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Planos
01.11.16
ED. 5487

Banco do Brasil e Caixa são o chão e o teto da PDG

 Ainda que indiretamente, o futuro da PDG Realty virou assunto de governo. Está nas mãos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal a decisão de dar um fôlego extra à maior incorporadora imobiliária do país ou lançá-la de vez no alçapão de uma recuperação judicial. É grande a pressão para que o BB e a Caixa acolham o pedido de um empréstimo emergencial feito pela companhia aos seus bancos credores, no valor aproximado de R$ 400 milhões. As duas instituições são vistas pela própria PDG como o fiel da balança na operação. Ambas respondem por mais de 30% da dívida de curto prazo da companhia, da ordem de R$ 5,5 bilhões. Se BB e Caixa concordarem com a proposta de refinanciamento, a expectativa da incorporadora é que os bancos privados – mais de uma dezena, entre eles Itaú e BTG – sigam em bloco o mesmo caminho. Assim tem sido durante as seguidas etapas de repactuação do passivo da PDG. A mais recente se deu em junho, quando a incorporadora conseguiu alongar por quatro anos o vencimento de R$ 2,3 bilhões em dívidas financeiras. Procurada, a Caixa não quis se manifestar, alegando que as “operações envolvendo a PDG são protegidas por sigilo bancário”. A incorporadora e o BB também não se pronunciaram.  O risco de uma iminente recuperação judicial é exatamente o maior – e único – instrumento de pressão da própria PDG sobre o BB e a CEF. Não há muito tempo para uma decisão dos dois bancos e, por extensão, dos demais credores. A contagem regressiva para a RJ é breve, talvez questões de dias – consta que a PDG já mantém conversações com a Alvarez & Marsal, especialista no assunto. O processo colocaria um ponto de interrogação sobre a capacidade da incorporadora de entregar os imóveis aos seus compradores. A companhia tem 35 projetos em andamento, o equivalente a mais de seis mil unidades. No entanto, a PDG teria em caixa pouco mais de R$ 200 milhões, recursos que não cobririam seus compromissos sequer até dezembro. O empréstimo emergencial dos bancos permitiria à incorporadora chegar até o primeiro trimestre de 2017, contando ainda com os recebíveis previstos até março do ano que vem – algo em torno de R$ 700 milhões.  Ainda assim, à luz dos números, fica a sensação de que a PDG tenta tratar de uma fratura exposta com arnica e band-aid. No mercado, a percepção é que mesmo um eventual acordo com os bancos para um novo aporte apenas adiará o inevitável: a recuperação judicial. Se o balanço do terceiro trimestre trouxer um prejuízo superior a R$ 1 bilhão – no primeiro semestre, as perdas foram de R$ 1,2 bilhão –, a empresa passará a ter patrimônio líquido negativo.

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01.11.16
ED. 5487

Ultra encontra um pedágio pelo caminho

  No Grupo Ultra, há poucas dúvidas quanto às intenções de Ricardo Andrade Magro, dono da Refinaria de Manguinhos. Investigado pela Lava Jato, o antigo parceiro de Eduardo Cunha está diante de uma grande oportunidade de “negócio”. E esta oportunidade surgiu à sua frente graças ao Cade, que declarou Manguinhos como parte interessada na venda da rede de postos Ale para a Ipiranga. Ou seja: Magro conseguiu colocar o bode na sala e agora, ao que tudo indica, vai cobrar caro para tirá-lo de lá. O Ultra, dono da Ipiranga, já trata como inevitável uma dura negociação com Manguinhos para que a refinaria não se interponha – tanto na esfera administrativa, caso do Cade, quanto, sobretudo, no âmbito jurídico – à venda dos postos Ale.  Em sua decisão, o Cade considerou que a aquisição da Ale pela Ipiranga poderá causar um grau de concentração na compra de combustível capaz de afetar os interesses da Refinaria de Manguinhos. Curioso: ao que consta, Manguinhos não refina uma gotícula de petróleo há anos. Seu core business é brigar com o governo do estado para não pagar o ICMS sobre o pouco combustível que comercializa, todo ele importado. • As seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Manguinhos.

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01.11.16
ED. 5487

Classificados

 O administrador da massa falida do Banco Santos, Vânio Aguiar, pretende leiloar no início de 2017 a mansão de Edemar Cid Ferreira no Morumbi. A propriedade está avaliada em aproximadamente R$ 110 milhões. Dá para pagar apenas e tão-somente 5% do passivo ainda descoberto do Banco Santos, da ordem de R$ 2,3 bilhões. Mais rentável é vender as obras de arte do ex-banqueiro: no início de outubro, um quadro do americano Basquiat foi leiloado por R$ 42 milhões.

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01.11.16
ED. 5487

Prenúncio

 No mercado imobiliário, a decisão da Gafisa de antecipar para este ano a oferta de ações da Tenda, sua subsidiária, foi interpretada como uma garantia de que o governo anunciará até dezembro uma nova fase do “Minha Casa Minha Vida”. O programa é responsável por mais de 70% das vendas da construtora.

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01.11.16
ED. 5487

Evocação

 O Planalto tem sido pressionado pelo próprio PMDB para acelerar a substituição de André Moura (PSC-CE) na liderança do governo na Câmara. A presença de Moura no cargo traz a reboque o espectro de Eduardo Cunha, seu regente.

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01.11.16
ED. 5487

Velho sonho

 No SBT, já se dá como certo o retorno de Gugu Liberato à emissora em 2017. A questão é saber com que figurino: se apenas como apresentador ou, enfim, na condição de sócio de Silvio Santos.

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01.11.16
ED. 5487

Fora do ar

 Reflexo da crise econômica: a dobradinha Net /Claro tem perdido, em média, 40 mil clientes de TV por assinatura por mês. • As seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Claro.

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01.11.16
ED. 5487

Campo fértil

 A norte-americana Mosaic quer recriar a antiga Petrofértil, reunificando os ativos da Petrobras e da Vale na área de fertilizantes. A ideia é consolidar tudo.

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