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Planos
19.10.16
ED. 5478

Uber já é mais rentável no Brasil do que nos EUA

  O Uber anda em alta velocidade no Brasil, apesar dos percalços na Justiça e da interminável briga com prefeituras e taxistas. A operação brasileira já rendeu aos cofres da companhia R$ 100 milhões no primeiro semestre do ano. Deverá chegar a R$ 300 milhões até dezembro em função do aumento de 500% no número de corridas no Rio de Janeiro em agosto por causa da Olimpíada, além do acréscimo que ocorre normalmente nos últimos dois meses do ano. O faturamento será equivalente a 5% da receita mundial do Uber. Procurada, a empresa não confirmou os números relativos à sua receita no país.  O resultado colocará o Brasil na décima posição no ranking da companhia entre os 70 países atendidos. São mais de quatro milhão de clientes ativos e cerca de 50 mil motoristas associados, contra 10 mil no ano passado – números confirmados pela própria Uber. O número é equivalente à metade da frota de táxis nas doze cidades em que o Uber está presente no país. Pelo ritmo de crescimento apurado, em 2018 o grupo chegará ao mesmo tamanho dos concorrentes. Para chegar a esses resultados, o investimento, do próprio caixa, foi de R$ 150 milhões para montagem principalmente do aparato tecnológico.  Segundo a fonte do RR, que fez um estudo sobre o Uber no mercado brasileiro para um banco de investimentos norte-americano, o breakeven se dará neste ano, com um Ebtida de 10% sobre o faturamento de R$ 400 milhões. A performance é muito melhor do que a apurada nos Estados Unidos, base mundial da empresa e responsável por metade da receita. O negócio deu um baita prejuízo de US$ 1,2 bilhão no primeiro semestre. O Uber começou a operar no mercado norte-americano em 2009 e no Brasil iniciou sua operação em 2013. A projeção é de a receita chegue a R$ 1 bilhão em três anos, com um Ebtida de 20% desse total. A ampliação do faturamento se dará com a multiplicação por três do número de cidades atendidas, todas com mais de 500 mil habitantes.

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19.10.16
ED. 5478

Bancos esmagam o bagaço da Shree Renuka

 A homologação do novo plano de recuperação judicial da Shree Renuka, no último dia 26 de setembro, está longe de encerrar o contencioso entre a sucroalcooleira de origem indiana e seus credores financeiros. Os bancos – entre os quais Itaú, Santander, Votorantim e Rabobank – movem ações contra a empresa. As instituições financeiras acusam a sucroalcooleira de ter reduzido artificialmente seu patrimônio despachando cana-de-açúcar para a Índia sem receber pela exportação. Ou seja: por vias indiretas, a subsidiária da Shree Renuka teria transferido caixa a futuro para a própria matriz, manipulando deliberadamente a contabilidade para não honrar seus compromissos financeiros. As instituições financeiras alegam que este procedimento justificaria uma espécie de tutela antecipada do patrimônio da companhia para cobrir as dívidas, mesmo com a recente aprovação do plano de recuperação judicial.  Procurada pelo RR, a Renuka nega as fraudes. Segundo ela, a “Deloitte, administradora judicial da recuperação judicial, atestou formalmente em juízo, que não encontrou nenhuma irregularidade em nossas operações comerciais com partes relacionadas.” Os bancos, no entanto, votaram contra o plano de recuperação judicial e se recusam a participar do processo. Ainda assim, a proposta foi aprovada por receber o voto favorável do equivalente a 75% dos credores na assembleia realizada no fim de agosto, o que levou a 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial em São Paulo a homologar o plano. A Renuka carrega dívidas em torno de R$ 2 bilhões.

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19.10.16
ED. 5478

Banco Postal

 Há uma articulação no governo para que a Caixa Econômica entre no leilão do Banco Postal para salvar o certame, que, a princípio, não despertou o interesse das grandes instituições de varejo. A questão é o que a CEF fará com as mais de seis mil agências dos Correios já tendo uma rede de correspondentes bancários formada pelas mais de sete mil lotéricas em todo o país. Consultada, a Caixa disse “não confirmar” sua participação no leilão.

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19.10.16
ED. 5478

Estômago forte

 Mesmo com a crise, a americana Bloomin Brands tem fome de Brasil. Seus planos preveem a abertura de mais de três restaurantes com a bandeira Fleming´s Prime Steakhouse, que chegou neste ano a São Paulo. Um deles ficará no Rio. Um das maiores holdings de gastronomia dos EUA, a Bloomin Brands é dona também do Outback .

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19.10.16
ED. 5478

Bola de neve

 A  não ser que consiga concluir a venda de um pedaço da Congonhas Minério ainda neste ano, a CSN caminha para fechar 2016 com um passivo superior a R$ 27 bilhões e uma relação dívida líquida/Ebitda de nove para um. Há cerca de um ano e meio, este índice era de “apenas” 6,5 vezes.

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19.10.16
ED. 5478

Pri-vet

Abílio Diniz, czar da BRF , prepara uma grande operação no mercado russo.

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19.10.16
ED. 5478

Medalha de cobre

 Não são apenas os fornecedores e concessionárias de serviços públicos que sofrem com a inadimplência do Comitê Rio 2016. Os atrasos no reembolso de ingressos já estariam na casa dos R$ 500 mil.

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19.10.16
ED. 5478

São Carlos Empreendimentos

 A crise no setor imobiliário não poupa nem Jorge Paulo Lemann. A São Carlos Empreendimentos, braço de Lemann na área de real estate, abriu negociações para a venda da Torre A da EZ Towers, na Chucri Zaidan. Em julho, a empresa se desfez de outro centro empresarial em São Paulo, o Top Center Offices, por R$ 152 milhões. A negociação de ativos é uma maneira de compensar a queda dos resultados com a locação de imóveis. No primeiro semestre, a receita da São Carlos caiu 2% em relação a igual período em 2015. Já a margem NOI (Net Operating Income), que mede a rentabilidade da carteira, recuou de 93,8% para 91,3%. • A seguinte empresa não comentou o assunto: São Carlos Empreendimentos.

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