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Planos
21.06.16
ED. 5394

Crise da Petrobras provoca estiagem na Bambuí Bioenergia

 A Bambuí Bioenergia é uma daquelas empresas que a Petrobras deverá vender apenas para não ter mais prejuízo – e não para fazer caixa. Trata-se de um ativo em combustão. Dos três grupos sucroalcooleiros dos quais a estatal é acionista, ninguém tem sofrido mais com a decisão da Petrobras de virar as costas para o setor. A Bambuí – uma associação entre a Petrobras (44%) e a Turdus Participações (56%), do usineiro José Geraldo Ribeiro – está no limite da sua capacidade de sobrevivência. Segundo o RR apurou, desde o início do ano a companhia estaria atrasando o pagamento de salários e de fornecedores. Ao mesmo tempo, vem encontrando dificuldades para assegurar o suprimento de matéria-prima a sua usina na cidade de Bambuí (MG): os agricultores da região estariam condicionando a venda de cana-de-açúcar ao recebimento à vista.  A usina tem operado apenas à metade da sua capacidade, com impacto direto sobre a receita e a geração de caixa da companhia. Entre os próprios executivos, cresce a percepção de que a recuperação judicial seria a única saída. Sua dívida já está na casa dos R$ 450 milhões, sendo aproximadamente R$ 160 milhões com vencimento ao longo dos próximos 12 meses. O maior credor financeiro é o Banco do Brasil. Procurada pelo RR, a Petrobras limitou-se a informar que cumpriu todas as obrigações contratuais do acordo com a Bambuí Bioenergia. A estatal não se pronunciou sobre as dívidas e a hipótese de recuperação judicial da sucroalcooleira.  A Petrobras é o paradoxo da Bambuí, razão da existência e do esfarelamento da companhia mineira. Sem o aporte de R$ 150 milhões da estatal, provavelmente a usina não teria saído do chão. Em contrapartida, a crise da Bambuí é, em essência, a crise da Petrobras, que, no último ano, estancou seus investimentos no setor de bioenergia. Os outros dois grupos sucroalcooleiros com participação da Petrobras Biocombustíveis – Guarani e Nova Fronteira /São Martinho – têm uma razoável musculatura, o que lhes permite suportar a estiagem financeira da acionista e o impasse que cerca o próprio futuro das operações da estatal na área sucroalcooleira. Não é o caso da Bambuí. José Geraldo Ribeiro se vira como pode. No início do ano, viu-se forçado a fazer um aporte emergencial de R$ 50 milhões, recursos insuficientes para cobrir as obrigações de curto prazo da empresa. Por duas vezes, o usineiro tentou vender sua participação, mas ninguém se arriscou a se sentar ao lado da Petrobras, hoje muito mais um ponto de interrogação do que um sócio. A seguinte empresa não se pronunciou: Bambuí Bioenergia

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21.06.16
ED. 5394

Os maus ventos que sopram na agricultura

 Deméter, a deusa grega da colheita, não será muito generosa com a primeira safra do governo Michel Temer. No Ministério da Agricultura, já se dá como certa uma produção de grãos até 10% inferior à do ano passado, aumentando a ameaça de pressão inflacionária. A queda na casa dos dois dígitos deverá ser divulgada nos próximos dias, com a revisão das projeções da Conab para a safra 2015-2016. A nova estimativa ficará em torno das 185 milhões de toneladas, quatro milhões abaixo dos números divulgados pela autarquia no fim de maio e mais de 20 milhões aquém da previsão com que o Ministério da Agricultura trabalhava até o início deste ano.  Além da primeira queda da produção de grãos desde a safra 2008-2009, esta será também a maior redução nos últimos 14 anos. Os números refletem as condições climáticas hostis. Como se não bastasse o El Niño, que causou estiagem em áreas agrícolas do Maranhão, Piauí e Bahia, é aguardada para as próximas semanas a chegada de La Niña. O fenômeno deverá atingir notadamente a Região Sul, responsável por mais de 15% da produção brasileira de soja.

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21.06.16
ED. 5394

Mais cartas

 Da mesma forma que a Petrobras faz força para pular fora da participação compulsória no pré-sal, os Correios já não querem mais ter o mesmo tratamento na entrega de correspondências. Consultada, a estatal nega ter interesse na quebra do monopólio. No entanto, segundo o RR apurou, o assunto já é discutido pela nova diretoria da empresa. A obrigatoriedade tem exigido investimentos volumosos da companhia, mas a rentabilidade é inferior a 5%. A operação responde por metade da receita; há cinco anos, esse índice era superior a 70%. Está faltando um Pedro Parente nos Correios.

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 O plano do “Flamengo S/ A” idealizado pela diretoria do clube está virando uma lenda urbana. Até o momento, as gestões para a abertura de capital têm fracassado. Procurado, o Flamengo nega o projeto. No entanto, segundo o RR apurou, teriam ocorrido conversações com o BTG e o Gávea. A alternativa seria a criação de uma empresa em sociedade com investidores para administrar o elenco e viabilizar a construção de uma arena esportiva.

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21.06.16
ED. 5394

“Itaú Hall”

 O antigo Citibank Hall, no Shopping Via Parque, no Rio, poderá ganhar a cor laranja. O Itaú estaria em negociações com a T4F, dona do pedaço, para a criação do Itaú Hall. Segundo fontes próximas ao banco, o espaço passaria a abrigar também uma área de exposições culturais. Seria o primeiro centro de espetáculos com a marca da instituição financeira fora de São Paulo. Procurados, Itaú e T4F negam a negociação.

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21.06.16
ED. 5394

Chocolate suiço

 A família de José Safra está preocupada com o estado de espírito do banqueiro. Acha até que lhe faria bem passar mais tempo na Suíça do que no Brasil.

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21.06.16
ED. 5394

Minha Casa

 O presidente da Caixa Econômica, Gilberto Occhi, começou a convocar as construtoras para alinhavar a nova fase do “Minha Casa, Minha Vida”. A meta é entregar cerca de 1,2 milhão de imóveis até 2018. O investimento total beira os R$ 40 bilhões.

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21.06.16
ED. 5394

Venda adubada

 O Pátria busca um comprador para a fabricante de fertilizantes Agrichem .

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