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Planos
12.07.16
ED. 5409

ANP desfila um novo figurino para os leilões de blocos onshore

 O Ministério de Minas e Energia (MME) avisa: sai a concessão como palavra de ordem dos poços exploratórios em terra (onshore) e entra o regime de autorização. A mudança mexe completamente na forma como os investidores terão acesso aos blocos. Em vez de a ANP contratar por licitação uma empresa para fazer o levantamento geológico das áreas e dimensionar a capacidade da reserva, os interessados vão, por sua conta e risco, identificar esses locais e pedir apenas autorização da agência. Nesse regime – um pleito antigo dos operadores –, uma série de etapas burocráticas de análise e aprovação da pesquisa exploratória é suprimida. A mensuração da reserva é feita pelo próprio grupo que produzirá o petróleo e o gás. Assim o tempo previsto para identificação do potencial e iní- cio da produção deverá cair, em média, à metade e ser feito em apenas um ano e meio. Essa é a estimativa no mercado internacional.  Conta ainda a favor da mexida a quantidade bem maior de empregos que a exploração em terra gera. Um bloco onshore contrata três vezes mais mão de obra para produzir um barril do que nas áreas offshore. O modelo já é adotado em outros países de grande importância no segmento, como os Estados Unidos. Consultado, o Ministério nega a mudança, mas, segundo fonte do RR, que está ajudando no projeto, um road show foi feito recentemente e identificou 150 empresas europeias e norte-americanas interessadas em atuar no negócio. O potencial de investimento é de US$ 2 bilhões até 2018.  Para sair do papel, a solução terá de passar pelo crivo do MME, da ANP e do Conselho Nacional de Política Energética. Faz parte de um pacote de alterações para aumentar a quantidade de poços exploratórios no país. Nos últimos cinco anos, houve uma redução de 70% no número de poços offshore com perfuração iniciada. A queda terá impacto expressivo sobre a velocidade da expansão da oferta de petróleo no país nos próximos anos. Garante agilidade em um segmento insignificante no país. Apenas 2% da produção diária de barris vem de blocos em terra e há menos de 20 empresas atuando.

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12.07.16
ED. 5409

Um espelho de Pedro Parente na Eletrobras

 O novo presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira, vai assumir o cargo, no próximo dia 22, em condições similares às de Pedro Parente, na Petrobras. Terá carta branca para tocar a gestão. Como primeira medida, Ferreira pretende acabar com as ilhas autônomas em que se transformaram Furnas , Chesf e Eletronorte. Vai apresentar ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, uma proposta de extinção das presidências das controladas e substituí-las por diretorias-gerais. É uma demonstração de força. Historicamente, as presidências das estatais são ocupadas por políticos ou seus protegidos. Ferreira quer um técnico em cada diretoria-geral. Motivos para a profissionalização não faltam: as elétricas estão envolvidas em suspeitas de corrupção, têm sido tratadas como feudos por gatos gordos da área política e precisam ser preparadas para uma eventual privatização, ocorra ela ou não. A premissa é que a gestão tem que ser privatizante.

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12.07.16
ED. 5409

Fumacê

 A operação brasileira tem virado um estorvo para a Philip Morris International, à frente dos negócios do grupo fora dos Estados Unidos. O país foi o que mais pesou na queda de 15% no lucro da companhia nos primeiros meses do ano. A Philip Morris do Brasil acumula queda de 50% do lucro neste ano, a pior dos últimos três anos. Procurada, a empresa negou as informações, mas não apresentou números diferentes.

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12.07.16
ED. 5409

Atropelamento

 A aprovação da Lei de Responsabilidade das Estatais, que veda a presença de políticos nas empresas públicas, começa a fazer suas vítimas. É o caso do deputado federal Sergio Souza (PMDB-PR). Indicado pelo governador do Paraná, Beto Richa, ele estava com um pé na vice-presidência de Agronegócio do BB. Estava.

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 O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, adicionou um pouco de fricção nas relações com os “hermanos”. Coelho encaminhou secamente ao presidente da Argentina, Maurício Macri, um comunicado formal de revisão do acordo bilateral permitindo a venda, a preços abaixo de mercado, de energia em caráter emergencial. O ministro ficou de enviar sua proposta para os novos preços em breve. No momento a oferta no país vizinho está normalizada. O Brasil exporta energia para a Argentina a partir da termelétrica de Uruguaiana e de usinas hidrelétricas no Rio Grande do Sul.

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12.07.16
ED. 5409

Última moda

 Sinal dos tempos: a Scram Systems, uma das grandes fabricantes de tornozeleiras eletrônicos dos Estados Unidos, quer se instalar no Brasil.

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12.07.16
ED. 5409

Mudança na Amil

• A Amil deve anunciar hoje uma mudança em alguns dos seus planos. Não é nada que deixe os seus beneficiados felizes.

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12.07.16
ED. 5409

Casquinha

 A General Mills, dona da Häagen-Dazs, quer vitaminar sua operação com a compra da fabricante de sorvetes paulista Jundiá. A empresa tem 1,5% de participação do setor. Pode parecer pouco, mas será o suficiente para os norte-americanos praticamente duplicarem sua presença no país, hoje inferior a 2%. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Jundiá e General Mills.

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12.07.16
ED. 5409

Mais lojas

 Com crise ou sem crise, a rede de vestuário Forever 21 planeja abrir mais cinco lojas no Brasil até o início de 2017. Hoje, são 30 pontos de venda no país. Seu faturamento subiu 25% em 2015 e, apesar de todos os pesares, deve repetir a dose neste ano.

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