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Planos
01.06.16
ED. 5380

Fundos de pensão pegam um desvio para longe da Invepar

 Gueitiro Genso, Henrique Jäger e Sérgio Mendonça, presidentes da Previ, Petros e Funcef, estão encaminhando aos seus respectivos mantenedores uma proposta que beneficia a todos: a venda conjunta de suas participações na Invepar , uma das maiores holdings de concessões do país – dona, entre outros ativos, da Linha Amarela e do Metrô do Rio. O projeto deve receber as bênçãos do Palácio do Planalto. E nem poderia ser diferente, na medida em que a saída do capital da problemática holding de concessões de infraestrutura tira um fardo das costas do Banco do Brasil, da Petrobras e da Caixa Econômica Federal (CEF). Na última linha, quem agradece são os próprios trabalhadores e aposentados dos dois bancos e da petroleira. Com um déficit atuarial somado da ordem de R$ 40 bilhões, os fundos se veem forçados a desembarcar o quanto antes de uma companhia que, somente nos próximos 12 meses, exigirá aportes de mais R$ 3 bilhões para arcar com investimentos e passivos de curto prazo. Não custa lembrar que, no fim de 2015, Previ, Petros e Funcef foram obrigadas a injetar cerca de R$ 1 bilhão na Invepar para que a empresa pudesse honrar o pagamento de dívidas a descoberto.  Além do mais, até comprador já apareceu. Segundo informações filtradas junto à companhia, a trinca já teria oferecido sua fatia de 75% para a Brookfield. No ano passado, o grupo canadense esteve perto de ficar com os 25% que pertenciam à OAS, mas desistiu do negócio, curiosamente por divergências com as próprias fundações, que, àquela altura, não consentiram em revisar o acordo de acionistas da Invepar. Posteriormente, as ações da OAS acabaram transferidas para credores da empreiteira baiana – operação que deverá ser referendada em assembleia marcada para o próximo dia 7. Tomando-se como base a proposta feita pela Brookfield à construtora em 2015, estima-se que a compra dos 75% de Previ, Petros e Funcef giraria em torno de R$ 4 bilhões.  Em tempo: além de se livrar de um fardo financeiro, a venda do controle da Invepar permitiria à Previ, Petros e Funcef dar um passo para longe da Lava Jato. O presidente da companhia, Gustavo Nunes da Silva Rocha, é investigado por suspeita de interceder junto ao exsenador Gim Argello para que a CPI da Petrobras não convocasse executivos da OAS, “mediante pagamentos indevidos travestidos de doações eleitorais”. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Invepar e Brookfield.

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01.06.16
ED. 5380

Um delator no caminho da Caoa e da Mitsubishi

  Há um míssil apontado na direção de Eduardo de Souza Ramos, da Mitsubishi Motors, e Carlos Alberto de Oliveira, do Grupo Caoa. O lobista Mauro Marcondes, personagem central da Operação Zelotes, teria reaberto negociações com a Procuradoria Geral da República para um acordo de delação premiada. Em maio, Marcondes foi condenado, em primeira instância, a 11 anos e oito meses por conduzir um esquema de corrupção para a “venda” de Medidas Provisórias que favoreciam montadoras. Mitsubishi e Caoa são apontadas nas investigações como as principais beneficiadas. Entre 2009 e 2015, a consultoria de Marcondes teria recebido mais de R$ 70 milhões das duas empresas.  Em janeiro, Mauro Marcondes chegou a negociar um acordo de delação, mas, na hora H, recuou. De lá para cá, ganhou um forte motivo para entrar no confessionário da Zelotes. Assim como ele, sua mulher e sócia, Cristina Mautoni, foi condenada a seis anos e cinco meses, em regime semiaberto. Para o octogenário lobista, tão ou mais importante do que a própria liberdade é a possibilidade de redução da pena da esposa. Ressalte-se que o casal tem uma filha de 14 anos.

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01.06.16
ED. 5380

Temer à mineira

 O vice-governador de Minas Gerais, o peemedebista Antonio de Andrade, vem mantendo intensa interlocução com empresários locais e partidos da oposição – a essa altura, oposição apenas a Fernando Pimentel. Diferentemente da sua dúbia postura no plano nacional, o próprio PSDB já teria se colocado à disposição para participar de uma eventual gestão Antonio Andrade. Seria o “palanque” para a candidatura de Antonio Anastasia ao governo do estado em 2018.

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01.06.16
ED. 5380

Devolução

 O contencioso entre a família Furlan, ex-controladora da Lojas Seller, e a Leader Magazine, vendida recentemente pelo BTG ao empresário Fabio Carvalho, ganhou um novo capítulo. Carvalho quer desfazer a compra da Seller e devolver a empresa aos antigos acionistas. No entanto, os Furlan só admitem discutir uma possível devolução caso a Leader pague uma dívida de R$ 140 milhões ainda referente à aquisição da rede varejista, fechada em 2013. Trata-se de um dos tantos problemas da Leader que o BTG empurrou para o novo controlador. Procurada pelo RR, a Leader não comentou o assunto.

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01.06.16
ED. 5380

Virou hábito

 Sem qualquer pompa e circunstância, a Peugeot Citroën vai anunciar seu balanço nos próximos dias, trazendo o quarto ano seguido de prejuízos no Brasil. Procurada, a empresa confirma as perdas.

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01.06.16
ED. 5380

O pouso da garça

 A economista Monica De Bolle, um sucesso de audiência no Facebook, teria dado um piti ao saber da nomeação de Maria Silvia Bastos para a presidência do BNDES. A moça já tinha até feito inconfidências na praça sobre sua indicação para o comando do banco. Passada a zanga, De Bolle fez chegar a Maria Silvia toda a satisfação pela escolha da querida amiga.

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01.06.16
ED. 5380

Mr. Transparência

 Anedota infame que corre em Brasília: Michel Temer deveria nomear Sergio Machado para o Ministério da Transparência. Afinal, ninguém até agora foi tão competente no disclosure das práticas do PMDB quanto Machado.

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01.06.16
ED. 5380

Curativo

A Tarpon colocou à venda a Cremer, fabricante de artigos hospitalares. A gestora detém 96% da empresa. Procurada pelo RR, a Tarpon não comentou o assunto.

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