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Planos
24.08.16
ED. 5440

Syngenta prepara o defensivo para se manter na pole position

 A Syngenta vai dobrar para R$ 200 milhões a média anual dos investimentos no período de 2016 a 2020. A estratégia foi anunciada diretamente pelo novo CEO mundial do grupo, Erik Fyrwald, ao alto comando da filial brasileira, em visita ao país. A operação brasileira será uma das primeiras a passar por mudanças após a alteração do controle da companhia, que foi comprada pela China National Chemical (ChemChina). O objetivo do plano é evitar a perda da histórica liderança da Syngenta no maior mercado da companhia e responsável por 15% da receita mundial. A empresa está no topo do ranking brasileiro desde 2005. A mudança de status ocorrerá com a fusão entre a Bayer e a Monsanto . Juntos, alemães e norte-americanos terão 22% de market share contra 20% da Syngenta. A receita de vendas será de US$ 2 bilhões, bem acima do US$ 1,6 bilhão da atual líder. Para completar, a Bayer e a Monsanto reunirão quase mil pontos de venda, com cobertura nacional e poder de barganha para negociarem preferências ou até exclusividades com lojas em função do portfólio com mais de 120 tipos de produtos.  O aporte total da Syngenta nos próximos cinco anos equivale a 10% de tudo o que o mercado de defensivos agrícolas vende ao ano no Brasil. Os recursos serão exclusivamente destinados ao greenfield. A companhia vai ampliar o parque fabril de Paulínia (SP), distribuir nos seis estados em que ainda não opera e assim completar a cobertura nacional da rede de revenda. O total de pontos de venda dobrará para mil unidades até 2017, número próximo do que têm juntas a Bayer e a Monsanto.  Não é para menos a preocupação da Syngenta com o gigante Bayer/Monsanto. O Brasil é o maior mercado global de agrotóxicos. Movimenta mais de um milhão de toneladas anualmente e cresce 10% ao ano, mesmo em período de crise econômica. Além disso, o Brasil caminha para fechar o ano com receita equivalente a 20% do que fatura a Syngenta no mundo. Quase três quartos das vendas no país saem da comercialização de defensivos agrícolas. A escalada do mega-player Bayer/Monsanto no mercado trará consequências negativas, tanto no relacionamento com pontos de venda quanto na comercialização dos produtos devido à perda no poder de barganha. A ironia do destino é que a Syngenta tomou a liderança justamente da Bayer há 11 anos oferecendo todo tipo de vantagem aos revendedores, inclusive ações da companhia na Bolsa de Zurique. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Syngenta .

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24.08.16
ED. 5440

Brasil Kirin escorre do copo da Petrópolis

 Walter Faria, do Grupo Petrópolis, não perdeu tempo. Conclamou o bravo ragazzo Gino de Domenico para preparar uma oferta de compra da Brasil Kirin. A missão é tentar impedir o que já é visto no mercado como inevitável: a venda da fabricante nipônica para a Heineken. Domenico conhece muito bem a cervejeira de Itu (SP) – foi presidente de 2012 até 2015. A essa altura conta menos o legado deixado pelo executivo na Brasil Kirin, o pior da história da empresa nipoituense. A Kirin pegou a rebarba. Desde 1949, quando foi listada na Bolsa de Tóquio, não reporta um prejuízo anual. Em 2015, o grupo estreou suas contas no vermelho devido às perdas no Brasil. A função do executivo é revelar os números que muitas vezes se escondem no balanço. Consultada, a Petrópolis negou a contratação de Domenico, mas nada declarou sobre a oferta de compra. Conforme informações filtradas da própria empresa pelo RR, a proposta de aquisição deverá ser feita este mês.  O aparecimento da Heineken derrubou os planos de Faria. Ele negociava a compra das fábricas da Brasil Kirin de Horizonte, no Ceará, e de Alexânia, em Goiás. Apostava que dessa forma sugaria aos poucos os ativos e teria a faca e o queijo para levar o restante. Ele terá de mudar a estratégia, pois enfrentará uma multinacional com caixa para comprar tudo e ainda tirar da Petrópolis o segundo lugar no ranking. Heineken e Brasil Kirin terão juntas 18% de participação, contra 13% da Petrópolis.

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 Embalado pela absolvição no STF da acusação de peculato, Celso Russomanno retoma a campanha à Prefeitura de São Paulo com uma mudança de estratégia. Tem poupado o prefeito Fernando Haddad de pesadas críticas, de olho no provável segundo turno contra Marta Suplicy ou João Doria.

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24.08.16
ED. 5440

Energisa

 Controladora da Celtins, a Energisa negocia a compra dos 25% restantes da distribuidora que ainda pertencem ao governo do Tocantins. A julgar pela urgência do estado em fazer caixa, a família Botelho não deverá ter muita dificuldade em fechar o negócio. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Celtins e Governo de Tocantins.

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24.08.16
ED. 5440

Multiplicação

 O grupo norte-americano Laureate decidiu seguir a política do grão em grão para crescer no Brasil. Estaria negociando a compra da Faculdade Sumaré, com dez unidades em São Paulo. Procurada pelo RR, a Sumaré negou a informação. Já a Laureate não se pronunciou.

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24.08.16
ED. 5440

Cronômetro

 Se pudesse, o diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata, se esconderia embaixo da mesa. Falta um mês para adquirir estabilidade no cargo, como ocorre nas agências reguladoras. O executivo era unha e carne com a presidente licenciada Dilma Rousseff e tem comemorado cada folhinha arrancada do calendário.

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24.08.16
ED. 5440

Mosaic

 A Yara resolveu tirar a cereja do bolo da Mosaic e entrar na disputa pela compra de uma mina de fosfato em Minas Gerais, uma das cinco maiores do país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Yara.

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24.08.16
ED. 5440

Financiando greves

  A CUT está aderindo ao novo capitalismo participativo para amenizar a queda de 25% no orçamento deste ano em relação a 2015. O recurso ao crowdfunding, financiamento coletivo na internet, será usado até para custear greves.

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