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Planos
11.10.16
ED. 5473

Sisfron são os novos olhos da Defesa na tríplice fronteira

  O ministro da Defesa, Raul Jungmann, o ministro-chefe do Gabinete de segurança Institucional, General Sergio Etchegoyen, e o Estado Maior das Forças Armadas estão debruçados sobre um novo plano de ações para intensificar a vigilância na tríplice fronteira – Brasil, Argentina e Paraguai. O tema, inclusive, chegou a ser discutido nos encontros que Michel Temer teve, na semana passada, com os presidentes Mauricio Macri e Horacio Cartes. A grande contribuição virá do lado brasileiro: até meados do ano que vem, as Forças Armadas deverão concluir a implantação do Sisfron, novo sistema de monitoramento de fronteiras. Trata-se de uma rede integrada que reúne satélites, radares, aeronaves e ainda postos de vigilância localizados em regiões-chave. A importância estratégica do novo sistema pode ser medida pela sua blindagem à crise nas contas públicas. Orçado em aproximadamente R$ 12 bilhões, foi um dos raros projetos das Forças Armadas que passaram razoavelmente incólumes à desidratação orçamentária. Existe, inclusive, um projeto para que a tecnologia do Sisfron seja vendida a outros países. Procurado, o Ministério da Defesa não quis se pronunciar.  Entre os equipamentos de última geração que serão utilizados, o destaque fica por conta do Vant – Veículo Aéreo Não Tripulado –, um avião-radar de patrulhamento aéreo que pode ser usado não apenas para serviços de vigilância, mas até mesmo em pequenos resgates. O Sisfron já está em fase de testes na divisa entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai. Todo o sistema será integrado aos órgãos de Inteligência das Forças Armadas, das Polícias Federal e Rodoviária, das corporações estaduais e da Receita Federal. Sua operacionalização ficará concentrada na 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, conhecida como Brigada Guaicurus, localizada na cidade de Dourados (MS).  Quando estiver integralmente implantado, o Sisfron permitirá o monitoramento dos 17 mil quilômetros de fronteira seca do Brasil. No entanto, o maior foco de preocupação para a área de Defesa é a interseção com a Argentina e o Paraguai. Ali estão os maiores poros na segurança das fronteiras, uma região pródiga na entrada de armas, drogas e mercadorias contrabandeadas. Trata-se ainda de uma área que hoje merece atenção redobrada pela movimentação de células operacionais de grupos terroristas. Durante a Olimpíada, diversos agentes dos serviços de Inteligência do Brasil e de países como Estados Unidos e França permaneceram infiltrados em Foz do Iguaçu e cidades próximas.

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11.10.16
ED. 5473

Etanol volta ao mapa da DuPont no Brasil

 A DuPont decidiu retomar os investimentos em biocombustíveis no Brasil. O grupo norte- americano vai tirar da gaveta o projeto de construção de uma planta de etanol flex, que pode utilizar tanto cana-de-açúcar quanto milho como matéria-prima. Ao todo, desembolsará cerca de US$ 150 milhões. O investimento é uma peça importante dentro da estratégia da DuPont no Brasil. Trata-se de um projeto fundamental para dar escala ao laboratório de biotecnologia industrial que os norte-americanos montaram no ano passado, em Paulínia (SP). A DuPont investiu mais de US$ 20 milhões para montar um centro de pesquisa e desenvolvimento de última geração no país, mas, até agora, ainda não conseguiu transformá-lo em fonte de receita. O laboratório não fechou qualquer contrato com usinas sucroalcooleiras.  O projeto da planta de etanol flex estava congelado há quase dois anos. A princípio, a DuPont condicionou sua execução à atração de parceiros. Não faltaram tentativas, com Sumitomo, Cosan e Copersucar. Mas nenhuma das conversas seguiu adiante. A necessidade de impulsionar o laboratório de Paulínia, associada à recuperação do mercado de etanol, levou a DuPont a tocar o projeto sozinha. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: DuPont.

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11.10.16
ED. 5473

Asas cortadas

 German Efromovich negocia a venda de uma participação da Avianca para um grupo de investidores chineses. “Negocia” é mera força de expressão. A operação é uma imposição do fundo-abutre Elliot Management, que, no ano passado, fez um empréstimo à Sinergy, holding de Efromovich – uma operação, aliás, cercada de mistérios. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Avianca.

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 A Hidrovias do Brasil , que está entrando na navegação de cabotagem, planeja investir cerca de R$ 1 bilhão na operação ao longo dos próximos dois anos. Entre outros projetos, o desembolso prevê a encomenda de mais duas embarcações. A Hidrovias, leia-se Pátria Investimentos, já pagou R$ 680 milhões na compra de duas barcaças da Log-In. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hidrovias do Brasil.

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11.10.16
ED. 5473

O pato na lagoa

 Talvez o pato tenha, enfim, encontrado sua lagoa. Paulo Skaf é um nome forte para integrar o governo de João Doria.

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11.10.16
ED. 5473

Carrefour

 O Carrefour planeja abrir 15 lojas da bandeira Atacadão em 2017, cinco além do número previsto para este ano. A rede de atacarejo fatura mais de R$ 27 bilhões, ou aproximadamente 60% da receita total dos franceses no Brasil. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Carrefour,

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11.10.16
ED. 5473

Página virada

 Carlos Fonseca estaria prestes a deixar o BTG . Fonseca, que já foi o queridinho de Andre Esteves e todo-poderoso da área de private banking do banco, está na unidade de investimentos imobiliários há mais de um ano. Procurado, o BTG nega a saída.

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11.10.16
ED. 5473

Sete Brasil

 O plano de recuperação judicial da Sete Brasil prevê a construção de até 12 sondas de perfuração, ao preço total de US$ 5 bilhões. Só não fica claro quem financiará o investimento.

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