Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
13.10.16
ED. 5474

Disputas societárias rasgam o figurino da Restoque

 A frustrada fusão com a InBrands esgarçou de vez o já frágil tecido societário da Restoque, holding do varejo de vestuário que reúne marcas como Dudalina, Rosa Chá e Le Lis Blanc. Donas de 44%, as norte-americanas Warburg Pincus e Advent se articulam com outros acionistas para ampliar sua presença no Conselho e tomar a gestão da empresa. A movimentação estaria sendo acompanhada pela compra de ações em Bolsa – na primeira semana de outubro, em um intervalo de apenas três pregões, a cotação chegou a subir 10%. O objetivo das duas gestoras seria tirar da linha de frente da Restoque os empresários Marcio Camargo, fundador e maior acionista individual, e Marcelo Faria de Lima. Embora somem uma participação societária inferior à dos norte-americanos, ambos dão as cartas na administração. Camargo e Lima ocupam respectivamente a presidência e a vice-presidência do Conselho. “Culpa” da própria Warburg e da Advent, que aceitaram esta configuração ao vender a Dudalina para a Restoque e se associar à empresa, no fim de 2014. A harmonia societária não durou sequer uma coleção de verão. Poucos meses depois, todos já travavam uma briga de gato e rato pelo controle da companhia.  O round mais recente se deu em abril deste ano, Lima e Camargo teriam se unido a outros investidores na tentativa de aumentar o número de representantes no Conselho e, assim, reduzir o espaço da Warburg e da Advent. Prontamente, as duas gestoras compraram ações em Bolsa, aumentaram sua participação e barraram a ofensiva dos dois investidores. Agora, querem dar o xeque-mate, tirando os desafetos do comando do board. Warburg e Advent jogam na conta de Marcio Camargo e de Marcelo Lima o fracasso nas negociações com a InBrands. Ambos teriam feito uma série de exigências para concluir a associação. Foi uma das razões para a InBrands desistir da fusão, juntamente com o risco jurídico que a Restoque carrega. Os irmãos Renê e Renato Mauricio Hess de Souza – da família fundadora da Dudalina – questionam na Justiça a venda da grife para a Advent e a Warburg, em 2013. Ambos querem desfazer o negócio, o que automaticamente significaria o cancelamento da transferência da marca para a própria Restoque.  O mau desempenho da Restoque apimenta ainda mais a relação entre seus sócios. No primeiro semestre deste ano, a receita caiu 8% em relação ao mesmo período de 2015. Já o Ebitda recuou 29%. O maior fator de pressão, no entanto, é o crescente passivo. A relação dívida líquida/Ebitda já está em três para um. Há pouco mais de dois anos, era de dois para um. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Restoque e Advent, Warburg.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Amos Genish não resiste ao “domínio do fato”

 A tese do “domínio do fato” parece ter chegado à Vivo. A abrupta saída de Amos Genish da presidência da operadora estaria diretamente relacionada à auditoria interna instaurada pela Telefônica. Nos últimos dois meses, a matriz promoveu uma devassa na Vivo para investigar suspeitas de pagamentos indevidos a fornecedores do departamento de marketing e indícios de que a empresa foi vítima de espionagem comercial – ver RR edição de 5 de agosto.  Em seu veredito, a “corte espanhola” teria jogado sobre os ombros de Genish a culpa por malfeitos cometidos dentro da companhia. Por essa visão, em última instância, o executivo seria o grande responsável por desvios de conduta e procedimentos contrários às normas de compliance da Vivo, não por conivência, mas por omissão. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Vivo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A menos de duas semanas para o segundo turno, Marcelo Crivella formou uma coalizão da fé em torno da sua candidatura. Ele fechou o apoio da Igreja da Graça e da Igreja Mundial do Poder de Deus. Ambas são comandadas, respectivamente, pelo missionário R.R. Soares e pelo apóstolo Valdemiro Santiago, desafetos históricos de Edir Macedo, tio de Crivella.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Maracanã

 Flamengo e Fluminense, que mantêm contratos com a atual concessionária do Maracanã, estão dispostos a abrir mão de qualquer indenização caso fechem um acordo para assumir o estádio. O contrato com o rubro-negro ainda tem validade por mais um ano. O caso mais complexo é do Fluminense: são 32 anos ainda por cumprir.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Ministro sem teto

 O Planalto está esperando a poeira da PEC do Teto baixar para substituir o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que, dia sim e o outro também, dá declarações constrangedoras para o governo

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Liquidação

 Após uma frustrada tentativa de take over da BR Malls, a israelense Gazit Globe está se desfazendo no mercado do que ainda lhe resta de ações na administradora de shopping centers. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gazit Globe.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Campanha contra Murilo?

 Uma boa medida da obsessão do governo em substituir o presidente da Vale, Murilo Ferreira, é o número de 16 citações na mídia sobre a saí-da do executivo no espaço de três meses. As “fontes em off do governo” insinuam que é preciso que alguém pague o pato do desastre da Samarco. Não fosse a tragédia, Ferreira estaria sendo saudado como o gestor que toureou a maior crise internacional dos preços do minério. Paciência! A reboque do noticiário sobre a eventual partida de Ferreira desponta o nome de José Carlos Martins, com 13 inserções na imprensa no mesmo período. Martins carrega duas curiosidades: diretor de ferrosos na gestão de Roger Agnelli, tinha uma “boa” ligação com o ex-presidente da Vale – tanto que conspirou para depô-lo; também trabalhou com Benjamin Steinbruch, primeiro controlador da Vale pós-privatizada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Ilustre convidado

 João Doria pretende convidar pessoalmente o juiz Sergio Moro para sua cerimônia de posse, em janeiro. Moro, não custa lembrar, já marcou presença nos convescotes empresariais do Grupo Lide, de Doria.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.