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Planos
05.10.16
ED. 5469

Justiça desmonta antigo latifúndio de Cecílio Almeida

  Após duas décadas de disputas jurídicas entre a CR Almeida e o Ministério Público Federal do Pará (MPFPA), Incra, Ibama e Iterpa (Instituto de Terras do Pará), o polêmico império fundiário montado pelo empreiteiro Cecílio do Rego Almeida na Floresta Amazônica está se esfarelando. Dos seis milhões de hectares reclamados pela Incenxil e pela Amazônia Projetos Ecológicos – ambas controladas pelos herdeiros do empresário, morto em 2008 –, cerca de cinco milhões de hectares tiveram os seus títulos de terra definitivamente anulados pela Justiça. A 9 a Vara Federal de Belém determinou a retomada da Fazenda Curuá, localizada na Terra do Meio, região central do Pará. O processo (nº 0044157-81.2010.4.01.3900) já transitou em julgado, portanto não cabem mais recursos. A Justiça entendeu que Cecílio forjou documentos para se apropriar ilegalmente de uma área equivalente ao tamanho da Holanda e da Bélgica juntas – um colosso que rendeu ao empreiteiro a alcunha de “maior grileiro do mundo”. Procurada pelo RR, a CR Almeida não quis se pronunciar.  Cecílio do Rego Almeida construiu uma trajetória empresarial cercada de névoas, episódios controversos e acusações de diversas naturezas que lhe foram imputadas – da grilagem de terras ao hábito de grampear tanto desafetos como sócios. Ao morrer, deixou para os seis filhos um patrimônio, a números de hoje, de aproximadamente R$ 10 bilhões. São participações na construção civil, em concessões rodoviárias, ativos imobiliários e terras, muitas terras. Deixou também um rastro de contenciosos que ainda hoje acompanham a CR Almeida. No caso do escândalo na Amazônia, o grupo responde ainda a uma ação penal por desmatamento na terra grilada – processo nº 2008.39.03.000970-1, em tramitação na Vara de Altamira.  A derrota já está consumada com a perda da fazenda Curuá, mas os herdeiros de Cecílio do Rego Almeida ainda tentam sair deste episódio com alguns dobrões. Há outros dois processos em curso na 9 a Vara de Belém relacionados ao caso, estes movidos pelas subsidiárias da CR Almeida. A Incenxil entrou com uma ação contra a União (nº 0025750-27.2010.4.01.3900). A empresa exige uma indenização por supostas benfeitorias em terras indígenas que foram devolvidas às tribos locais como condicionante do processo de licenciamento ambiental da usina de Belo Monte. Como a fraude cartorial que deu origem à grilagem de terras pela Incenxil já foi comprovada, o MPF-PA requereu o bloqueio de qualquer pagamento à empresa, mas a conclusão do caso ainda depende de perícia judicial. Situação semelhante envolve a Amazônia Projetos Ecológicos, que também pleiteia indenização por melhorias na Terra Indígena Apiterewa, na mesma região. O processo (nº 0026162-55.2010.4.01.3900) também está parado à espera de laudos periciais. Segundo o RR apurou, a expectativa dos procuradores é que as duas ações sejam julgadas em, no máximo, um ano.

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 O presidente da natimorta Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA), Oswaldo Pedrosa, está de saída da estatal. Pedrosa teria acertado com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que permanecerá até o fim de novembro, o tempo necessário para o governo definir o substituto ou – quem sabe? – extinguir a empresa de vez. A PPSA é um arremedo do projeto original, sem verba e com apenas 30 empregados. Consultada, a estatal disse não ter conhecimento sobre o assunto.

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 A Emporium São Paulo, rede de supermercados para o público triple A fundada pelo empresário Juliano Hannud, estaria em busca de novos sócios. Com seis lojas, a varejista fatura cerca de R$ 250 milhões por ano. Trata-se de um negócio com a cara da dupla Jorge Paulo Lemann e Abílio Diniz, que, no ano passado, comprou a rede de padarias Benjamin Abrahão.

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05.10.16
ED. 5469

O outro PDT

 Até mesmo um cabra da peste como Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência em 2018, está cortando um dobrado para domar o partido no Rio Grande do Sul. Uma ala do PDT já lançou o nome do senador Lasier Martins para concorrer ao governo gaúcho. Ciro defende a candidatura do atual presidente do partido no estado, o deputado federal Darci Pompeo de Mattos.

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05.10.16
ED. 5469

Rebatida

 Com a desistência do BTG, o banco português Banif está tentando empurrar suas operações no país para o Brasil Plural . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Banif e Brasil Plural.

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 Geraldo Alckmin foi decisivo na operação panos-quentes que assegurou a permanência de Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça.

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05.10.16
ED. 5469

Contrapartida

 O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, vai excluir a Corsan do plano de venda de ativos que será apresentado na Assembleia Legislativa ainda neste ano. Trata-se de um recuo estratégico, um agrado calculado para que os deputados aprovem a proposta sem ressalvas. O que Sartori quer mesmo é assegurar a venda de parte da distribuidora de energia CEEE.

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05.10.16
ED. 5469

De olho nos livros

 A Amazon acompanha com muito interesse as disputas entre os acionistas da Saraiva.

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05.10.16
ED. 5469

Chery marcha lenta

 A montadora chinesa Chery, que investiu US$ 400 milhões na construção de sua fábrica em Jacareí (SP), não estaria utilizando sequer um décimo da capacidade da planta. Concebida em outro momento do mercado, a unidade foi desenhada para produzir 50 mil veículos por ano. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Chery.

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 O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, pretende privatizar boa parte dos armazéns e centros de distribuição da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento.

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05.10.16
ED. 5469

Luiz Estevão

 A delação premiada do ex-senador Gim Argello empurra a Lava Jato ainda mais na direção do empresário Luiz Estevão, que cumpre pena na penitenciária da Papuda.

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 O fracasso de Carlos Roberto Osório nas eleições municipais ressuscitou no PSDB a ideia de lançar o técnico Bernardinho como candidato ao governo do Rio em 2018.

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