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Planos
17.06.16
ED. 5392

Fundos querem a InBrands longe do cabide da Restoque

 Marcio da Rocha Camargo, acionista controlador da Restoque, imaginou que poderia operar seus sócios, costurando-os quase a fórceps ao projeto de fusão com a InBrands. Mas é o empresário que corre o risco de acabar operado e costurado por eles. Os outros dois grandes acionistas da companhia, Warburg Pincus e Advent, não estariam dispostos a participar do aporte de capital necessário para a fusão e a consequente criação da maior holding de moda do país, com mais de 20 grifes e faturamento de R$ 3 bilhões. Camargo já dava a presença da dupla como favas contadas. No entanto, as gestoras questionam a operação, os valores envolvidos e seus benefícios para a companhia. Estima-se que a associação entre as duas empresas só se viabilize mediante uma capitalização superior a R$ 500 milhões. Warburg e Advent, donos de 44% da Restoque, são o fiel da balança: sem eles, vai ser difícil Camargo fechar a conta.  Não é de hoje que as duas gestoras e Marcio da Rocha Camargo vivem às agulhadas. Os norte-americanos contestam a política de aquisições do empresá- rio, que, na visão dos fundos, entulhou as prateleiras do grupo com marcas demais e resultados de menos. Ainda assim, Camargo acreditou que conseguiria arrastá-los para a operação por conta do tamanho do negócio. Os norte-americanos, ressalte-se, não estão sozinhos no bloco do contra – aliás, se há alguém isolado neste momento é o fundador da Restoque. A postura reativa da Warburg e da Advent reflete o descontentamento dos demais acionistas da companhia, estampado nas cotações da ação. Desde o anúncio do memorando de entendimentos para a fusão com a InBrands, no dia 3 de junho, a Restoque derrete na Bolsa. Em menos de duas semanas, perdeu mais de um quarto do seu valor de mercado.  Entre os investidores predomina a percepção de que a associação é um negócio, no mínimo, duvidoso. A Restoque já carrega uma dívida líquida equivalente a 3,7 vezes seu Ebitda. Ao se associar com a InBrands, vai pendurar no seu cabide uma empresa com uma relação passivo/Ebitda de quase quatro vezes. Ao mesmo tempo, herdará diversas grifes tão ou mais deficitárias quanto as suas, como Richards e Ellus. Procuradda pelo RR, a Restoque não comentou o assunto.

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17.06.16
ED. 5392

E se houvesse uma lei para os preços do petróleo?

 Um ex-conselheiro da Petrobras sugeriu a Pedro Parente que se empenhe para a criação de uma lei de “responsabilidade dos preços do petróleo”. O novo instrumento garantiria que eventuais manipulações do valor de venda dos combustíveis seriam descontadas no orçamento da União. Se o governo tomasse a decisão de não acompanhar a paridade dos preços internacionais, problema dele e não da estatal. A Petrobras teria seu dinheiro de volta.  Nos últimos anos, o uso do artificialismo no controle da inflação corroeu mais a sua saúde financeira do que as bobagens cometidas pelos gestores e o “petrolão”. Pedro Parente iniciou corretamente sua administração, defendendo que a empresa tenha total independência para a formação dos preços dos seus produtos. Disse ter a garantia do presidente Michel Temer de que o governo não mais interviria na questão. Não chega a ser grande coisa, se for observada a agenda de recuos de Temer. Se Parente conseguir transformar a boa intenção em lei, vai para a galeria dos maiores personagens da história da Petrobras.

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17.06.16
ED. 5392

Cepisa

 Os planos do governo de privatizar ainda neste ano a Cepisa, uma das distribuidoras federalizadas pela Eletrobras, podem esbarrar na Aneel. Na agência, já se discute a possibilidade de intervenção na distribuidora piauiense. A decisão seria motivada pela piora dos indicadores técnicos e operacionais e pela preocupante situação financeira da companhia. A Cepisa tem um passivo a descoberto da ordem de R$ 700 milhões. Ou seja: se a Aneel nada fizer, a questão é saber que investidor se candidata a pegar essa lâmpada incandescente.

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17.06.16
ED. 5392

Bolsa vazia

 Anthony Ledru, que comanda o império Louis Vuitton nas Américas, tem olhado para o mercado brasileiro de forma atravessada. Apesar dos pesados investimentos em marketing e dos novos produtos, a grife perde rentabilidade no país. Ledru já anunciou para a filial que 2016 será igual ao ano que passou e não haverá inauguração de lojas, o que é oficialmente negado pela companhia.

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17.06.16
ED. 5392

Energisa

 Há fortes rumores no mercado de que por trás da oferta pública de ações da Energisa, anunciada no último dia 3, está o interesse da família Botelho de reduzir drasticamente sua participação na empresa. Os controladores detêm 75% das ONs. Pretendem ficar com 51%. Procurada pelo RR, a Energisa não comentou o assunto.

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17.06.16
ED. 5392

Negócio do Zé

 José Dirceu tem dois sócios informais na sua consultora igualmente informal. Eles fazem o atendimento da clientela. Dirceu fica mexendo os pauzinhos que sobraram de dentro da prisão. Não é nada, não é nada, pintaram dois clientes novos de São Paulo.

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17.06.16
ED. 5392

Lembranças

  O ex-deputado e atual cartola da CBF Walter Feldman está em polvorosa com o falatório de Sergio Machado à Justiça. Feldman era o responsável pela arrecadação de recursos para a campanha de Marina Silva em 2014.

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17.06.16
ED. 5392

Projeto novo

 Além da já anunciada usina de biomassa em Suzanópolis (SP), a francesa Albioma e a colombiana Pantaleon têm um projeto similar para o Centro-Oeste.

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17.06.16
ED. 5392

Vida real

 Os procuradores de Curitiba, especialmente Deltan Dallagnol, foram sondados para fazer uma participação especial na série sobre a Lava Jato que José Padilha está produzindo para o Netflix.

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