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Planos
07.10.16
ED. 5471

Extensão do prazo pode levar repatriação à casa dos R$ 100 bi

  Quanto mais os dias passam mais os bancos levam alvissareiras informações ao governo sobre o potencial efetivo da repatriação. Os chamados portfólios ocultos dos próprios clientes começam a jorrar que nem cachoeira. A previsão mais otimista já é de um reingresso de R$ 100 bilhões. O problema para que tudo sejam risos é o acordo sobre a dilatação do prazo de anistia. Os bancos estão desesperados com os pedidos para abertura de processos. Não há tempo hábil para a contabilidade e advocacia com o Banco Central se a data de 31 de outubro for mantida.  Cada instrumento de aplicação tem seu timing específico. As contas bancárias são a situação mais “simples”. As instituições estrangeiras levam cerca de 15 dias para fornecer ao cliente todas as informações necessárias para a adesão ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT). No caso de investimentos em títulos e valores mobiliários no exterior, o rito pode demorar até 25 dias. Por sua vez, detentores de marca, copyright, licenças de softwares, patente ou qualquer direito submetido ao regime de royalties ou mesmo de bens imóveis, como carros, aeronaves e embarcações, dificilmente conseguirão contratar uma empresa especializada e obter a avaliação do patrimônio em menos de 20 dias.  Por esta razão, entre as instituições financeiras e mesmo no Congresso, a maioria aposta que a data-limite para a adesão ao RERCT será estendido. Pelo menos três datas já foram aventadas para o prazo final da repatriação: 16 e 30 de novembro e 31 de dezembro. Ontem, a ideia de casar com o encerramento do ano fiscal parecia mais simpática à Receita Federal. No chutômetro, o governo pode perder R$ R$ 500 milhões por dia se não esticar o prazo até o final do ano. Dá quase 30% do déficit fiscal.

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 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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07.10.16
ED. 5471

Multiplicação

 A Brookfield estaria em negociações para a compra da TTG Brasil, empresa de ativos florestais do BTG. Sua carteira reúne 110 mil hectares de terras, avaliados em aproximadamente US$ 800 milhões. Os canadenses, ressalte-se, já atuam neste setor no Brasil. Com a aquisição da TTG, passariam a ter mais de 400 mil hectares sob seu guarda-chuva. Procurada, a Brookfield nega a operação. Já o BTG não se pronunciou.

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07.10.16
ED. 5471

Paranapanema

 A Paranapanema vai anunciar nos próximos dias uma emissão de debêntures. A medida faz parte do pacote de recapitalização firmado com os credores, que concordaram em suspender, até o fim deste mês, a cobrança antecipada de dívidas em caso de não pagamento dos juros. • A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Paranapanema.

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07.10.16
ED. 5471

Dica

 Dois grandes bancos de varejo duelam pela XP Corretora. O Itaú não está nessa disputa.

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07.10.16
ED. 5471

A voz de Deus

 FHC não queria a candidatura de João Doria, mas adora quando alguém lembra, mesmo em tom de chiste, que o tucano conquistou mais de 20% do eleitorado nos últimos cinco dias de campanha. Justamente quando o “príncipe” gravou um depoimento para o seu programa eleitoral.

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07.10.16
ED. 5471

Show do Cunha

 Eduardo Cunha pensa em voltar ao rádio, a trincheira onde começou a construir sua popularidade, notadamente com o eleitorado evangélico.

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 Jader Barbalho tem cobrado de Eliseu Padilha, distribuidor-mor de cargos no governo de Michel Temer, o espaço que considera seu de direito. Até agora, Barbalho só colheu maus-tratos. O senador já contabiliza a perda da ingerência sobre a Eletronorte, com a iminente saída do atual presidente, Tito Cardoso. Ao mesmo tempo, não conseguiu emplacar o ex-senador Luiz Otavio Campos na Secretaria Nacional de Portos. O pupilo foi nomeado apenas para um cargo técnico nos Transportes. No bandejão de cargos servido pelo novo governo, Barbalho se queixa ainda da demora do Planalto em nomear mais de 30, isso mesmo, 30 indicações para postos de segundo escalão em estatais e autarquias do Pará, a exemplo de Sudam, Companhia Docas e Delegacia Regional do Trabalho.

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