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Planos
05.07.16
ED. 5404

Uma esperança chinesa para os credores do Grupo João Lyra

 Surge um fiapo de esperança para os fornecedores, credores financeiros e os mais de dez mil funcionários do Grupo João Lyra, vítimas da má gestão e dos escândalos que culminaram na falência da companhia. A possível solução vem da China. Um dos maiores produtores de açúcar e etanol da Ásia e ainda sem negócios no Brasil, o Rui Feng Group tem interesse em assumir as cinco usinas do conglomerado alagoano. Para tanto, negocia com os bancos e os administradores da massa falida uma considerável redução na dívida do João Lyra, que totaliza cerca de R$ 2 bilhões – mais de metade do valor se refere aos passivos financeiros. A relação das instituições bancárias chama a atenção pela biodiversidade: entre os principais credores estão o Banco do Nordeste, o inglês Calyon, o belga Alcotra e o francês Natixis. A venda de boa parte dos 40 mil hectares em terras em Alagoas e Minas Gerais, avaliados em aproximadamente R$ 500 milhões, permitiria o pagamento dos funcionários com alguma folga. Estima-se que as dívidas trabalhistas estejam na casa dos R$ 200 milhões.  O próprio processo de falência do Grupo João Lyra é tão nebuloso quanto a trajetória final da companhia. Desde 2012, dois juízes e dois desembargadores já passaram pelo caso e se afastaram posteriormente. Três administradores da massa falida também renunciaram ao posto, em todos os casos sem maiores justificativas para a decisão. Nesse intervalo, a dívida, que começou em R$ 1 bilhão, duplicou. No mesmo período, multiplicaram-se também as denúncias contra o usineiro e ex-deputado João Lyra. O empresário está citado na Lava Jato. A Justiça investiga as sinuosas relações entre o grupo e a BR Distribuidora, sempre costuradas por Fernando Collor. As denúncias envolvem ainda um empréstimo do Banco do Brasil ao usineiro, no valor de R$ 50 milhões, que só teria se consumado graças à intervenção do ex-presidente da República. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: João Lyra.

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05.07.16
ED. 5404

Ardagh quer as latinhas de Steinbruch

 A Ardagh, uma das maiores produtoras de embalagens de alumínio da Europa, surge como a solução para um antigo problema da , : a cada vez mais deficitária Metalic. O grupo sediado em Luxemburgo teria apresentado uma oferta de aproximadamente US$ 30 milhões pela fabricante de latas de aço controlada pela siderúrgica. Se dependesse apenas da vontade dos executivos da CSN, a Metalic já teria sido vendida há muito tempo. Trata-se de um ativo que não para de depreciar. Há cerca de três anos, Benjamin recusou propostas na casa dos US$ 70 milhões. Em setembro do ano passado, a norte-americana Crown ofereceu US$ 40 milhões pela Metalic. Nessa toada, chegará um dia em que a CSN terá de pagar para se livrar da controlada.  A Metalic é uma espécie de “alienígena” entre os fabricantes de latas para bebidas do país. Trata-se da única empresa que utiliza o aço como matéria-prima. Totaliza apenas 4% de participação no mercado e vende praticamente para um único cliente: Tasso Jereissati. A companhia sofre com a baixíssima escala e com um custo logístico incomparavelmente superior ao da concorrência. Com apenas uma fábrica em Maracanaú, na Grande Fortaleza, não tem condições de competir com a própria Crown e a Ball /Rexam, que contam com unidades espalhadas em todo o país. Além disso, precisa arcar com o transporte do aço desde a usina da CSN em Volta Redonda até o Ceará. Nessas circunstâncias, a Metalic só faz sentido para um grupo que esteja chegando ao país e precisa montar um colar industrial, exatamente como é o caso da Ardagh. Presente em 21 países e com um faturamento global superior a US$ 8 bilhões, o grupo herdou suas duas primeiras fábricas no Brasil no início deste ano, ao comprar um pacote global de ativos da Ball/Rexam. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: CSN.

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05.07.16
ED. 5404

Lemann digital

 A incursão digital de Jorge Paulo Lemann não ficará restrita ao Snapchat, rede com 150 milhões de usuários. Por meio da 3G Capital, Lemann tem interesse em se associar à Instaby, que junta o Instagram, de compartilhamento de imagens, ao e-commerce. Consultada, a 3G não se pronunciou, mas a fonte do RR é um parceiro da companhia na área digital. Já Rafael Bluvol, um dos donos da Instaby, disse ao RR que ainda não foi procurado, mas, se Lemann aparecer, será recebido com tapete vermelho.

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 O Atacadão, o mais próspero negócio do Carrefour no Brasil, prepara-se para uma grande aquisição neste ano. O principal alvo é a Roldão Atacado, que fatura R$ 2 bilhões por ano. Controlada pela família Severini, a rede atacadista esteve perto de ser comprada pelo Casino em 2012. Depois, flertou com a GP .

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05.07.16
ED. 5404

Jorge Samek está de saída

 A prisão de Paulo Bernardo selou o destino do diretor geral de Itaipu, Jorge Samek. Ligado ao ex-ministro e à senadora Gleisi Hoffmann, Samek deverá ser defenestrado do cargo nos próximos dias, encerrando uma era de 13 anos à frente da usina.

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05.07.16
ED. 5404

Au revoir

 O Société Générale negocia a venda de sua operação de arrendamento mercantil para o Itaú. Com a transação, o banco se despedirá do mercado brasileiro. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Société Générale e Itaú.

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05.07.16
ED. 5404

Arrastão

 A Raízen vai fazer uma oferta a cerca de 300 postos bandeira branca em todo o país para que ingressem em sua rede. O plano é reduzir a diferença para o Grupo Ultra/Ipiranga, que ficou ainda maior após a compra da Ale . • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Raizen.

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 A Electrolux tem feito seguidas demissões na fábrica de Curitiba. De janeiro para cá, o efetivo caiu de 4,4 mil para 3,7 mil funcionários. A empresa não quis se pronunciar.

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