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Planos
19.09.16
ED. 5457

Cosan e Petronas misturam seus lubrificantes

 A Cosan, de Rubens Ometto, vem mantendo tratativas com a malaia Petronas para uma associação no mercado brasileiro de lubrificantes – a exemplo do que fizeram recentemente Ultra/Ipiranga e Chevron. O enlace daria origem a uma distribuidora com faturamento perto de R$ 2,5 bilhões e algo em torno de 24% das vendas de lubrificantes no Brasil. A nova empresa ultrapassaria a recém-criada dobradinha Ipiranga e Chevron (22,5%) e encostaria na própria BR (25%). Cosan Lubrificantes e Petronas têm duas fábricas no Brasil – respectivamente, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais – com capacidade somada de aproximadamente 500 milhões de litros por ano. O grupo de Rubens Ometto mantém ainda uma unidade de produção de lubrificantes na cidade inglesa de Kent, herdada com a compra da Comma Oil & Chemicals Limited, em 2012. A princípio, este ativo não deverá entrar na associação com a Petronas.  Mesmo com a queda nas vendas de lubrificantes em todo o país (6% em 2015), esta ainda é uma das operações mais rentáveis da Cosan. No ano passado, o Ebitda da Cosan Lubrificantes somou R$ 125 milhões, 21% superior ao apurado em 2014. Um parceiro como a Petronas é tudo o que Ometto quer para aditivar ainda mais o negócio. Com faturamento anual de US$ 70 bilhões, o grupo malaio tem feito seguidos investimentos no mercado brasileiro de lubrificantes. Os asiáticos estão instalando um centro de tecnologia e desenvolvimento de produtos para uso industrial em Contagem (MG), onde já têm uma fábrica. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Cosan, Petronas.

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19.09.16
ED. 5457

Traffic mergulha na “Operação Desmanche”

 A Traffic, em outros tempos a maior agência de marketing esportivo da América Latina, está se desmanchando em gomos. O empresário J. Hawilla, delator-mor do “Fifagate”, partiu para a negociação em separado dos últimos contratos de transmissão que ainda compõem a carteira da companhia. Colocou à venda os direitos de exibição da Copa do Brasil. Segundo o RR apurou, um grupo chinês e uma tradicional empresa brasileira de marketing esportivo estudam a aquisição do contrato, que, além da transmissão do torneio pelos próximos seis anos, engloba a venda de placas publicitárias nos estádios. Na paralela, Hawilla também busca um comprador para os direitos de TV da Copa Sul-Americana. O último ato do desmonte da Traffic deverá ser a venda da luxuosa sede da empresa no Jardim Paulista.  Hawilla sabe que vai perder bastante dinheiro nesse jogo. O momento não é nada propício para a venda destes contratos. Como se não bastassem os efeitos da crise econômica, o segmento de marketing esportivo deverá ter uma freada em razão dos altos investimentos feitos pelas empresas privadas na Olimpíada. A dificuldade na venda de cotas de TV e de placas de publicidade certamente se refletirá na depreciação do valor dos contratos da Traffic. Hawilla, no entanto, não tem outra opção. A venda em fatias foi a alternativa que restou diante da ausência de investidores dispostos a herdar a marca – e as máculas – da Traffic, envolvida no escândalo de pagamento de suborno a cartolas. Além disso, não custa lembrar, o empresário precisa pagar US$ 151 milhões pelo acordo que fez com a Justiça americana. A multa e um punhado de delações permitiram que Hawilla trocasse uma penitenciária americana por uma tornozeleira eletrônica e um “exílio” em Miami. As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Traffic.

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19.09.16
ED. 5457

“Delletados”

 A Dell está queimando, com uma dieta radical, as gorduras resultantes da sobreposição de negócios no Brasil com a recém-adquirida EMC, gigante da área de TI. Além do fim da parceria com a Foxconn, responsável pela fabricação dos produtos da EMC, vai transferir para Porto Alegre o laboratório da controlada no Rio de Janeiro. No fim das contas, sobrará metade do quadro de pessoal da EMC no país – com 500 empregados. As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Dell.

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 A fúria do investidor ativista Carson Block, dono do fundo Muddy Waters Research, contra o Casino não tem limites. Descobriu-se que Block contratou dois ex-executivos do grupo francês para fornecer informações confidenciais. As insider informations serão usadas em seu próximo relatório, esperado para esta semana. Um dos destaques do relatório será uma crítica aguda à gestão do Grupo Pão de Açúcar.

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19.09.16
ED. 5457

Sonho paranaense

 O governador do Paraná, Beto Richa, sonha noite e dia em fechar um acordo com o BNDES que permita a venda conjunta ao menos de parte das ações da Copel em poder do banco e do Tesouro paranaense. Seria uma forma de viabilizar a entrada de um sócio privado no capital da distribuidora. Na semana passada, a Assembleia Legislativa do Paraná autorizou o estado a negociar as ações da Copel que excedem 50% mais uma das ações ordinárias. Na prática, isso significa a venda de apenas 8% das ONs, um quinhão pequeno demais para fisgar um investidor. Com 26% do capital da Copel, o BNDES se torna o fiel da balança da operação.

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 José Serra pretende não só participar do road show dos outros ministros no exterior, mas também organizar os seus individuais. Desafia quem vai captar mais.  Se a República de Curitiba quiser depurar suas investigações na Lava Jato, recomenda-se ouvir o presidente da PwC, Fernando Alves, um expert em Odebrecht e Petrobras.  Geraldo Alckmin trabalha junto ao Planalto para que recursos do FI-FGTS também sejam usados na venda de concessões estaduais. Puxa a brasa para a sua Cesp .  

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