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Planos
18.08.16
ED. 5436

Rumo tem um aperitivo do pacote de bondades do governo

 Enquanto as novas concessões não saem do forno, o governo de Michel Temer se desdobra para preservar as antigas. As conversações com a Rumo Logística para a renovação do contrato da malha ferroviária paulista – trecho de 12 mil quilômetros entre Rondonópolis (MT) e o Porto de Santos – avançaram sensivelmente nas últimas semanas. O governo aceitou as principais condições impostas pela companhia para permanecer à frente da operação. Tudo para garantir a execução de R$ 8 bilhões em investimentos e colocar um ponto final em uma novela que se arrasta desde 2014. O maior dos afagos à empresa será a prorrogação do prazo de concessão de 2028 para 2058. Nos cálculos da Rumo, a extensão do acordo por mais 30 anos é fundamental para garantir a viabilidade econômico-financeira da operação e remunerar os investimentos já executados e ainda por realizar. Segundo o RR apurou, o governo permitirá também que os investimentos de R$ 8 bilhões sejam diferidos em um período de cinco anos, e não mais três anos como estava previsto anteriormente.  A negociação com a Rumo Logística é um bom termômetro do pacote de facilidades que o governo deverá oferecer aos investidores para viabilizar o novo plano de concessões na área de infraestrutura. A intenção do Planalto, inclusive, é divulgar o acordo com a empresa junto com o anúncio dos futuros leilões. A renovação do contrato da malha paulista é tratada pelo governo como um fato com grande potencial simbólico, capaz de mexer com as expectativas e aumentar o número de interessados nas novas licitações. Trata-se de um dos mais estratégicos trechos ferroviários do país, responsável pelo transporte da produção de grãos do Centro-Oeste até o Porto de Santos. Ressalte-se ainda que a confirmação dos novos investimentos da Rumo Logística tem impacto direto sobre uma das licenças que deverão ser incluídas no primeiro pacote de concessões do governo Temer: o trecho entre Estrela D´Oeste (SP) e Porto Nacional (TO), que permitirá a ligação entre a malha paulista e a ferrovia Norte-Sul. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Rumo Logística.

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18.08.16
ED. 5436

Dívida do Exército fura os blindados da Iveco

 O futuro da operação de blindados da Iveco no Brasil está nas mãos do ministro da Defesa, Raul Jungmann, e, em última linha, do presidente Michel Temer. O grupo italiano vai encerrar definitivamente a produção de veículos militares em Sete Lagoas (MG) caso não chegue a um acordo com o governo para a quitação de uma dívida de aproximadamente R$ 1,5 bilhão. O valor se refere aos mais de 160 blindados modelo Guarani já entregues pela companhia ao Exército. O passivo se acumula desde 2014, quando o governo começou a atrasar os pagamentos à Iveco. Do ano passado para cá, a situação se tornou insustentável: com os agudos cortes orçamentários, as Forças Armadas suspenderam os repasses à empresa. Esta, por sua vez, não teve outra alternativa se não paralisar a produção e interromper o fornecimento dos veículos. Consultada, a Iveco informou que não há pendência de pagamento, mas a fonte do RR garante que há valores em atraso sendo renegociados.  A Iveco não está sozinha. As Forças Armadas devem mais de R$ 10 bilhões a grandes fornecedores, como a Embraer – ver RR edição de 2 de maio. O caso do grupo italiano, no entanto, é mais delicado. A linha de montagem do Guarani em Sete Lagoas foi instalada exclusivamente em função do contrato com o Exército brasileiro. Originalmente, o acordo previa o fornecimento de dois mil blindados até 2020. Até agora, no entanto, não foram entregues sequer 10% desse volume. O fechamento definitivo da fábrica de Sete Lagoas significaria a demissão dos 250 funcionários envolvidos diretamente na operação. O impacto desta decisão, no entanto, irá muito além dos muros da companhia. A montagem do Guarani enfeixa uma cadeia de produção com mais de 50 empresas e cerca de três mil empregos.

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18.08.16
ED. 5436

Nova rota

 A Renault está mexendo suas peças no tabuleiro da América do Sul. Na Argentina, acaba de anunciar o aumento de seus investimentos de US$ 600 milhões para US$ 800 milhões; no Brasil, está revendo o plano estratégico para o biênio 2016/2017. O desembolso deverá ser reduzido de R$ 1,8 bilhão para R$ 1,5 bilhão. Nos últimos três anos, a Renault contabilizou mais de R$ 3 bilhões em prejuízos no Brasil.

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18.08.16
ED. 5436

Cabo de guerra

 Romero Jucá tem usado de toda a sua influência sobre Michel Temer para brecar a transferência da Secretaria de Orçamento do Planejamento para a Fazenda, como quer Henrique Meirelles. Como se sabe, Jucá deixou o Ministério do Planejamento, mas a Pasta não deixou Jucá.

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18.08.16
ED. 5436

Nova matrícula

 A Eleva, de Jorge Paulo Lemann, deverá anunciar a compra da escola de idiomas Cultura Inglesa. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Eleva e Cultura Inglesa.

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18.08.16
ED. 5436

O outro Rei

 Em cima do laço, o Comitê Organizador da Rio 2016 ainda não definiu todas as atrações do encerramento do evento. O sonho dos dirigentes é fechar as cortinas olímpicas ao som de “Emoções” cantada por Roberto Carlos, mas as conversas com o Rei seguem em ritmo de maratona.

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18.08.16
ED. 5436

De saída

 Guilherme Paulus está ultimando os preparativos para sair de vez da CVC. Vendeu ações esse mês e reduziu sua participação de 24% para 8% na operadora de turismo. Segundo fonte de uma instituição financeira que participou do negócio, o empresário deverá se desfazer de novos lotes na Bovespa até o fim do ano.

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18.08.16
ED. 5436

Resposta Ricardo Magro

 Sobre a nota publicada no dia 11/08, Ricardo Magro informa “desconhecer que seja investigado pela Operação Lava-Jato e considera pouco profissional o termo figurinha carimbada da Lava-Jato. Por fim, destaca que a Refinaria de Manguinhos é uma empresa listada na Bovespa, tendo como acionista majoritário empresa do Grupo Familiar que o mesmo faz parte.”

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