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Planos
16.06.16
ED. 5391

BR Distribuidora dá a ignição no programa de privatizações

 A volta do governo Michel Temer ao passado já tem endereço certo: a BR Distribuidora. A venda da companhia marcará a retomada do processo de privatização encerrado junto com a gestão FHC. Das três propostas recebidas pela Petrobras no início desta semana, a preferência da diretoria da estatal recai sobre as ofertas apresentadas pela GP Investimentos e pela Advent. Nos dois casos, segundo o RR apurou, a negociação envolve a transferência do controle da BR. A exceção é a Vitol, uma das maiores tradings de petróleo e derivados do mundo, com sede na Suíça, O grupo teria formalizado seu interesse em ficar com uma participação inferior a 49% da distribuidora. Ressalte-se que dentro da Petrobras ainda não há um consenso em relação ao desfecho da operação. Representantes dos trabalhadores no Conselho ainda consideram a distribuição de combustíveis um negócio estratégico para a companhia e discordam da venda do controle da BR. No entanto, a vontade de Pedro Parente e, portanto, do governo deverá prevalecer. Até prova em contrário, o executivo chegou à estatal com carta branca para tudo.  Dói à alta direção da Petrobras que, no atual cenário, a companhia seja forçada a engolir a venda da BR a um preço subavaliado. Em outro momento, a operação representaria um reforço de caixa substancial para a empresa. Mas, em outro momento, talvez nem fosse necessário se desfazer da distribuidora. Engessada pelas limitações financeiras da sua nave-mãe, a BR tem visto a concorrência encostar nos seus calcanhares, algo que parecia inimaginável há alguns anos. A pressão ficou ainda maior com o anúncio da venda da Ale para o Grupo Ultra. Com a operação, a bandeira Ipiranga ultrapassará a estatal em número de postos: 9,2 mil contra 8,1 mil. Na venda de gasolina, a disputa irá para o photochart: o Ultra atingirá uma participação de mercado de 25,3%, milímetros atrás da BR (25,8%). No segmento de etanol, a ultrapassagem já está consumada. Com a Ale, a rede Ipiranga passará a ter quase 21% das vendas de álcool no país, contra 20% da BR. Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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16.06.16
ED. 5391

Eletrobras reduz o “custo Belo Monte”

Há uma negociação em curso para que a Eletrobras e suas controladas reduzam à metade a sua participação na Usina de Belo Monte, hoje de 49%. Segundo o RR apurou, a Chesf já teria oferecido sua fatia de 15% no consórcio Norte Energia para a chinesa Three Gorges. A tendência é que a própria Eletrobras negocie uma parcela das suas ações em conjunto com a subsidiária, reduzindo, assim, sua participação de 15% para 5%. A princípio, apenas a Eletronorte manteria sua fração atual, de 20%. A medida tem como objetivo reduzir a pressão sobre o caixa do Grupo Eletrobras. Ainda em construção, Belo Monte é um sugadouro de capital. Até o fim do ano, exigirá um aporte da ordem de R$ 1,1 bilhão.  De certa forma, com a redução da presença da Eletrobras, Belo Monte voltará ao figurino societário original. A licitação se deu no modelo de livro aberto: todos os investidores chamados a participar do projeto passaram a dividir o controle do empreendimento, com parcelas do capital não superiores a 10%. Posteriormente, a estatal viria a aumentar sua fatia acionária. Com as mudanças, a Eletrobras permanecerá como a maior acionista individual, mas não terá mais a primazia na escolha da maioria do Conselho e da gestão executiva da Norte Energia. Procurada pelo RR, a Eletrobras não comentou o assunto.

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16.06.16
ED. 5391

Lista negra do general

 O comandante do Exército, general Villas Bôas, é considerado o mais respeitado líder da Força desde o ex-ministro general Leônidas Pires Gonçalves. “VB”, como é chamado, diz que a democracia não sofrerá o menor arranhão, só se passarem por cima dele. O general, porém, não pode nem ouvir o nome do presidente do PT, Rui Falcão. Foi ele que assinou o documento no qual o partido faz uma autocrítica pública, lamentando não ter se esforçado para intervir nos currículos militares. Entrou na lista negra do “VB”. No Forte Apache, o mínimo que se diz é que Falcão é lelé da cuca e, se fosse o falecido general João Figueiredo, prendia e arrebentava o petista.

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16.06.16
ED. 5391

Milongas

 O empresário Francisco Macri está usando o sobrenome e a relação de parentesco com o presidente argentino, Maurício Macri, para resolver as pendências do grupo no Brasil. Francisco é pai de Maurício. A trajetória de Francisco no mercado brasileiro é uma coleção de fracassos, que teve seu ponto alto com a quebra da Chapecó Alimentos. A empresa tem uma dívida aproximada de R$ 600 milhões com o BNDES .

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16.06.16
ED. 5391

Head hunter

Maurício Tolmasquim, que deixou a EPE, após 14 anos, não deverá ficar desempregado muito tempo. O governador da Bahia, Rui Costa, convidou o executivo para assumir a Secretaria de Infraestrutura. Indicação irrecusável do ex-ministro Jaques Wagner.

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16.06.16
ED. 5391

Power Brothers

 Pelo “sistema de cotas” minuciosamente planilhado por Eliseu Padilha, caberá ao senador Dario Berger (PMDB-SC) escolher o novo presidente da Eletrosul. Sinal de quer Berger dominou o pedaço. Ainda no governo Dilma Rousseff, a estatal foi comandada por seu irmão, Djalma Berger.

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16.06.16
ED. 5391

Escola alemã

 O grupo alemão Bertelsmann, um colosso das áreas de mídia e de ensino, está à caça de ativos no segmento de educação à distância no Brasil.

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16.06.16
ED. 5391

Manual

 Está sendo negociada no mercado editorial uma biografia do empresário Mário Garnero. Dá um livraço. Uma das cenouras é a participação de Lula em vários momentos da história.

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