Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
04.08.16
ED. 5426

Ilan Goldfajn tira uma onda com Meirelles

 Henrique Meirelles é o primeiro ministro da Fazenda em décadas a colocar o galho dentro diante do presidente do Banco Central. Ilan Goldfajn deixou claro, na ata da última reunião do Copom, que é ele quem manda na política monetária. Já na política fiscal? Grosso modo, o titular do BC disse que Meirelles fizesse o seu dever de casa, pois não se sentia confortável em sinalizar com a redução da taxa de juros enquanto medidas mais robustas não forem adotadas na direção do ajuste fiscal. Meirelles já esteve sentado na cadeira de Ilan e pertenceu à dinastia rara dos comandantes do BC que tiveram status de ministro. Ele sabe o que significa o recado de “segura que o filho é teu, que o meu filho está sob meus cuidados”.  Meirelles voltou ao governo para enfeixar toda a administração da política econômica. Agora mesmo pediu para que a Secretaria do Orçamento seja transferida para sua alçada. Colocou debaixo da asa, inclusive, a gestão da Previdência Social. Quando achava que iria fazer barba, cabelo e bigode na área sob seu domínio, defrontou-se com a dura realidade: promessas poderia fazer as pencas, mas a aprovação que são elas. A PEC do Teto, tirada da cartola como solução universal, já está prevista para o primeiro trimestre de 2017, podendo ser votada apenas no segundo trimestre. A reforma da previdência é uma incógnita, até para o próprio governo. As concessões e privatizações carecem de resposta às perguntas iniciais do jornalista iniciante: O que? Onde? Quando? Como? Por que? A repatriação deve dar um caraminguá, devido a intransigências em não fazer mudanças no texto legislativo e uma comunicação inspirada nos tempos de Dilma Rousseff.  Ilan Goldfajn é um sujeito dócil. Meirelles, não. De repente pode estar enxergando que o presidente do BC é a âncora, sentado em juros absolutamente absurdos, que são vendidos como mercadoria de combate à inflação. O mercado aplaude a coerência. A outra face dos juros siderais é a insolvência do país, devido ao inchaço da dívida bruta interna que cresce na velocidade da luz – aliás, na velocidade dos juros. Para Ilan, fica fácil dizer que a insolvência à brasileira não se deve à Selic, mas, sim, aos déficits primários monumentais sob gestão da Fazenda. Meirelles diria o mesmo. Os juros não seriam causa, mas consequência. Aliás, alguém explique, neste caso, o que é causa e o que é consequência.  Dizem as najas do Planalto que a estranha intervenção do presidente interino, Michel Temer, na política do BC, afirmando que iria defender a queda dos juros, foi feita frente ao rosto escanhoado de Meirelles. Em condições de clima e temperatura diferente, o ministro da Fazenda corre o risco de encarnar um Guido Mantega soft em sua relação com Alexandre Tombini. A comparação é maldosa, pois tanto Meirelles quanto Ilan pensam muito diferente. Mas, na selva da política econômica, só há lugar para vitorioso.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.16
ED. 5426

Queda de braço

 A CPFL pretende avançar sobre a Elektro, hoje controlada pela Iberdrola, e praticamente dividir ao meio o mercado paulista com a Eletropaulo. A negociação ocorreria antes mesmo de a State Grid assumir o controle da CPFL, o que deve demorar seis meses. Procurada, a Elektro nega a venda do controle. Já a CPFL não comenta o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Até ontem à noite, a agenda olímpica do candidato Pedro Paulo previa sua presença em mais de 70 eventos até o fim da Rio 2016, quase sempre ao lado do prefeito Eduardo Paes. Não demora muito vai ter concorrente acionando o TRE. Não custa lembrar que, oficialmente, a campanha eleitoral começa apenas em 16 de agosto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Na Brasilcap, já se dá como certo o fim do reinado de Marcio Lobão, presidente da companhia há quase uma década. Procurada, a empresa nega sua saída. O que não dá para negar é o desgaste dele. Filho do ex-ministro Edison Lobão, está citado na delação premiada de Sergio Machado. Segundo o ex-presidente da Transpetro, Marcio Lobão recebia propinas de R$ 300 mil mensais em nome do pai.  Por falar na família Lobão, o que se diz nos bastidores da Lava Jato é que a ofensiva sobre a Queiroz Galvão vai complicar de vez a situação do ex-ministro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.16
ED. 5426

Ratinho na CNT

 O empresário Carlos Massa, o Ratinho, avança sobre a CNT – onde, aliás, iniciou sua carreira de apresentador. Massa já é dono de emissoras de TV no Paraná.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.16
ED. 5426

Inconformado

O comando da Rio 2016 tem um trabalho extra às vésperas da cerimônia de abertura: apagar uma pira olímpica com razoável poder de combustão chamada Mario Cilenti. Colocado para escanteio na gestão da Vila Olímpica e transformado na Geni do evento após os problemas de infraestrutura no local, o executivo argentino não se conforma com a maneira como vem sendo tratado pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman. Cilenti tem uma extensa folha de serviços prestados ao cartola, com quem trabalha há mais de duas décadas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.16
ED. 5426

Primeira viagem

A Raízen tem penado com problemas operacionais e tecnológicos na sua fábrica de etanol celulósico de Piracicaba (SP), sua primeira incursão no segmento.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A gestora Farallon, que já tem ativos na área de saneamento no Brasil, avalia os números da CAB Ambiental , leia-se Galvão Engenharia . Os norte-americanos administram US$ 30 bilhões e, recentemente, captaram cerca de US$ 1 bilhão para novos investimentos na América Latina. • Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Galvão Engenharia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.16
ED. 5426

Em campanha

 Depois da votação do impeachment, vai ficar difícil encontrar Renan Calheiros em Brasília. O presidente do Senado já se comprometeu a subir no palanque de candidatos a prefeitos de 75 dos 102 municípios de Alagoas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.