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Planos
23.09.16
ED. 5461

Cemig declara guerra à Aneel para ficar com hidrelétricas

 A Cemig decidiu buscar na Justiça a renovação de quatro concessões de hidrelétricas que não conseguiu no âmbito administrativo da Aneel e do Ministério de Minas e Energia. Duas dessas usinas já estão sendo discutidas no judiciário. No caso de Jaguara (424 MW), cujo pedido foi negado pelo Ministério, a estatal mineira tem conseguido manter a concessão com base no Mandado de Segurança nº 20.432/2013, interposto no STJ, e na ação cautelar ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF). Pela decisão da Justiça, a geradora permanecerá com a Cemig até que seja realizada Audiência de Conciliação, determinada pelo ministro relator Dias Toffoli, e julgado o mérito da questão. Em situação semelhante está a usina de São Simão, a maior do quarteto, com 1.170 MW, mantida com a Cemig com base no Mandado de Segurança nº 21.465/2014, impetrado no STJ. Para evitar o impasse jurídico, após inúmeras decisões sobre o caso, o Ministério baixou a Portaria nº 432/2015, que designa a Cemig como operadora da usina São Simão até que nova licitação seja feita.  As próximas investidas judiciais serão destinadas à manutenção das concessões das usinas de Miranda (408 MW) e de Volta Grande (380 MW), com os contratos vencendo em 2016 e 2017 respectivamente. Em ambos os casos, a Cemig vai apelar ao STJ usando como ações correlatas as que foram impetradas sobre Jaguara e São Simão. Está em jogo a permanência no parque gerador da empresa de quatro hidrelétricas que somam 2,9 mil megawatts, equivalente a um terço da capacidade de geração do grupo. A receita anual dessas unidades é de R$ 2,5 bilhões de um faturamento total de R$ 7,3 bilhões da Cemig GT, o braço de geração e transmissão da estatal. Esses ativos estão avaliados no mercado em R$ 10 bilhões. Sem as geradoras, a Cemig GT perde cerca de 30% do seu Ebitda – R$ 4,2 bilhões em 2015. • Procuradas, as seguintes empresas não se retornaram ou não comentaram o assunto: Cemig.

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23.09.16
ED. 5461

Safran corta as asas da operação brasileira

  Os planos da francesa Safran para o Brasil estão perdendo altitude. O que era para ser uma espécie de holding da fabricante de equipamentos de defesa no país virou apenas um singelo escritório de representação. Os executivos da subsidiária têm sido progressivamente podados em suas atribuições.  Os dirigentes da Safran no país perderam a ingerência sobre os rumos de cada uma das áreas de atuação da companhia – montagem de turbinas para helicópteros; equipamentos militares de visão; peças para aviação e engenharia aeronáutica. Todas as decisões têm sido tocadas diretamente da França. Há ainda uma quinta unidade do grupo no Brasil, mas por pouco tempo. A Morpho, divisão de sistemas biométricos, será vendida em breve. Consultada, a Safra confirmou que vai se desfazer da operação. Sobre o fim do projeto de criação da holding, nenhuma palavra.

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 No xadrez político idealizado por Michel Temer para 2017, Rodrigo Maia seguirá para a Esplanada dos Ministérios ao fim do seu mandato na presidência da Câmara, em janeiro. Sem poder concorrer à reeleição, Maia assumiria a Pasta do Meio Ambiente. O atual ministro, Sarney Filho, está desgastado depois das seguidas campanhas contra a construção de hidrelétricas na Amazônia.

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23.09.16
ED. 5461

Sem diplomacia

 José Serra passou os últimos dois dias aplicando sermões nos embaixadores do Brasil na Costa Rica, Venezuela, Bolívia e Equador, cujas representações diplomáticas se recusaram a acompanhar o discurso de Michel Temer na ONU.

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23.09.16
ED. 5461

Cargill intransigente

 A Cargill está enfrentando uma barricada de produtores de milho no Centro-Oeste. O ponto principal da disputa seria a intransigência da companhia norte-americana em renegociar contratos de fornecimento do cereal devido à seca na região. Em alguns casos, as multas pelo wash out (cancelamento da entrega) chegam a 50% do valor firmado em contrato. Produtores, reunidos na Aprosoja, associação do setor no Mato Grosso, estudam entrar na Justiça contra a Cargill para rever os valores. • Procuradas, as seguintes empresas não se retornaram ou não comentaram o assunto: Cargill.

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23.09.16
ED. 5461

Lata enferrujada

 A canadense CanPack , que pagou US$ 98 milhões pela Metalic, estima que terá de gastar mais de US$ 20 milhões para colocar a ex-fabricante de latas de aço de Benjamin Steinbruch na ponta dos cascos. Há tempos que a CSN não investia na empresa.

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 A título de curiosidade: antes de concordar em participar do programa eleitoral de João Doria, FHC recusou o convite por três vezes.

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23.09.16
ED. 5461

Novo gás

A SCGás deverá buscar investidores privados para construir uma planta de GNL em Santa Catarina. A francesa Engie está entre as interessadas. A estatal não será sócia do empreendimento, mas compradora do GNL. Procurada, a SCGás confirmou o interesse na aquisição do gás.

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