Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
06.07.16
ED. 5405

Embraer e Bombardier têm novo encontro marcado na OMC

 A Embraer pretende inocular rapidamente o antídoto capaz de evitar que a Bombardier vire o jogo na disputa por encomendas de aeronaves de até 130 assentos no mercado mundial. Segundo uma fonte de alta patente na companhia, a fabricante nacional vai acionar na Organização Mundial de Comércio (OMC) o grupo canadense. A acusação é de que a Bombardier tem recebido seguidas injeções de capital do governo canadense e da Província de Quebec, totalizando US$ 2 bilhões, destinados a prática de preços artificialmente baixos nas licitações. O assunto vem sendo tratado junto ao Itamaraty e a estimativa da companhia é que até 2017 o caso já esteja nas mãos da instituição multilateral. A fonte do RR informou que o presidente da Embraer, Frederico Curado, acertou com o governo federal partir para o ataque no máximo até o fim deste mês, pois se trata de um processo que costuma durar anos. Consultada, a Embraer informou que “em relação a uma potencial reclamação junto à OMC, a empresa quer condições de mercado justas e equilibradas.”  Quanto mais demorar a se movimentar, maior o risco de que a Bombardier colecione vitórias em dezenas de concorrências. Recentemente, foi a escolhida para o fornecimento de jatos à Delta Airlines depois de um ano sem conquistas sobre a arquirrival. Há ainda o receio da Embraer de que a praga se espalhe na América Latina, terreno dominado pela companhia. Na região, a fabricante brasileira venceu em 60% das disputas com a concorrente nos últimos dois anos, o que lhe valeu 70% de participação de mercado na aviação comercial. Será a segunda pendência com a Bombardier a ser tratada no âmbito da instituição do comércio internacional. Na outra vez, a Embraer levou a melhor e obrigou a concorrente a rever programas de financiamento à venda de aeronaves. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Bombardier.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O sinal de alerta está aceso no Banco Itaú, Nike , Vivo, Samsung e demais patrocinadores da seleção brasileira. O motivo é a truculência com que a CBF vem tratando seus ex-parceiros. A entidade entrou na Justiça contra a BRF, com quem manteve contrato até o início deste ano. A justificativa é que a Sadia está fazendo “marketing de emboscada” em sua campanha publicitária para a Olimpíada ao vestir seu tradicional mascote com uma camisa verde e amarela. Ou seja: ao que tudo indica, Marco Polo Del Nero e cia. entendem que a CBF tem a primazia sobre as cores da bandeira. A BRF não está sozinha. Segundo o RR apurou, a Confederação também está abrindo um processo contra a Michelin, que patrocinava a seleção brasileira até fevereiro. A alegação é de que a empresa francesa não teria cumprido cláusulas do contrato relativas ao prazo e aos valores da rescisão. Procurada, a BRF confirmou o processo e disse lamentar a “postura da CBF”. Como apoiadora oficial da Rio 2016, a empresa afirma ter o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras, cujas cores “não são exclusivas da entidade”. A CBF não quis comentar o assunto. A Michelin também não se pronunciou.  Ao olhar para a BRF e a Michelin, os atuais patrocinadores da CBF temem o efeito do “eu sou você amanhã”. A percepção é de que a entidade iniciou uma caça às bruxas em represália aos ex-parceiros. E não são poucos. A escalação inclui ainda nomes como Gillette e Unimed. Não por coincidência, o turnover publicitário cresceu consideravelmente nos últimos dois anos, em meio aos seguidos escândalos envolvendo os ex e atuais cartolas da entidade. Ricardo Teixeira sumiu do mapa. O também ex-presidente José Maria Marin cumpre regime de prisão domiciliar em Nova York. Já Marco Polo Del Nero não sai do Brasil nem a decreto, temendo ter o mesmo destino de Marin, seu antecessor, preso na Suíça e extraditado para os Estados Unidos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A Carvalho Hosken jogou a toalha e está atraindo um novo sócio para o imóvel no qual está instalado o Hilton Barra. O investimento de R$ 500 milhões está muito longe de dar retorno. A construtora tem tratado do assunto com a Kinea, gestora do Itaú. A entrada no negócio deverá ser feita por intermédio do fundo Kinea Renda Imobiliária FII, dono de dois grandes edifícios comerciais no Centro do Rio. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Carvalho Hosken.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.16
ED. 5405

Hora da verdade

 Nos últimos dias, o ex-deputado André Vargas passou a considerar como nunca antes a hipótese de uma delação premiada. O motivo é a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo. Vargas teme que a Lava Jato esteja fechando o cerco a Gleisi Hoffmann, assim como ele uma das principais peças do PT no Paraná.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.16
ED. 5405

Dê-me licença

 O coordenador da poderosa Frente Parlamentar da Agropecuária, Luís Carlos Heinze, tem feito jogo duro com o ministro Blairo Maggi, também do PP. O deputado federal gaúcho tem passado por cima de Maggi e tratado diretamente de assuntos de interesse do setor com o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil. A última conversa foi para conseguir o apoio da base governista à derrubada de dois vetos da presidente afastada Dilma Rousseff da lei que proíbe a venda casada de crédito e seguro rural.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.16
ED. 5405

Linkedin

 O presidente do Linkedin no Brasil, Oswaldo Barbosa, está atualizando seu perfil no aplicativo para conseguir um novo emprego. O executivo foi avisado pela Microsoft, nova dona da companhia, que o comando será unificado no Brasil. O Linkedin confirma a saída de Barbosa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.16
ED. 5405

Água misturada

 O governo do petista Rui Costa, Na Bahia, procura investidores privados para fechar PPPs com a Embasa. Por ora, a venda de capital da empresa de saneamento está fora de questão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.16
ED. 5405

Reprise

 Petrobras e as argentinas Pampa Energia e YPF, que fecharam um acordo para a exploração de gás do lado de lá da fronteira, deverão bisar a parceria no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.