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Planos
18.07.16
ED. 5413

Gazit-Globe fracassa em tentativa de take over da BR Malls

  A Gazit-Globe – uma das maiores gestoras de shopping centers do mundo, com mais de 500 empreendimentos em 20 países –, tem muito a aprender com a Kroton. A investida dos israelenses para tomar o controle da BR Malls , dona da maior carteira de shoppings do país, falhou justamente naquilo que não pode faltar em um take over: capacidade de articulação e dinheiro. Segundo o RR apurou junto a um dos fundos sócios da companhia brasileira, a Gazit-Globe teria descumprido acordos com outros acionistas, que seriam peças fundamentais para a operação, a começar pelas gestoras norte-americanas Dodge & Cox e BlackRock – em certo momento, a dupla chegou a ter mais de 18% das ações da BR Malls.  De acordo com a mesma fonte, após acenar com a aquisição de mais de 20% do capital, a Gazit-Globe recusou-se a fechar a compra das participações de outros investidores, tudo para não ter de disparar a pílula de veneno e pagar o devido ágio pelo papel. E olhe que, no caso da BR Malls, o dispositivo previsto no estatuto é relativamente brando, conhecido no mercado como “placebo”. Ao atingir 20% das ações, a Gazit-Globe seria obrigada a fazer uma oferta pelo restante dos títulos, mas pagando apenas a maior cotação dos últimos 12 meses (algo em torno de R$ 13) – sem, portanto, o prêmio de controle normalmente fixado nas pílulas de veneno. Procuradas pelo RR, BR Malls e Gazit-Globe não quiseram se pronunciar.  Os israelenses, ao que tudo indica, pagaram para ver. Apostaram que, com apenas 8% do capital ordinário e alguns acionistas como aliados, conseguiriam tomar a gestão executiva da BR Malls pelas beiradas, sem ter de passar pelo rito de uma oferta de ações. Perderam a aposta. Mesmo porque do outro lado havia os acionistas que apoiam a administração de Carlos Medeiros, todo-poderoso da BR Malls desde os tempos em que a empresa era controlada pela GP Investimentos. A derrota foi inevitável. Os israelenses não conseguiram apoio sequer para mudar a cláusula do estatuto que veda a presença de concorrentes no Conselho. A Gazit-Globe já comunicou ao mercado a redução da sua participação no capital da empresa brasileira para 4,48%. É provável que muito em breve se desfaça do resto e vá procura outra praça de alimentação.

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18.07.16
ED. 5413

Venda de estúdio é a próxima novela da Record

Nem Moisés conseguiu conduzir a Rede Record de volta ao lucro prometido. A disparada dos custos com teledramaturgia e seu impacto sobre o endividamento e os resultados da empresa forçaram a Record a tomar uma drástica medida. A emissora de Edir Macedo colocou à venda o seu complexo de estúdios, o RecNov, localizado em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. As instalações de 28 mil metros quadrados estão arrendadas à produtora Casablanca desde o ano passado. De acordo com informações filtradas junto à própria Record, o ativo está avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões. Não cobre sequer o passivo de curto e médio prazos da emissora, em torno dos R$ 300 milhões, segundo o RR apurou.  Maior audiência da história recente da emissora, a novela Dez Mandamentos não foi capaz de transformar ibope em rentabilidade. Pelo contrário. O prejuízo estimado pela pró- pria Record para este ano beira os R$ 100 milhões. Trata-se de um degrau a mais numa escalada que vem desde 2013, quando a emissora teve um prejuízo em torno dos R$ 50 milhões. No ano seguinte, as perdas passaram dos R$ 60 milhões. A última linha do balanço registrou um déficit de R$ 80 milhões em 2015, ano da maior aposta de Edir Macedo na teledramaturgia. A Record investiu mais de R$ 110 milhões na produção de Dez Mandamentos. O custo por capítulo foi de quase R$ 700 mil. O salto das despesas operacionais praticamente anulou o aumento da receita publicitária de 8% no ano passado. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Record.

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18.07.16
ED. 5413

Lusco-fusco

 A Light deverá vender até a sua centenária sede, na Avenida Mal. Floriano, no Centro do Rio, como forma de reduzir o enorme endividamento de R$ 6 bilhões. A proposta em estudo é se desfazer de parte do imóvel de 12 mil metros quadrados. Depois dos enxugamentos de custos, muitas salas estão vazias ou subutilizadas. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Light.

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18.07.16
ED. 5413

Troca de guarda

 Já é certo que haverá mudança na diretoria-geral da ANP, com o fim do mandato de Magda Chambriard, em novembro. O nome preferido de Michel Temer é o de Symone Christine de Santana Araújo, diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia.

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18.07.16
ED. 5413

Duplo crachá

 Gilberto Kassab decidiu acumular duas cadeiras na Esplanada dos Ministérios. Mesmo após ter pulado do Ministério das Cidades para o da Ciência e Tecnologia e Comunicações, Kassab vem tentando interferir na antiga Pasta, notadamente na condução do Minha Casa, Minha Vida.

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18.07.16
ED. 5413

Beleza?

 A GP Investimentos deverá se desfazer de sua fatia de 33% na rede de salões e marca de cosméticos Beleza Natural. É prejuízo na certa. Quando a GP entrou no negócio, há três anos, desembolsou US$ 32 milhões. Hoje, a participação está avaliada pela própria gestora em US$ 18 milhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GP Investimento.

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18.07.16
ED. 5413

Bons ventos

 A EDP está se unindo a fundos canadenses para investir em energia eólica no Brasil. A companhia já tem quatro complexos geradoras da modalidade no país.

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18.07.16
ED. 5413

Intriga no STF

 Há uma saia não tão justa e bastante elegante entre os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello. A relação ali ficou difícil.

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