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Planos
29.09.16
ED. 5465

Cofco transforma o Brasil em epicentro da sua operação global

 O mercado brasileiro será o centro das operações da Cofco International, o braço agrícola do grupo chinês que arrematou os ativos da Noble Group e assumiu o controle integral da trading holandesa Nidera. Apesar de a Bovespa estar fora da lista de bolsas que o grupo estuda para abrir o capital da controlada, o Brasil deverá ser a sede mundial da Cofco International e beneficiário de 40% dos investimentos de US$ 3 bilhões previstos para serem feitos até 2017 no mundo. Segundo a fonte do RR, que conhece bem o plano, a maior parte dos recursos será direcionada à instalação de plantas industriais da Cofco. Nada de aquisições. Na ponta do lápis, sai mais barato importar os equipamentos da China do que comprar ativos prontos.  Será construída uma unidade de processamento de soja no Mato Grosso, a segunda no estado, o que aumentará em 60% a capacidade produtiva da companhia no país. Serão 30 milhões de toneladas de grãos por ano, um terço do que o grupo processa no mundo. A Cofco vai ainda ampliar de 15 milhões para 20 milhões de toneladas a moagem de cana de açúcar no mercado brasileiro com a instalação de sua quinta usina sucroalcooleira no estado de São Paulo.  Ainda neste ano, a operação brasileira passará a representar 15% da receita mundial de US$ 40 bilhões da Cofco International. Será um aumento de 40% no faturamento da filial. É o melhor resultado entre os 29 países onde a companhia asiática atua. Por essas e outras que os chineses escolheram Matt Jansen para ser o CEO da Cofco International. O executivo atuou aqui por sete anos e foi o principal defensor da ideia de que o Brasil se tornasse quartel general do grupo chinês. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco.

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29.09.16
ED. 5465

Termoceará encalha no estoque da Petrobras

 A diretoria da Petrobras deverá retirar a Termoceará da lista de ativos que serão negociados pela estatal. Serão aproximadamente R$ 300 milhões a menos na receita gerada pelo plano de alienação de ativos da companhia. A Petrobras não vê outro jeito. A decisão se deve aos recorrentes problemas técnicos dos equipamentos da geradora. As principais falhas se concentram nas turbinas, o que tem causado perdas de até 30% na produção de energia – a capacidade instalada é da ordem de 220 MW.  Além dos problemas operacionais, existem outros óbices para a venda da Termoceará. Há, por exemplo, o risco de desapropriação do terminal de GNL no Porto de Pecém que fornece o gás para a geradora. O governo cearense pretende transferir para o terreno uma unidade de estocagem de combustíveis que, por exigência do Ministério Público Federal, deve ser retirada do Porto de Mucuripe, próximo de Pecém. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras.

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29.09.16
ED. 5465

Reservas cambiais ganham nova função

 O Banco Central e o BNDES estão acertando os ponteiros para utilizar parcela das reservas do país como hedge cambial. O mecanismo cambial seria restrito aos investimentos de capital estrangeiro, notadamente de infraestrutura. O governo destinaria US$ 100 bilhões para operações de hedge nos aportes de capital em projetos de economia física.  Essa medida é vista como a manifestação mais firme de estímulo aos investimentos externos em infraestrutura, ou seja, o Brasil pretende tomar riscos junto com o capital estrangeiro. A decisão também define uma antiga questão conceitual: as reservas cambiais – da ordem de US$ 376 bilhões, com um custo de financiamento elevadíssimo – devem ou não ter qualquer outra função? O hedge cambial para os investimentos estrangeiros em capital fixo é a resposta.

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 A “reforma da previdência” vai começar pelos fundos de pensão do setor elétrico, que têm acumulado recorrentes déficits atuariais. O governo costura a fusão do Real Grandeza (Furnas), Eletros (Eletrobras), Fachesf (Chesf) e Previnorte (Eletronorte). O assunto é conduzido pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. A associação daria origem a uma fundação com R$ 15 bilhões de patrimônio.

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 Um grupo de conselheiros do São Paulo tenta convencer Abilio Diniz a se candidatar à presidência do clube nas eleições de abril de 2017. Abilio participa ativamente da vida política do São Paulo, mas quase sempre atrás da coxia.

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29.09.16
ED. 5465

Segundo ato

 A Coty voltou à carga para comprar a Jequiti, fabricante de cosméticos de Silvio Santos. Há cerca de um ano, o Homem do Baú recusou uma oferta dos franceses de R$ 1 bilhão. Pouco depois, a Coty fechou a aquisição da divisão de cosméticos da Hypermarcas. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Coty e Jequiti.

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29.09.16
ED. 5465

Raul Jungmann marcha para uma nova missão

 O ministro da Defesa, Raul Jungmann, iniciará no mês de outubro uma série de viagens ao exterior. Entre outros países, há visitas programadas à França e à Rússia. A missão é negociar parcerias tecnológicas para a execução de projetos das Forças Armadas, muitos deles emperrados por restrições orçamentárias.

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 Renan Calheiros e o ex-deputado Henrique Alves disputam um cabo de guerra para indicar o novo ministro do Turismo. O primeiro trabalha junto a Michel Temer pela nomeação do deputado Marx Beltrão; o segundo, pelo ex-presidente da Embratur, Vinicius Lummertz.

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29.09.16
ED. 5465

Private label

 A gestora Tiger Global se movimenta para ampliar sua participação na startup brasileira Nubank. Os norte-americanos já colocaram mais de US$ 50 milhões na emissora de cartão de crédito.

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