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Planos
09.11.16
ED. 5492

Os gastos nada olímpicos da Autoridade Pública

Promete ser árdua a missão de Marcelo Calero, ministro da Cultura, designado pelo presidente Michel Temer para comandar o processo de encerramento da Autoridade Pública Olímpica (APO). Os custos totais previstos para este ano não cabem no orçamento de R$ 20 milhões liberado pela entidade, criada para centralizar a atuação dos governos federal, estadual e municipal na realização da Rio 2016. Calero vai se deparar com uma situação, no mínimo sui generis. Mesmo após a Olimpíada, a pira das contratações continuou acesa. Um exemplo dos gastos desmedidos é o escritório de Brasília. No início do ano, a representação foi extinta e os sete funcionários acabaram dispensados. Por mais incrível que possa parecer, a Olimpíada passou e a APO reativou sua operação na Capital Federal, desta vez com um contingente ainda maior: 12 profissionais.  No Rio, onde fica sua sede, a temporada de contratações também foi reaberta, inclusive com a vinda de profissionais de outros estados. Pela lei que criou a Autoridade Olímpica, executivos vindos de outra cidade com sua família recebem, na partida, o equivalente a um salário a mais para cada dependente. Ou seja: um funcionário com esposa e filho e remuneração de R$ 15 mil vira, na chegada, um custo de R$ 45 mil para os cofres da APO. Há ainda um adicional ao salário para pagamento de aluguel. A festa, tudo leva a crer, está com os dias contados. Uma lembrança: pouco depois de ter assumido o Ministério da Cultura, Calero demitiu 81 funcionários. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Autoridade Pública.

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09.11.16
ED. 5492

Crivella conclama uma legião de servidores da fé

 O Rio de Janeiro deverá ter uma experiência de governança compartilhada de uma cidade e de uma igreja sem precedentes na história brasileira. Marcelo Crivella pretende criar, pelo lado da fé, um contingente de “funcionários públicos” não remunerados. Não é difícil imaginar de onde viriam esses servidores. Evangélicos, notadamente os fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus, seriam recrutados para ajudar em trabalhos civis voluntários. Em uma cidade com os problemas do Rio, o naipe de possibilidades é incontável: distribuição de roupas, alimentos e remédios, campanhas de vacinação, construção e reforma de habitações populares, orientações básicas de saúde e higiene em comunidades carentes… Um mutirão que talvez só encontre paralelo nos serviços sociais prestados pelas Forças Armadas em regiões remotas do Brasil. Quando Crivella repete que sua gestão terá menos obra e mais gente, está contando do culto apenas a metade.  A proposta começou a ser discutida ainda durante a campanha eleitoral e, nos últimos dias, ganhou corpo na formação do plano de governo de Crivella. O novo prefeito não precisa de assessoria no assunto. Mas, se precisasse, não custa lembrar que na Câmara dos Vereadores há um personagem com conhecimento de causa: o ex-prefeito Cesar Maia participou de trabalhos voluntários durante seu exílio no Chile de Salvador Allende. Lá o culto era a Marx. Não deu certo.

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09.11.16
ED. 5492

Toma lá, dá cá

 O governador Luiz Fernando Pezão corre para fechar ainda neste ano a renovação antecipada das concessões da CEG e da CEG Rio, controladas pela Gas Natural, o que pode injetar até R$ 1 bilhão nos cofres públicos. É a chance de o grupo espanhol emplacar um antigo pleito: a autorização para a fusão das duas distribuidoras de gás.

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09.11.16
ED. 5492

Bola dividida

 A relação entre Sebastião Bonfim Filho, fundador e acionista majoritário da rede de lojas Centauro, e a sócia GP Investimentos está nos 44 do segundo tempo por conta de seguidos desentendimentos. Bonfim confidenciou a uma fonte do RR que é dono, mas não consegue mandar. Consultados, Bonfim e GP garantem não ter divergências.

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09.11.16
ED. 5492

Destino traçado

 Entre os credores da PDG, o consenso é que a chegada da RK Partners, de Ricardo K, não altera as cenas dos próximos capítulos. Mesmo com a mudança na gestão, o pedido de recuperação judicial da construtora é coisa de dias.

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09.11.16
ED. 5492

Trem de pouso

 Paulo Sergio Kakinoff estaria cumprindo suas últimas milhas na presidência da Gol. Procurada, a empresa nega a saída de Kakinoff. A ver.

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09.11.16
ED. 5492

Traço no ibope

 Pesquisa encomendada pelo PMDB e recém-saída do forno traz Michel Temer com apenas 2% das intenções espontâneas de voto para presidente em 2018. Longe de Lula, Aécio Neves e Geraldo Alckmin e Marina Silva e atrás de Jair Bolsonaro.

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09.11.16
ED. 5492

Suzano

 Com os estoques de celulose acima do previsto, a Suzano vai paralisar a linha de produção da fábrica de Mucuri (BA) até março. Procurada, a empresa confirma a “parada programada da unidade”. No terceiro trimestre deste ano, o volume de vendas da companhia foi 15% inferior ao do mesmo período em 2015.

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09.11.16
ED. 5492

Em chamas

• Brasília vai pegar fogo após o feriado da Proclamação da República. O Nero é um presidiário de Curitiba. A lira é uma das revistas semanais.

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09.11.16
ED. 5492

ViaVarejo

 O grupo chileno Falabella é candidato à compra da ViaVarejo, o braço de eletro-eletrônicos do Pão de Açúcar. Uma das maiores redes varejistas do Chile, o conglomerado já tem negócios no Brasil: é acionista controlador da Construdecor, holding da área de material de construção que reúne as lojas Dicico e Sodimac. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Pão de Açúcar.

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09.11.16
ED. 5492

Cais do porto

Após ter recebido o sinal verde do Cade para a compra de 50% do Terminal Fronteira do Norte, o Grupo Amaggi – da família do ministro Blairo Maggi – vai deslanchar um pacote de investimentos da ordem de R$ 100 milhões no porto. Os outros 50% do terminal localizado em Barcarena (PA) pertencem à Bunge. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Amaggi.

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