Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
11.11.16
ED. 5494

Trump é um sobrenome maldito na contabilidade do Serpros

Para os mais de 25 mil funcionários e aposentados do Serpro, a empresa de processamento de dados do governo federal, o sobrenome Trump é sinônimo de escândalos, farto noticiário policial e, na última linha, prejuízos. Sob intervenção da Previc, o Serpros, fundo de pensão da estatal, deverá lançar no balanço deste ano uma provisão de aproximadamente R$ 40 milhões. A cifra equivale a pouco mais da metade do aporte de R$ 77 milhões feito pela entidade no FIP LSH, fundo constituído para financiar a construção do Trump Rio de Janeiro – hotel localizado na Barra da Tijuca, no Rio. A participa- ção do Serpros no negócio é investigada no âmbito da Operação Greenfield. O Ministério Público Federal tem fortes indícios de que o projeto foi superfaturado e parte dos recursos desembolsados pela fundação foi desviada para o pagamento de propinas. O projeto nasceu de uma parceria entre uma empresa carioca chamada LSH Barra Empreendimentos Imobiliários e a The Trump Organization, grupo do futuro presidente norte-americano – mais do que um sobrenome uma marca que cobra alto para batizar ativos de real estate mundo afora. Procurado pelo RR, o Serpros não se pronunciou.  A trajetória recente do Serpros é repleta de solavancos. Esta é a segunda vez em pouco mais de um ano que a Previc decreta intervenção no Serpros. A primeira se deu em maio do ano passado, quando o órgão regulador bloqueou os bens de 17 ex-executivos da fundação. Há cerca de cinco meses, em meio a suspeitas de irregularidades, Claudio Albuquerque Nascimento renunciou à presidência. No caso específico do aporte no FIP LSH, a provisão no balanço é vista no próprio Serpros apenas como uma mera formalidade, um rito de passagem para o inevitável: o write off de pelo menos metade do valor investido. Para se ter uma ideia do peso da operação, basta dizer que, individualmente, o aporte no Trump Rio de Janeiro é o hoje o segundo maior investimento em participações na carteira do fundo de pensão – o total de ativos é de R$ 5,1 bilhões. Trata-se de mais uma conta que os beneficiários da fundação serão chamados a pagar devido às estripulias cometidas pelas últimas gestões da entidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.16
ED. 5494

Uma dura derrota para Daniel Dantas

O banqueiro Daniel Dantas está remoendo uma de suas maiores derrotas. De acordo com informação veiculada pelo Latin Lawyer, uma das mais prestigiosas publicações jurídicas do mundo, o Opportunity perdeu o bilionário processo de arbitragem que movia contra a ex-sócia Telecom Italia. A Câmara de Comércio Internacional (ICC) decidiu rejeitar os pedidos apresentados por Dantas, seu sócio Dório Ferman e empresas do grupo, que cobravam dos italianos uma indenização de US$ 15 bilhões. A alegação do Opportunity é que a Telecom Italia teria cometido crimes de suborno e pirataria, manobrado investigações policiais e financiado uma campanha na imprensa para forçá-lo a desistir do controle da Brasil Telecom. O RR entrou em contato com o Opportunity, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.  O contencioso remonta a 2005, quando a Telecom Italia rompeu a conturbada sociedade com o Opportunity na Brasil Telecom. O banco alega que os italianos interceptaram informações sigilosas da operadora de telefonia e posteriormente as repassaram a autoridades policiais brasileiras, o que resultou em investigações criminais contra Dantas, mais precisamente as Operações Chacal e Satiagraha – ambas anuladas pela Justiça. Segundo a decisão da ICC, Dantas e Opportunity “não eram vítimas passivas na batalha corporativa com a Telecom Italia” e eles mesmos haviam tomado “medidas agressivas para proteger seus interesses”, inclusive através da contratação de empresa de espionagem Kroll Associates para investigar a Telecom Italia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.16
ED. 5494

Riotrilhos

Além de hospitais, do Maracanã e do Porto do Rio, Marcelo Crivella tem interesse na municipalização da Riotrilhos. A empresa é responsável pelo planejamento e fiscalização do transporte metroviário na cidade. O governador Pezão ficaria muito agradecido: seriam 400 servidores a menos na folha do estado. Não custa lembrar que o viceprefeito de Crivella, o engenheiro Fernando Mac Dowell foi diretor da Riotrilhos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Eunício de Oliveira recebeu o beijo da morte do Planalto. Ele tinha a garantia de que seria o candidato do PMDB à presidência do Senado em 2017. No entanto, com a devida orientação de Michel Temer, todo o partido estaria deslizando para a candidatura de Romero Jucá. É bem verdade que todo esse barulho pode ser por nada. Quem vai mesmo decidir a parada é Sergio Moro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.16
ED. 5494

Questão de saúde

• Abilio Diniz só pensa em saúde, mais precisamente nas redes de drogarias da BR Pharma/BTG. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Península Participações e BR Pharma.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.16
ED. 5494

Luz chinesa

A chinesa Three Gorges é pule de dez para o leilão da Cesp, previsto para os primeiros meses de 2017. O grande ativo do pacote é a hidrelétrica de Porto Primavera.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.16
ED. 5494

Ofidiário

 Eliseu Padilha prega que a Secretaria do PPI incorpore a Valec, responsável pelas concessões ferroviárias. Moreira Franco enxerga um presente de grego nesse embrulho. A Valec é um serpentário de denúncias.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.16
ED. 5494

Do banco para os palanques

• Prestes a deixar a presidência do Banco Itaú, Roberto Setubal tem planos de entrar na vida pública. A exemplo de seu pai, Olavo Setubal, que foi prefeito de São Paulo e ministro das Relações Exteriores no governo de José Sarney.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.