas, Felipe Massa está reunindo um grupo de investidores dispostos a assumir o Autódromo de Interlagos. João Doria já anunciou que vai privatizar o complexo.

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18.11.16
ED. 5498

Risco Caoa

O próprio Antonio Maciel Neto está impressionado com o número de felicitações que vem recebendo após anunciar sua saída da presidência do Grupo Caoa. Os mais próximos fazem questão de registrar seu alívio

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18.11.16
ED. 5498

Na pele

• Em tempos de crise no mercado interno, os hermanos estão salvando a pele da Natura. Nos cálculos da empresa, os países da América Latina deverão responder por 40% da sua receita até 2018. Hoje, essa participação é de 30%.

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18.11.16
ED. 5498

Cavalo dado…

O PSB foi contra o apoio de Romário a Marcelo Crivella, mas nada fará para evitar que o senador indique um dos secretários do futuro prefeito.

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